Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal escolar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal escolar. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, junho 28, 2011

Exame de Língua Portuguesa - 2010-2011

Exercício de escrita do Exame de Língua Portuguesa do 9º ano do presente ano lectivo:

«Para muitas pessoas, a leitura é fonte de prazer, de conhecimento, de novas experiências. Para outras, porém, não tem tanto valor.

Partindo da tua experiência, escreve um texto que pudesse ser divulgado no jornal de uma biblioteca escolar, no qual expresses uma opinião favorável à leitura, tentando convencer outros jovens a ler cada vez mais.»

terça-feira, março 15, 2011

Público distribui DVD "Como se faz um jornal"


O jornal Público vai distribuir pelas escolas secundárias da rede pública o DVD intitulado "Como se faz um jornal", produzido a propósito dos 20 anos de vida deste diário e dos 15 do Público Online.
Esse documento foi ontem visionado na Escola Secundária Emídio Navarro, em Almada, a anteceder um debate participado por vários profissionais do jornal e, ainda, pela Ministra da Educação, que recebeu das mãos de Bárbara Reis, directora do Público, o primeiro exemplar do DVD) e pela coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, Teresa Calçada.
Sobre o DVD, Bárbara Reis explicou que houve intenção de fazer algo útil e original que "aproximasse os jovens da leitura de jornais", pois "sem jornais independentes não existe democracia". Outra ideia partilhada pela directora do Público com a assistência foi que "não há diferença entre o que os jovens e os adultos querem dos jornais - querem histórias, querem notícias, querem bom jornalismo, sendo indiferente a plataforma em que ele corre".
A ministra Isabel Alçada saudou o projecto Público na Escola dizendo que "os jornais feitos na escola permitem compreender as outras dimensões da construção da informação. A leitura, acrescentou, é um meio essencial de transmissão do conhecimento e da cultura e tem uma função essencial no desenvolvimento individual. "Um jornal, concluiu a ministra, é um marco de civilização. Quem não lê jornais tem uma vida menos rica e uma dimensão menos aprofundada da realidade"
Ver, sobre este acontecimento, a reportagem (que serviu de fonte a este post) do jornalista Carlos Pessoa AQUI.

quarta-feira, novembro 17, 2010

Em Castelo Branco tem sido assim



Contextualização: AQUI

quinta-feira, setembro 09, 2010

Parabéns ao Reconquista!

Com as devidas desculpas ao Fábio por lhe estar sempre a empurrar os posts para baixo, acho que se impõe dar os parabéns ao jornal Reconquista por ter recebido uma menção especial nos prémios deste ano de "Jovens Leitores" da Associação Mundial de Jornais e de Editores de Notícias, na secção "Jornais na Educação". A par do Reconquista também o australiano The Age recebeu uma menção nesta secção.

O trabalho de Educação para os Media no distrito de Castelo Branco desenvolvido no campo dos jornais escolares tem sido um caso de destaque em Portugal, sendo possivelmente o mais ambicioso do país dentro deste tema.

"Isto é o começo de uma abordagem excelente e multifacetada com o potencial para ajudar cidadãos do século XXI a desenvolverem capacidades críticas de literacia ao analisarem mensagens mediáticas e ao serem capazes de produzir as suas próprias mensagens. Apesar de os resultados terem sido modestos inicialmente, esperamos grandes coisas desta equipa", refere o júri do concurso.

Citada pela Lusa, a professora do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) e investigadora responsável da iniciativa Helena Menezes afirmou que "este prémio é importante para o país, mas também para a região, e mostra que é possível desenvolver bons projectos fora dos grandes centros".

O papel do Reconquista na região tem sido muito visível desde a década de 1970 quando começaram a imprimir na gráfica do semanário jornais escolares. Desde então que o jornal tem desenvolvido esforços nesta área, sendo uma das pedras fundamentais das actividades de Educação para os Media no distrito. Mais do que publicar jornais escolares, já lançaram suplementos com textos escritos pelos alunos das escolas abrangidas e deram visibilidade a esta actividade.

Foi feita formação de professores e houve uma enorme aposta e incentivo da produção de jornais escolares por alunos de escolas de 2º e 3º ciclo, bem como de secundárias.

Para além de investigadores quer do IPCB quer das universidades Clássica e Nova de Lisboa e do Instituto Piaget, o projecto tem à cabeça um jornalista do periódico albicastrense, Vítor Tomé, que tem dinamizado de forma estonteante este trabalho, financiado desde 2007 pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

O prémio será entregue em Novembro numa cerimónia em São Francisco, nos EUA.

Edit para acrescentar as declarações de Vítor Tomé, citado pelo Reconquista, e para corrigir as instituições associadas. “Este prémio tem de ser partilhado com os professores e os alunos das 24 escolas que estão a trabalhar com a equipa de investigação desde 2008. Tem de ser partilhado com a equipa do Reconquista e com muitos colaboradores, desde a empresa Netsigma a alguns docentes da Escola Superior de Artes Aplicadas e a várias outras pessoas que nos incentivaram a apoiaram desde a primeira hora”, afirmou o jornalista e investigador.

Aproveito também para destacar que os resultados do projecto vão ser apresentados em Castelo Branco, no dia 6 de Novembro, com a presença dos avaliadores externos (Pier Cesare Rivoltella da Universidade Católica de Milão e Evelyne Bevort do Ministério francês da Educação) e de todos os membros da equipa.

O evento também vai receber vários nomes da Educação para os Media nacional e internacional, em particular o fundador deste blogue e professor da Universidade do Minho Manuel Pinto, mas também
Aguaded-Gomez (Universidade de Huelva), Vitor Reia-Baptista (Universidade do Algarve) e António Fidalgo (Universidade da Beira Interior), como refere o texto do jornal albicastrense.

segunda-feira, março 22, 2010

Concurso "O que é uma República"


"O que é uma República?" é o tema da edição deste ano do Concurso Nacional de Jornais escolares, promovido pelo Projecto 'Público na escola, do jornal Público.
O concurso é dirigido aos agrupamentos de escolas e estabelecimentos de ensino dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário do continente, regiões autónomas e comunidades portuguesas no estrangeiro e tem como objectivo primeiro "estimular a prática de um jornalismo escolar crítico e imaginativo, alargando-o a um número maior de escolas e com redobradas preocupações de qualidade". Podem concorrer jornais ou revistas em formato papel ou digital que tenham publicado pelo menos três edições durante o presente ano lectivo. A inscrição da candidatura é feita até 30 de Abril próximo e o envio dos materiais até 2 de Julho.
O projecto, que funciona desde a altura em que o jornal apareceu nas bancas, em 1990, tem neste concurso uma das frentes da sua acção pedagógica e cultural. A edição deste ano tem o patrocínio da Assembleia da República e, como já é hábito, do Ministério da Educação, contando ainda com o apoio de várias instituições.

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Jornalismo escolar na Internet

CANELLA, R.; ALBARELLO, F.; TSUJI, T.: Periodismo escolar en internet: del aula al ciberespacio. Buenos Aires: La Crujía, 2008, 239 páginas.
A partir do trabalho apresentado neste livro, "más de 200 instituciones escolares iberoamericanas de diverso tipo publican sus periódicos en la red como parte de un proyecto educativo que busca actualizar su currículo de acuerdo a las nuevas exigencias que plantea la alfabetización digital, centrándose en un eje de construcción de valores para la creación de ciudadanía y participación para el siglo XXI. De este modo, miles de chicos comparten noticias y opiniones a través de la Red con un sentido comunitario anclado en la escuela, la cual además saca provecho de la propuesta para trabajar con sus alumnos la lectoescritura y así habilitarlos como productores competentes de información periodística".

quarta-feira, maio 06, 2009

Jornais escolares: exercíco de (anti)cidadania?

Segundo relato do jornal regional Fundamental...
A última edição do Zambujinho foi positivamente censurada pela presidente do conselho executivo da escola EB 2,3 de Azambuja. (...) Já o boletim informativo da escola circulava naquele estabelecimento de ensino quando, por indicação da presidente do conselho executivo, alguém tratou de o recolher e devolver aos cuidados da censura de Maria Eugénia Vaz. A professora, que preside ao CE da escola, mandou colar um papel negro sobre o exercício de opinião das alunas e posteriormente preencheu o espaço com uma outra notícia.
Os contornos aí apresentados, a confirmarem-se, são um contributo extremamente negativo para a formação dos jovens. Aliás, será problemático se situações idênticas ocorrerem com outros jornais escolares. Em vez de contribuírem para estimular a participação cívica, configuram um espaço de censura e de desvalorização (pelo menos num sentido positivo) da expressão da opinião.

Talvez fosse importante conhecer que canais e procedimentos existem por parte das direcções gerais de educação para lidar com situações como esta.


Informação recolhida através do twitter (mrconguito: Ainda há censura: na escola básica 2,3 da Azambuja).

terça-feira, outubro 21, 2008

Convite
























Abre no próximo dia 28, às 16 horas, no Museu Nacional de Imprensa, no Porto, uma exposição de jornais escolares. A iniciativa é deste Museu e do jornal Público que organiza anualmente, através do projecto Público na Escola, o Concurso Nacional de Jornais escolares.
A exposição fica aberta à visita dos interessados todos os dias (incluindo domingos e feriados, das 15 às 20 horas).

segunda-feira, maio 05, 2008

Autarquias apoiam media escolares

"Os jornais escolares cumprem um papel fundamental na formação de cidadãos activos e conscientes. Isso justifica, por si só, que, como sucede em alguns emblemáticos casos, as autarquias os apoiem. A experiência das câmaras municipais da Lousã, do Seixal e de Vila Nova de Famalicão, presididas pelo PS, CDU e PSD, que, de distintos modos, estimulam os media dos estabelecimentos de ensino dos seus concelhos, é um dos temas em destaque no Boletim PÚBLICO na Escola de Abril.
Embora seja frequente obterem o apoio de juntas de freguesia, os jornais escolares são mais raramente estimulados de forma activa pelas autarquias municipais. Jorge Alves e Paula Alexandra Santos, vereadores da Educação das autarquias da Lousã e do Seixal, e Armindo Costa, presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão, explicam as razões do apoio aos jornais escolares e o modo como ele se processa.
Estimular a cidadania activa dos alunos das escolas secundárias, promovendo um trabalho de reflexão criativa sobre o futuro das nossas vilas e cidades, é o objectivo do Concurso Nacional de Ideias Cidades Criativas, promovido pela Universidade de Aveiro, em articulação com a Associação Portuguesa de Planeadores do Território e com o apoio do Ministério da Educação. José Carlos Mota, membro da comissão organizadora, dá conta, na publicação mensal do projecto PÚBLICO na Escola, da importância dessa tarefa e da ajuda que os jornais escolares podem dar para o seu êxito.
Diversas cautelas que importa observar, quando, por exemplo, se vai à Internet buscar um poema para levar para a aula da disciplina de Português, apresentadas por Isabel Margarida Duarte, professora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e as andanças da Escola Básica Integrada Mouzinho da Silveira, do Corvo, pela blogosfera, são mais alguns temas do Boletim PÚBLICO na Escola(...)".

in PUBLICO, 5.5.2008

A ler, também: "A Ilha do Corvo nas rotas da blogosfera", por Eduardo Jorge Madureira:
A Escola Básica Integrada Mouzinho da Silveira, do Corvo, está envolvida num singular projecto de inovação pedagógica, associado às Tecnologias de Informação e Comunicação, que fez com que, por exemplo, todas as turmas tenham o seu blogue. Deolinda Estêvão, presidente do Conselho Pedagógico, explica o que tem sido feito

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Jornal escolar e vivências humanas

A Biblioteca Online de Ciências da Comunicação acaba de disponibilizar um texto de Jorge Kanehide Ijuim, doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e professor de Jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, intitulado Jornal escolar e vivências humanas: um roteiro de viagem

O documenro pode ser lido na íntegra. Fica aqui o resumo:
Este trabalho teve o objetivo de compreender como a produção do Jornal Escolar pode contribuir com o processo de humanização entre os participantes, no ensino fundamental e médio. Os estudos iniciais apontaram para a necessidade de buscar os sentidos aos termos Educação e Humanização e, além disso, que jornalismo pode corresponder a essa aspiração de contribuir com o processo de humanização no meio escolar. A pesquisa permitiu algumas constatações de notada importância: a produção de jornais escolares, entendida como processo – como instrumento complexo –, flexível e não autoritário, promove tanto iniciativas individuais, como também trabalhos participativos e/ou coletivos. Em outros termos, é processo de muitas mãos e, portanto, pode favorecer o desenvolvimento da humanização de todos – educandos e educadores que passam a ver a escola como comunidade, família.