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quarta-feira, fevereiro 20, 2013

Cinema nas escolas só em 2013-2014

A notícia vem hoje no jornal digital Página 1:


quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Cinema e Escola - conferência internacional em Viana do Castelo, em 11 de Maio



Realiza-se em 11 de Maio próximo em Viana do Castelo a Conferência Internacional de Cinema de Viana, que terá a relação entre Cinema e Escola como temática central.
A iniciativa decorrerá na Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, organizada pela Associação AO NORTE em conjunto com várias outras entidades locais e regionais, e inserida no âmbito dos XII Encontros de Viana – Cinema e Vídeo (os quais ocorrem entre 8 e 13 de maio).
Os temas sugeridos pelos organizadores são os seguintes:
  • Representações da escola no cinema
  • Práticas de cinema na escola
  • Cinema, migrações e interculturalidade
  • Cinema e novas tecnologias
Objetivos da Conferência:
  • Promover o confronto de olhares entre estudos e experiências vividas na escola pelos seus diversos atores e a representação cinematográfica da escola e dos seus atores.
  • Refletir sobre as possibilidades educativas do cinema ou da possibilidade de educar para o cinema na escola a partir da apropriação / fruição, análise e produção em contextos de formação e animação social, cultural e artística.
  • Apreender o cinema como complexo processo de mudança na linguagem, nas tecnologias, na
  • economia, nos objetos que aborda, nas histórias que conta.
  • Problematizar o tema das migrações e da interculturalidade a partir do estudo e análise das obras cinematográficas.
Apresentação de propostas de resumos de comunicações: 31 de Março
Envio do texto completo das comunicações aceites: 30 de Abril
Data limite para as inscrições: 27 de Abril
Endereço de contacto: aonorte@nortenet.pt.
Mais informações: site da Conferência.

quarta-feira, outubro 26, 2011

Programa para 12 de Novembro


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Já se encontra disponível o programa do I Encontro de Rádios e Televisões Escolares na Net que decorrerá no dia 12 de novembro próximo, nas instalações da Escola Secundária Eça de Queirós, Olivais, Lisboa. A iniciativa, que tem as inscrições abertas, é da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.
Eis o programa: 


10h00 ‐ Sessão de abertura

10h15 – Sessão plenária
Experiências educomunicativas em contexto escolar: desafios e oportunidades
Vitor Diegues

11h30 – Pecha Kucha‐ Apresentação de projetos em sala (decorrerão em paralelo)
Sala 1
• i9ScoolTV ‐ Televisão Informativa/Interativa Escolar ‐ Filipe Duarte
• O Semáforo – Paulo Couceiro
• Televisão Interna da escola António Arroio – José Ramos
• Rádio Antenas no Ar – Carla Mendes
• Rádio Escolar – concurso de Empreendedorismo
Sala 2
• Rádio Pontinha – Dulce Franco
• Calazans TV – José Nobre
• ILOP Rádio – Sempre cool – Mariana Marques
• Rádio Onda Radical – Rui Macário
• RMP @ Hipermédia – Nuno Albano e Rodrigo Lagoa
Sala 3
• TVSerafim ‐ Helena Resende
• HoraESA – Programa da Escola Secundária de Arouca na Rádio Regional de
Arouca – Adília Cruz
• A Rádio Escolar no ensino‐aprendizagem do Português a alunos do Ensino
Secundário. Um estudo de caso na Escola Secundária Carolina Michaëlis –
Anabela Pinho
• A minha escola – Ana Isabel Pires
• www.sjradio.com – Fernando Ramos

14h00 ‐ Apresentação e discussão simultânea de pósteres

15h00 – Oficinas (decorrerão em paralelo)
1. i9ScoolTV ‐ Televisão Informativa/Interativa Escolar ‐ Filipe Duarte
2. Como fazer televisão…  na escola – Nuno Relvas
3. RMP @ Hipermédia ‐ Nuno Albano e Rodrigo Lagoa
4. Meios tecnológicos ao serviço do ensino – Avelino Bastos
5. ONEscola.tv: Possibilidades pedagógicas de utilização de TV/vídeo – Jorge
Mata

17h15 ‐ Sessão de encerramento

quinta-feira, abril 29, 2010

O país e a televisão pública que temos

Uma frase publicada num texto do "Público" pareceu-me apropriada para replicar aqui e para, de alguma forma, lançar uma questão sobre o serviço público televisivo em Portugal. Disse, segundo o jornal, o produtor Pedro Borges da Midas Filmes: "O país é muito melhor do que a televisão pública que temos".

No contexto de uma hipotética privatização da RTP e da sua actual programação como reflexo da definição que a estação faz de serviço público, esta frase despertou-me algum interesse. No (pouco) tempo desde que comecei a dedicar-me à Educação para os Media (ou para a Comunicação Social) que há várias questões que me assombram. Estas são algumas das mais presentes: Que papel existe hoje para o serviço público televisivo no contexto da Educação para os Media? E que papel deveria existir?

Para não falar das questões levantadas pela possível privatização da RTP. Se o país é melhor do que a televisão pública que tem, então não passará o futuro desta pelo aproveitamento, de baixo para cima, desse mesmo potencial?

sexta-feira, abril 23, 2010

Uma apresentação e várias incertezas sobre o papel do computador na sala de aula

Surgiu neste blogue, há alguns dias, um pequeno cartaz (que deve estar aqui à direita) a dar a conhecer um estudo que se encontra a decorrer na Universidade do Minho sobre a Educação para os Media em Portugal. Nele, é pedido a quem tenha ligações (ou conheça quem tenha) a projectos nesse campo para contactar Tiago Ferreira, pessoa responsável pela recolha de tais dados.

Assim sendo, eu, Tiago Ferreira, dou-me finalmente a conhecer ao público deste blogue, já com alguns dias de atraso. Espero poder contar com o máximo de colaborações possíveis aí desse lado, para que possamos ter um trabalho final o mais completo possível.

Apresentações feitas, passemos à minha primeira entrada propriamente dita.

Por entre o frenesim das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) brotam pelo meio universitário nos EUA vários casos de professores contra o uso de computadores nas aulas. Este artigo (The Blackboard Versus the Keyboard) da revista Slate dá vários exemplos de professores universitários que decidiram proibir a utilização de portáteis nas salas de aula.

Mais. Uma professora da Universidade do Colorado-Boulder chegou a levar a cabo um estudo não-científico com os seus próprios alunos e notou que os que usavam os portáteis durante as aulas tinham notas, em média, 11% mais baixas do que os restantes. Os hábitos mudaram rapidamente naquela turma.

Por entre justificações em princípio legítimas, como o uso do computador para tirar notas mais rapidamente ou para aceder à Internet de modo a verificar uma ou outra informação, o problema é que o mais habitual é que o portátil seja usado para distrair e não como ferramenta de aprendizagem, como descobriu uma professora da Universidade Winona State no Minnesota. Ao mesmo tempo, um estudo na Roménia mostrou que crianças de famílias de baixos níveis de rendimentos que receberam apoio do governo para comprar computadores melhoraram as suas capacidades técnicas, mas as notas na escola mantiveram-se baixas. O uso dado aos computadores focava-se nos jogos de vídeo e não nos trabalhos de casa.

A questão aqui situa-se nos efeitos das tecnologias sobre os processos de educação e é aplicável a programas de distribuição de computadores em geral. Como escreve um doutorando de Economia da Universidade de Oxford no seu blogue sobre ajuda ao desenvolvimento:

"Quando consideramos a introdução de tais tecnologias nas salas de aula, especialmente em países em vias de desenvolvimento, precisamos de compreender que os efeitos sobre a aprendizagem básica podem ser negativos".

segunda-feira, março 22, 2010

Semana da Imprensa e dos Media na Escola


Depois de, na semana passada, a Suíça de expressão francófona ter realizado uma semana dedicada aos media na escola, é, esta semana, a vez de a França o fazer. Já pela 21ª vez, indiferente à circulação de governos ou de partidos. Sempre sob a coordenação geral do CLEMI (Centre de Liaison de l'Enseignement et des Moyens d'Information). Cá por Portugal, uma tentativa no mesmo sentido foi feita a partir dos princípios dos anos 90. Chegou a mobilizar atenções de largas dezenas de escolas. Mas acabou diluída ou reduzida a meia dúzia de acções isoladas. A questão de fundo que leva a França a agir existe também cá. Não temos de copiar os outros, se soubermos fazer melhor ou mais apropriado. Mas é preciso fazer algo.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Nova linha "Internet e Educação" dirigida aos profissionais do ensino

"Internet e Educação" é uma iniciativa do grupo catalão Cibernàrium, em parceria com o Gabinete de Comunicacíon y Educacíon da Universidade Autónoma de Barcelona, que se destina à formação de profissionais ligados ao ensino, no âmbito da incorporação das novas tecnologias nas salas de aula. Ao longo de três meses, o projecto pretenderá sensibilizar para as vantagens de um conjunto de conhecimentos, ferramentas e metodologias relacionadas com a informatização do ensino.

A formação é constituída por três módulos: 1: "As TIC na escola: cria e gere um portal de formação online com o Moodle"; 2: "As TIC na escola: usos educativos dos videoblogs"; 3: "As TIC na escola: ferramentas para pesquisar e partilhar informação na Internet".

O Cibernàrium é um projecto de alfabetização mediática que pretende diminuir as disparidades do conhecimento digital em Barcelona. Este grupo catalão considera que "a aplicação das tecnologias da informação no ensino é um dos desafios actuais do sistema educativo".

terça-feira, dezembro 22, 2009

Fosso entre a cultura dos media e a cultura escolar

Kirsi Pohjola, da Universidade finlandesa de Kuopio, pede, no diário Helsingin Sanomat, uma melhor integração do quotidiano mediático das crianças na vida escolar:

"Un fossé s'est creusé entre la culture médiatique des jeunes et la pratique du texte linéaire de l'école. Il ne s'agit pas seulement d'un éloignement entre deux mondes textuels, mais aussi d'un fossé entre deux modes de vie. Dans le pire des cas, les élèves n'acquièrent pas des connaissances de façon naturelle, pour eux-mêmes et pour leur temps. Au contraire, en dehors de l'école, ils sont obligés de laisser de côté une grande partie de ce qu'ils y ont appris. Dans la vie professionnelle, on exige en revanche des fonctions appartenant typiquement à leur culture médiatique, comme de faire plusieurs choses simultanément, la capacité de passer rapidement d'un sujet à un autre, l'implication de soi et un comportement faisant appel aux affects. … Il n'est pas étonnant que les enfants soient attirés par les univers médiatiques : ils y sont acteurs, voire producteurs d'informations. L'univers de l'école est au contraire un monde où ils ont peu leur mot à dire."

Via: Eurotopics.

quarta-feira, dezembro 24, 2008

SIC desafia escolas a produzir reportagens

Ora aqui está uma iniciativa a que vale a pena estar atento. O JN de hoje traz a notícia:

“Portugal visto por nós” é o novo projecto educativo da SIC dirigido aos alunos do 3.º ciclo e do secundário, desafiando-os a produzir, num minuto e meio, histórias sobre a sua terra, família, escola ou país, em formato vídeo.

Os critérios de selecção dos trabalhos passam pela “criatividade” e “reflexão que possam provocar” sendo os melhores premiados com a transmissão numa das plataformas da SIC e equipamentos de vídeo. Os grupos devem ser compostos por três a seis elementos e fazer-se acompanhar por um professor.

Através do seu site, a estação de Carnaxide esclarece dúvidas do ponto de vista técnico, relacionadas com a construção jornalística das imagens e fornece toda a informação para os alunos se candidatarem.

As inscrições estão abertas até ao dia nove de Janeiro e a entrega dos trabalhos deverá ser feita até 15 de Abril.

sábado, setembro 20, 2008

A regulação dos media na educação


A Press Complaints Commission, do Reino Unido, acaba de editar uma publicação que se destina a apoiar a abordagem que os professores possam fazer da questão da regulação dos media, em particular da Imprensa. Intitula-se "Teachers' Resource Pack" e está acessível online.
A explicação dos objectivos e potencial interesse deste manual vem na introdução:
One of the most powerful influences in our society is the media.Hand in hand with the undoubted benefits of a free and vigorous press goes the need to ensure that we can trust it to act responsibly and can be confident that, when things occasionally go wrong, those directly affected have the means to ensure that mistakes are acknowledged and corrected. This resource pack is designed to be used by teachers when planning Key Stage 5 classes around media regulation and the print media in general, although the content may also prove useful for adaptation to suit younger Key Stage 3 and 4 groups. However it is used, we hope that the material in the pack will answer most of your immediate questions - and those of your students - about how the newspaper and magazine industry is regulated and about the role of the Press Complaints Commission (PCC). As well as the Code of Practice and information on the history and structure of the Commission, you will find examples of actual complaints investigated by the PCC and exercises which you may wish to use in the classroom. (...)"

sexta-feira, julho 04, 2008

MEDEA Awards 2008

The aim of the MEDEA Awards is to encourage innovation and good practice in the use of media in education. It will also recognise and promote excellence in the production and pedagogical design of media-rich learning resources. These materials will typically be delivered online via the Internet or a virtual learning environment and will be used as an integral part of a programme of study. The MEDEA Awards are open to anyone working with or in European education at all levels. We welcome participation from producers, teachers, academics, support staff and students.
Prazo limite de submissão: 30 de Setembro de 2008.
Os trabalhos premiados serão apresentados no Online Educa Berlin.


Retirado daqui: INTERACTiC 2.0