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quinta-feira, abril 19, 2012

Tese de doutoramento sobre Educação para os Media


“Concepções de literacia digital nas políticas públicas – estudo a partir do Plano Tecnológico da Educação” é o título da tese que Luís Miguel Pereira apresenta amanhã, dia 20, a partir das 14h30, na Universidade do Minho.
A arguência caberá aos Profs. António Dias Figueiredo, da Universidade de Coimbra, e Alfonso Gutiérrez Martin, da Universidade de Valladolid. Orientaram a investigação o autor deste post e a Prof. Sara Pereira.
Luís Pereira, que é investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da UMinho, um dos autores deste blog e que foi bolseiro de doutoramento da FCT, estudou, no seu mestrado, a relação dos adolescentes com os jogos video, investiga, nesta nova etapa, de que modo a literacia digital aparece enunciada e representada no plano tecnológico da educação implementado pelo Governo anterior. A sua tese é, por outro lado, a primeira que adopta a Educação para os Media como campo de referência e de especialidade, na Universidade do Minho.
Eis um excerto do resumo do seu trabalho:

«Com o Plano Tecnológico da Educação, aprovado em 2007, o XVII Governo pretendia, em três anos, “colocar Portugal entre os cinco países europeus mais avançados ao nível da modernização tecnológica do ensino”. No âmbito desta política pública, surgiu o Programa e.escola ao qual se juntou, mais tarde, a Iniciativa e.escolinha, tendo sido distribuídos com estas medidas cerca de 2 milhões de computadores portáteis, muitos deles com acesso a internet de banda larga.
Esta investigação propõe-se estudar o relevo da literacia digital, e o quadro conceptual que a sustenta, em políticas de implementação da tecnologia, procurando evidenciar uma tendência para reduzir a literacia para os ambientes digitais à sua componente técnica.(...)».

Continuar a ler: AQUI.

quinta-feira, janeiro 26, 2012

Evelyne Bévort deu seminário sobre “A educação para os media como via de leitura crítica do mundo actual”

Para assinalar o 30º aniversário da Declaração de Grünwald sobre Educação para os Media, realizou-se no dia 20 de Janeiro, um seminário com Evelyne Bévort, diretora-adjunta, com o pelouro da cooperação internacional, do CLEMI - Centre de Liaison de l'Enseignement et des Moyens d'Information, do Ministério francês da Educação sobre “A educação para os media como via de leitura crítica do mundo atual”.

O evento teve lugar na Sala de Atos do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e foi organizado pelo Projeto ‘Navegando com o Magalhães: Estudo do Impacto dos Media Digitais nas Crianças‘ (FCT/CECS).

A conferencista, que foi apresentada pela Professora Sara Pereira, investigadora responsável pelo projeto, pronunciou-se sobre a atualidade da Declaração de Grünwald sobre Educação para os Media, apesar de já ter 30 anos.

sábado, março 26, 2011

O congresso Literacia, Media e Cidadania ainda em movimento

Literacia, Media e Cidadania em prática
Foto de Joana Rodrigues

Prestes a terminar o Congresso Nacional Literacia, Media e Cidadania, deixamos aqui um breve resumo do mesmo, pelas mãos da Raquel Ribeiro, dedicada voluntária do grupo de Comunicação do evento. Pode ver, ouvir e ler como se passaram os dois dias do congresso no Storify, Twitter, YouTube, Flickr e AudioBoo.

Segue em baixo o texto da Raquel:

Os dias 25 e 26 de Março de 2011 vão ficar registados na agenda da Universidade do Minho. O primeiro Congresso Nacional Literacia, Media e Cidadania foi o mote para a recepção em Braga de um conjunto de profissionais, docentes, especialistas e investigadores das áreas da comunicação e da educação que durante dois dias debateram as questões suscitadas pela necessidade da educação mediática junto dos cidadãos portugueses e, em especial, junto dos mais jovens.

Numa iniciativa conjunta do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), da Comissão Nacional da UNESCO, Conselho Nacional de Educação, Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Gabinete para os Meios de Comunicação Social, o Ministério da Educação e a UMIC, o Congresso Nacional Literacia, Media e Cidadania configurou um espaço de participação e debate no âmbito da necessidade de intervir, formar, investigar e definir políticas de incentivo à literacia mediática.

Durante dois dias e no decorrer de inúmeras sessões foram vários os temas debatidos, tendo confluído todos os debates para a necessidade urgente de apostar em políticas de educação para os media com o objectivo de formar cidadãos mais esclarecidos e capazes de interpretar criticamente a informação que recebem.

Num caminho de Educação para os Media que quase todos concordam ainda é preciso trilhar, conferencistas e participantes afirmaram a necessidade de diagnosticar o estado da literacia mediática na sociedade portuguesa com o objectivo de levar a cabo políticas que possam favorecer uma cidadania mais plena.

Assim, e no âmbito da premência em colocar em prática políticas de Educação para os Media foi ainda destacada a necessidade em formar civicamente os estudantes, permitindo que os mesmos sejam capazes de desenvolver as suas competências críticas não só em relação às mensagens mediáticas que consomem diariamente mas também em todos os domínios do social em que se encontram envolvidos.

Numa das conferências mais concorridas do dia 25, o professor José Ignacio Aguaded Gomez referiu a necessidade de debater os media num momento em que os mesmos são omnipresentes na sociedade actual estando essa situação intrinsecamente relacionada com as evoluções tecnológicas. Segundo o mesmo, essa mesma evolução é a força motriz de um mundo actual marcadamente fragmentado e composto por uma sucessão de mosaicos, configurados em forma de links.

Ressalvada foi a possibilidade de na sociedade actual encontrar pontos de convergência entre as escolas do século XIX, os professores do século XX e os alunos do século XXI. As potencialidades dos media, ao nível da criação de uma sociedade mais igualitária e justa, forma também alvo de reflexão, referindo-se a profissão dos educomunicadores como fundamental na criação de pontes entre comunicação e educação, ambas faces da mesma moeda.

O congresso ficou ainda marcado pela apresentação do estudo “Educação para os Media, em Portugal: experiências, actores e contextos”, resultado de uma investigação realizada pelo CECS para a ERC. Este estudo visou conhecer melhor a realidade dos actores e das experiências dos agentes permitindo observar por princípio três caminhos dominantes na relação entre os media e os cidadãos: o proteccionismo, o modernizador/tecnológico e o capacitador.

Este estudo permitiu, entre outras coisas, perceber que o panorama geral da Educação para os Media é fragmentário e difícil de perceber atendendo àquilo que são os seus constantes avanços e recuos. Ao mesmo tempo, ficou evidente que a maioria das experiências existentes dirigem-se a crianças vista como alunos e não como crianças-cidadãos. De notar, igualmente, foi a inexistência actual de um plano organizado de acção para a educação mediática em Portugal, ou mesmo de uma qualquer plataforma que permita mediar o ainda escasso trabalho que tem vindo a ser desenvolvido nesta área. A este propósito o professor Manuel Pinto, um dos co-autores do estudo, mencionou a importância de criar um Observatório sobre Educação para os Media, que colmate estas lacunas observadas.

Apontada como condição essencial para o exercício de uma cidadania plena e activa a educação para os media foi apresentada pelos participantes no congresso como fundamental na redução da info-exclusão. Para que esse fim seja possível é, todavia, fundamental formar. Responder às questões de como, quem, e porquê formar é lutar contra o analfabetismo mediático que parece ainda dominar na sociedade actual.

segunda-feira, março 21, 2011

Literacia sobre os media

Plátano, Outra Presença, Legenda, Escrita Irrequieta, Encontro, Barquinho de Papel, Etc são títulos de jornal que provavelmente não dirão muito à maioria dos leitores. Mas são a expressão de um trabalho notável desenvolvido em escolas de todos os níveis de ensino não-superior, que foram premiadas no Concurso Nacional de Jornais Escolares, promovido pelo projecto “Público na Escola” em 2010.
Neles se procura colocar os alunos e as instituições educativas a pensar e a pôr em prática a comunicação – através do texto, da imagem, do multimédia (já que se contempla também jornais escolares online); a dar a palavra aos alunos e professores; a aprender a expressar-se e desejavelmente a escrever melhor; a seleccionar e organizar a informação. Neste exercício, realizado frequentemente, contra uma cultura do “não te rales”, descobrem-se talentos, forja-se a cidadania, promove-se a pesquisa e o trabalho de projecto, aprende-se a ler mais criticamente o papel dos próprios meios de comunicação social.
Quando muitos alunos e professores das dezenas de escolas premiadas se encontrarem nesta quarta-feira, no Salão Medieval da Universidade do Minho, para a cerimónia da entrega dos prémios, não é apenas o prémio que está em causa, mas o reconhecimento de um trabalho continuado, frequentemente sem grandes apoios, e uma aposta no valor educativo e cultural destes processos.
Dois dias depois, a mesma cidade de Braga acolhe o Congresso Nacional sobre “Literacia, Media e Cidadania”, promovido por meia dúzia de instituições públicas, numa parceria que traduz a preocupação de colocar a literacia para os media no centro das agendas públicas. Será a oportunidade para investigadores, formadores, investigadores, decisores políticos porem em comum o que se tem andado a fazer entre nós para “alfabetizar” os novos e menos novos no uso crítico e esclarecido dos media. Como é que a escola lida hoje com a experiência mediática dos seus alunos? Que impacto têm os media no âmbito da saúde? Como aprender a distinguir a informação válida do lixo, na Internet? Que pode fazer cada agente social nesta matéria?
É a qualidade do ambiente mediático e, certamente, a qualidade de vida, tout court, que estará sob o foco da atenção (mediática?), esta semana, em Braga.

Publicado na edição de 21.03 do diário digital Página 1

terça-feira, novembro 09, 2010

UM acolhe Congresso Nacional sobre Literacia, Media e Cidadania

Vai realizar-se na Universidade do Minho, nos dias 25 e 26 de Março de 2011, um Congresso Nacional sobre Literacia, Media e Cidadania. Esta iniciativa servirá para uma tomada de consciência daquilo que vai sendo feito na área e para uma definição mais clara do muito que falta fazer e dos melhores caminhos para avançar nessa direcção.

O Congresso é da responsabilidade de várias entidades que têm vindo a desenvolver reuniões há cerca de um ano, entre as quais figura o CECS, constituindo um grupo informal de que também fazem parte a Comissão Nacional da UNESCO, o Conselho Nacional da Educação, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social, o Ministério da Educação e a UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento.

O Congresso Nacional sobre Literacia, Media e Cidadania terá cinco vertentes: intervenção, formação, investigação, políticas e mostra de serviços e produtos.

Destina-e a professores e responsáveis de todos os níveis e tipos de ensino e educação, profissionais e gestores das diferentes áreas dos media, investigadores ligados aos cruzamentos das áreas da comunicação, educação, indústrias culturais, TIC, animadores de projectos e programas orientados para a educação para os media e literacia digital, bibliotecários, e a agentes de diversos âmbitos ligados à definição e implementação de políticas relacionadas com a educação para os media e literacia digital.

Toda a informação pode ser consultada no site do Congresso:
http://literaciamediatica.pt/congresso/

quarta-feira, outubro 13, 2010

Novo Mestrado em Comunicação, Cidadania e Educação já abriu


O novo mestrado em Comunicação, Cidadania e Educação da Universidade do Minho (Departamento de Ciências da Comunicação), abriu oficialmente na passada sexta-feira (8 de Outubro). A recepção aos alunos do curso, que funcionará pela primeira vez este ano lectivo, foi feita na sala de Actos do Instituto de Ciências Sociais. Na oportunidade a directora, Profª Sara Pereira, disponibilizou todas as informações necessárias e abordou as linhas gerais em que assentam as unidades curriculares. A abertura do novo mestrado seguiu-se a uma conferência do Prof. Doutor José Manuel Paquete de Oliveira, Provedor do telespectador da RTP e professor jubilado do ISCTE, sobre o tema “Media, Públicos e Cidadania”.
O novo curso tem como objectivo central proporcionar o estudo aprofundado dos fenómenos comunicacionais no contexto das sociedades actuais, focando em especial os cruzamentos e interacções entre os universos dos media, da comunicação, da educação e da cidadania.
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sexta-feira, maio 21, 2010

"Comunicação, Cidadania e Educação"

Recordando a trajectória da Educação para os Media na Universidade do Minho, importa dizer que está prestes a fazer 10 anos que o Senado Universitário desta instituição decidiu criar o Curso de Mestrado em Ciências da Comunicação, área de especialização em Comunicação, Cidadania e Educação (a medida surge documentada na acta da reunião do senado de 24 de Julho de 2000 (Resolução nº 20/00).
Na altura, foi igualmente criada a área de especialização de Informação e Jornalismo, de resto, a primeira a abrir, no segundo semestre do ano lectivo seguinte (2001-2002). A de Comunicação, Cidadania e Educação viria a ter a sua sessão inaugural na abertura do segundo semestre de 2002-2003, com a participação do prof. José Manuel Pérez Tornero, director de um mestrado análogo na Universidade Autónoma de Barcelona.
O curso teve várias edições, depois da primeira e deu origem a diversos estudos relevantes. Só foi interrompido ("descontinuado", como hoje dizem alguns) quando o Departamento se orientou para a adaptação de toda a oferta formativa ao chamado modelo de Bolonha. Nesse quadro, foi decidido que "Comunicação, Cidadania e Educação" deveria continuar, mas não já como área de especialização, mas como um curso de mestrado concebido de raiz.
Vale a pena referir, a este propósito, três coisas:
  • 1. O mestrado nasce com a designação de "Comunicação, Cidadania e Educação" (e não "Educação para os Media") por razões de natureza académica internas; mas, por outro lado, enfatiza uma orientação que sempre foi privilegiada: o foco na educação para a cidadania.
  • 2. O curso surge como especialização de um mestrado de Ciências da Comunicação e é promovido pelo Departamento de Ciências da Comunicação, ainda que com a colaboração de docentes das Ciências da Educação. Não é caso único, no panorama internacional - de resto, o de Barcelona, já referido, também surgiu (e continua a funcionar, há perto de 20 anos) na Faculdade de Ciências da Comunicação da UAB).
  • 3. Enfim, uma curiosidade: um dos frutos desse mestrado é este blog que surgiu, como se disse, logo no primeiro post, como plataforma de apoio às aulas do curso.

quinta-feira, maio 13, 2010

Educação para os Media na UM

Retomando a reflexão que há dias vinha fazendo, fiquei de explicar a razão ou razões para que a Educação para os Media (ou Educação para a Comunicação Social) tenha conhecido um tempo de menor vitalidade, no plano da formação, na Universidade do Minho (UM).
Diria que o principal motivo se prende com as mudanças nas políticas educativas. O fim dos cursos de Estudos Superiores Especializados (CESE) acarretou o fim do CESE de Educação para a Comunicação Social da UM, que incluía disciplinas como Teoria e Prática da Educação para os Media ou Laboratório de Imprensa e Laboratório de Meios de Comunicação Escolares.
Este Curso funcionou vários anos, na segunda metade dos anos 90, no então Instituto de Estudos da Criança.
Ao mesmo tempo, o desenvolvimento dos mestrados levou a criar em vários deles, no mesmo Instituto, disciplinas - que ainda hoje existem - que, não sendo especificamente de Educação para os Media, abrem janelas para essa vertente (vg. "Crianças, Media e Socialização" ou "Comunicação, Media e Infância").
Mas o factor decisivo para o quase total eclipse desta componente nos cursos de licenciatura de formação de professores e educadores, com carácter obrigatório, teve, na segunda-metade da primeira década deste século, a ver com o desenvolvimento do chamado "processo de Bolonha", acentuando, de resto, uma tendência que já vinha de trás. A centração curricular nas áreas ditas fundamentais (como a Matemática, as Ciências Naturais ou o Português)) e a definição de pesos específicos para essas áreas conduziu a passar para as margens ou mesmo a suprimir formações tidas por secundárias ou irrelevantes. Nessa onda se foi a Educação para a Comunicação Social, um processo que se conjugou também com a afectação de recursos humanos à leccionação.
Ao mesmo tempo que se ia atenuando o lugar dessa vertente na escola que tinha por missão os estudos da criança e a formação de professores da educação infantil e básica, ela iria começar a ganhar expressão no Instituto de Ciências Sociais, precisamente no Departamento de Ciências da Comunicação. É o que veremos a seguir.

sexta-feira, junho 05, 2009

UMinho: Curso de doutoramento inclui Educação para os Media

O Departamento de Ciências da Comunicação e o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, da Universidade do Minho, aceitam, até ao próximo dia 30, candidaturas ao Curso de Doutoramento (adaptado a Bolonha) em Ciências da Comunicação.
O curso funcionará com um numerus clausus de 15 estudantes, podendo candidatar-se: a) os titulares do grau de Mestre em Ciências da Comunicação ou em áreas afins; b) os titulares do grau de licenciado, detentores de um currículo escolar ou científico especialmente relevante que seja reconhecido como atestando capacidade para a realização deste ciclo de estudos pelo Conselho Científico do Instituto de Ciências Sociais; c) os que, não sendo licenciados, apresentem um currículo escolar, científico ou profissional que seja reconhecido pelo Conselho Científico do Instituto de Ciências Sociais, como atestando a capacidade para a realização deste ciclo de estudos.
As candidaturas desta primeira fase (seguem-se mais duas, caso haja vagas disponíveis) podem ser apresentadas presencialmente ou por correio electrónico (sec-cicom@ics.uminho.pt).
Toda a informação necessária (edital, formulário e plano de estudos) está disponível no site do Departamento de Ciências da Comunicação.
Este curso tem a duração de dois anos, sendo o primeiro ocupado com aulas (concentradas predominantemente no primeiro semestre e em horário que facilitará a vida a quem tem um horário de trabalho) e os dois restantes dedicados à elaboração da dissertação. As áreas de especialidade em que é possível realizar o doutoramento, uma das quais Educação para os Media, podem ser consultadas aqui.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Encontro sobre Web 2.0 - U. Minho



Estão abertas as inscrições para o Encontro sobre Web 2.0, que se realiza no próximo mês de Outubro, dia 10, na Universidade do Minho, em Braga.

O programa inclui a intervenção de conferencistas (George Siemens, Graham Attwell, Manuel Pinto, António Moreira e Leonel Morgado), mas também a participação de professores que relatam as suas experiências de utilização da Web 2.0, e ainda workshops sobre ferramentas da nova Web (por exemplo: Blogue, Podcast, Wiki, Ferramentas Google, Tecnologias Móveis, Second Life, YouTube, Mapas Conceptuais Online)

Será uma boa oportunidade para reflectir sobre o impacto da Web 2.0 no ensino e optimizar o uso destas ferramentas.