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segunda-feira, abril 23, 2012
sexta-feira, março 30, 2012
Concurso "Como seria a vida sem os media?"
A propósito da jornada "Um dia com os media", que decorrerá um pouco por todo o país no próximo dia 3 de Maio, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura, em colaboração com o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS), associam-se a esta iniciativa convidando os alunos dos diferentes ciclos de ensino básico e secundário a responderem, através de um slogan, à questão Como seria a vida sem os media?
A ideia é "criar uma frase que represente a ideia de uma vida sem as tecnologias e aplicações de comunicação que não dispensam no seu dia a dia".
"Num período em que os meios de informação e comunicação, quer os mais tradicionais, quer os das últimas gerações tecnológicas, se tornaram omnipresentes na sociedade e multiplicaram exponencialmente a possibilidade de expressão dos cidadãos no espaço público é importante refletirmos sobre o papel que aqueles ocupam na construção de opiniões, crenças e do próprio quotidiano", sublinham os promotores, na apresentação da iniciativa.
Sob a forma de perguntas, procura-se motivar a participação no concurso deste modo:
"Conseguimos, hoje, imaginar a vida sem telemóvel, televisão ou computador? Uma vida onde não dispuséssemos de internet? Uma vida sem livros, jornais, revistas ou cinema? Uma vida onde não existisse consola de jogos, mp3, mp4, tablets, youtube, facebook ou outros dispositivos e redes de comunicação recentes? Como seria essa vida? Que sentido teria? Que sentimento nos provocaria?"
Até 30 de Abril, é feita a divulgação da iniciativa junto dos alunos; no dia 3 de Maio estes entregam as suas propostas de slogan nas respectivas escolas que escolhem até 11 o melhor de cada escalão, enviando esses resultados para os organizadores do concurso até 14 de Maio. O anúncio dos premiados ocorrerá no dia 1 de Junho.
Será atribuído, por níveis de ensino, um tablet ao autor do melhor slogan apresentado em cada um dos seguintes escalões:
As frases/ ideias premiadas servirão de slogan para campanhas semelhantes a realizar em 2013.
Mais informação: AQUI.
A ideia é "criar uma frase que represente a ideia de uma vida sem as tecnologias e aplicações de comunicação que não dispensam no seu dia a dia".
"Num período em que os meios de informação e comunicação, quer os mais tradicionais, quer os das últimas gerações tecnológicas, se tornaram omnipresentes na sociedade e multiplicaram exponencialmente a possibilidade de expressão dos cidadãos no espaço público é importante refletirmos sobre o papel que aqueles ocupam na construção de opiniões, crenças e do próprio quotidiano", sublinham os promotores, na apresentação da iniciativa.
Sob a forma de perguntas, procura-se motivar a participação no concurso deste modo:
"Conseguimos, hoje, imaginar a vida sem telemóvel, televisão ou computador? Uma vida onde não dispuséssemos de internet? Uma vida sem livros, jornais, revistas ou cinema? Uma vida onde não existisse consola de jogos, mp3, mp4, tablets, youtube, facebook ou outros dispositivos e redes de comunicação recentes? Como seria essa vida? Que sentido teria? Que sentimento nos provocaria?"
Até 30 de Abril, é feita a divulgação da iniciativa junto dos alunos; no dia 3 de Maio estes entregam as suas propostas de slogan nas respectivas escolas que escolhem até 11 o melhor de cada escalão, enviando esses resultados para os organizadores do concurso até 14 de Maio. O anúncio dos premiados ocorrerá no dia 1 de Junho.
Será atribuído, por níveis de ensino, um tablet ao autor do melhor slogan apresentado em cada um dos seguintes escalões:
- alunos dos 1º e 2º ciclos do Ensino Básico;
- alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e Secundário.
As frases/ ideias premiadas servirão de slogan para campanhas semelhantes a realizar em 2013.
Mais informação: AQUI.
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terça-feira, fevereiro 21, 2012
O que fazer com os media (nota a propósito da jornada de 3 de Maio)
Está neste momento a ser lançada no país uma operação que constitui
um desafio à nossa inércia e à nossa consciência: dedicar um dia – 3 de Maio
próximo – a refletir sobre o lugar e o sentido que teem os meios de comunicação,
novos e tradicionais, na nossa vida. Em torno do mote “Um dia com os media”,
cada qual, individualmente ou em grupo, em família, no seu trabalho ou no seu
lazer, tomará as iniciativas que entender mais adequadas.
Muitas vezes expressamos a preocupação sobre o que os media
fazem às pessoas, mas menos vezes nos preocupamos com o que as pessoas fazem
com os media – quanto tempo lhes dedicam, que procuram e que fazem com o que
encontram ou lhes é ‘oferecido’, que contributo dão para a sua melhoria. Dados
recentes indicam que o tempo médio gasto pelos portugueses com os media
(sobretudo a Internet, televisão e jogos vídeo) continua a crescer (a população
idosa queima, por dia, só com a TV, mais de cinco horas). Que significa isto?
Que se passa com a leitura? Como estamos a aprender a tirar partido dos
recursos e oportunidades que a Internet abre para alargar os horizontes, para comunicar com os que estão
distantes, para resolver necessidades do quotidiano?
Uma atenção muito particular deve ser prestada às novas
condições de socialização e formação das crianças e adolescentes, que nascem e
crescem no ambiente digital. Mas, cada vez mais, todos nós, mais novos e mais
velhos, precisamos de aprender a manejar de forma eficiente as novas
ferramentas que a revolução tecnológica e digital coloca ao nosso alcance.
Se todos gostaríamos de viver num local agradável, arejado e
tranquilo, com boas vistas, bem servido de acessos e de serviços, porque haveríamos
de ser menos exigentes quando se trata dos media, da informação, das artes e da
criação? Pensar o que temos, o que nos inquieta, o que desejaríamos ter, o que
nos merece críticas e nos suscita aplauso na ecologia comunicacional e
mediática é uma preocupação central da jornada do 3 de Maio. Mais do que pensar, é preciso
também agir – partilhar as preocupações com outros, comunicá-las a quem de
direito, incluindo aos próprios media, que são certamente um parceiro decisivo
das mudanças que há que operar.
(Texto publicado no jornal digital Página 1, de 20.2.2012, sob o título "Um dia com os media")
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Literacia dos Media
quinta-feira, janeiro 26, 2012
“Um dia com os media”- operação nacional foi apresentada em Braga
Foi apresentada publicamente, no passado dia 20 de Janeiro, na Universidade do Minho, em Braga, a jornada "UM DIA COM OS MEDIA", uma iniciativa de âmbito nacional que visa colocar os próprios media e a relação dos cidadãos com eles no centro das atenções, suscitando iniciativas orientadas para a reflexão e
a ação. Trata-se de uma iniciativa a que o CECS está associado, numa organização a que também estão ligados o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS), a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, a Comissão Nacional da UNESCO e o Conselho Nacional de Educação.
"Um da com os media" foi lançado pelo presidente do GMCS, Pedro Berhan da Costa, que recordou que desde 2009 que o grupo informal constituído pelos organizadores do evento tem vindo a reunir, tendo como resultados a realização, em Braga, em Março de 2011, do 1º Congresso de Literacia, Media e Cidadania (em 2013, deverá ter lugar a segunda edição) de onde saiu a Declaração de Braga sobre Educação para os Media, que motivou uma recomendação do Conselho Nacional de Educação ao Governo sobre Educação para os Media, e a criação de um portal sobre literacia mediática. Em formação está um Observatório de Educação para os media, cujos primeiros passos estão já a ser dados na Universidade do Minho.

Coube a Manuel Pinto (CECS), a apresentação do evento, sendo que terá lugar no dia 3 de Maio, data em que, por iniciativa da ONU, se evoca a liberdade de Imprensa e de expressão. Num tempo em que, as tecnologias e plataformas digitais, permitem, como nunca, que os cidadãos se exprimam no espaço público, faz sentido que o olhar crítico e participativo relativamente aos media seja, ele próprio, um exercício de liberdade, num espírito positivo de contribuir para a melhoria dos media que temos.
O convite à participação autónoma e livre é dirigida a todos os que se sentirem interessados e motivados pela pergunta: "que significado têm os media na nossa vida e como poderiam tornar-se mais significativos?
O desafio é lançado a todo o tipo de instituições: bibliotecas, escolas, meios de comunicação, grupos de alunos, centros de investigação e formação, associações, universidades de seniores, movimentos, igrejas, autarquias, entre outros.
a ação. Trata-se de uma iniciativa a que o CECS está associado, numa organização a que também estão ligados o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS), a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, a Comissão Nacional da UNESCO e o Conselho Nacional de Educação."Um da com os media" foi lançado pelo presidente do GMCS, Pedro Berhan da Costa, que recordou que desde 2009 que o grupo informal constituído pelos organizadores do evento tem vindo a reunir, tendo como resultados a realização, em Braga, em Março de 2011, do 1º Congresso de Literacia, Media e Cidadania (em 2013, deverá ter lugar a segunda edição) de onde saiu a Declaração de Braga sobre Educação para os Media, que motivou uma recomendação do Conselho Nacional de Educação ao Governo sobre Educação para os Media, e a criação de um portal sobre literacia mediática. Em formação está um Observatório de Educação para os media, cujos primeiros passos estão já a ser dados na Universidade do Minho.

Coube a Manuel Pinto (CECS), a apresentação do evento, sendo que terá lugar no dia 3 de Maio, data em que, por iniciativa da ONU, se evoca a liberdade de Imprensa e de expressão. Num tempo em que, as tecnologias e plataformas digitais, permitem, como nunca, que os cidadãos se exprimam no espaço público, faz sentido que o olhar crítico e participativo relativamente aos media seja, ele próprio, um exercício de liberdade, num espírito positivo de contribuir para a melhoria dos media que temos.
O convite à participação autónoma e livre é dirigida a todos os que se sentirem interessados e motivados pela pergunta: "que significado têm os media na nossa vida e como poderiam tornar-se mais significativos?
O desafio é lançado a todo o tipo de instituições: bibliotecas, escolas, meios de comunicação, grupos de alunos, centros de investigação e formação, associações, universidades de seniores, movimentos, igrejas, autarquias, entre outros.
Relativamente aos meios de comunicação, há pelo menos três vertentes de participação: o
trabalho normal de informação sobre a iniciativa, da forma entendida mais conveniente; a organização de iniciativas próprias que fomentem o contacto com os seus públicos, tendo como motivo os meios de comunicação; e, finalmente, a colaboração com iniciativas de outras instituições, quando para tal solicitados.

No conceito de meios de comunicação incluem-se, naturalmente os suportes clássicos - livros, jornais, revistas, rádio, televisão, cinema - mas igualmente os novos media, redes, plataformas e ambientes digitais - redes sociais, blogs, telemóveis, jogos. Todos configuram um ecossistema mediático que ganha em ser abordado também como um todo. A ideia não é focalizar apenas as tecnologias e os gadgets mas também os conteúdos, as orientações, as profissões, as políticas, os usos e as mudanças, bem como a relação com os quotidianos, os dramas e os sonhos das pessoas e das instituições.
As iniciativas devem partir ‘da base'. E, desejavelmente, deveriam inscrever-se, o mais possível, nas rotinas e objetivos de quem as toma.
Haverá um site (http://www.literaciamediatica.pt/umdiacomosmedia) onde será possível registar e divulgar as iniciativas e conhecer o que outros estão a organizar, bem como um endereço de e-mail para contacto com os organizadores (umdiacomosmedia@gmail.com).
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