terça-feira, fevereiro 13, 2007
" (...) Os conteúdos curriculares precisam ser desenvolvidos em prol do desenvolvimento de capacidades que permitam que cada aluno compreenda e intervenha nos fenômenos sociais e culturais de seu tempo. O jornal, desde que lido criticamente, pode ajudar – e muito! – nessa direção". É este o espírito do texto "A leitura de jornais nas escolas", que Carmen Lozza publicou, no primeiro dia deste mês, no diário brasileiro O Globo e que o Observatório da Imprensa reproduz na sua mais recente edição.
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
O portal «Casa da Leitura» já está disponível na Internet para "promover a leitura, tirar dúvidas e disponibilizar recensões de mais de 500 livros dirigidos à infância e adolescência".Este projecto de incentivo à leitura criado pelo Serviço de Educação e Bolsas da Fundação Calouste Gulbenkian "destina-se aos mediadores da leitura (bibliotecários, professores) e ao público em geral, sobretudo pais, jornalistas educadores, proporcionando-lhes material para a promoção da leitura junto dos mais jovens".
Além das centenas de recensões de livros destinados à infância e adolescência, estarão disponíveis biografias e bibliografias com actualização semanal e respostas a dúvidas de famílias e profissionais sobre práticas de leitura.
No âmbito do projecto, a Gulbenkian deverá, no prazo de um ano, disponibilizar um outro site com objectivos semelhantes mas dirigido exclusivamente ao público jovem.
FONTE: Diário Digital
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Começa hoje, prolongando-se até sábado, na Universidade do Minho (UM), em Braga, o 1º Congresso Internacional "Intervenção com Crianças, Jovens e Famílias", uma iniciativa do Instituto de Estudos da Criança da UM.
O programa inclui um painel sobre "Famílias, crianças e media", que será moderado pela Prof. sara Pereira e que dará oportunidade à apresentação das seguintes comunicações:
- Os nossos filhos e os filhos dos outros. Linguagens jornalísticas na imprensa diária de informação geral - Cristina Ponte – Universidade Nova de Lisboa
- Quem fala sobre crianças e adolescentes nos media: uma análise das fontes de informação da imprensa diária portuguesa - Lídia Maropo – Universidade de Fortaleza (Brasil)
- Os efeitos da participação em jogos electrónicos violentos: a dessensibilização emocional à violência real e a agressão interpessoal - Patrícia Arriaga – Universidade Lusófona
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
... e os pais, docentes e decisores ganhariam em estar atentos e intervir nessa frente. Essa é uma das ideias fortes do Dia europeu para uma Internet mais segura, que amanhã, dia 6, se assinala. Em Portugal, existe ainda pouca noção dos riscos que as crianças - que são cada vez mais frequentadoras da Internet - correm quando se conectam à rede e se encontram entregues a si próprias e sem "armas" para se defenderem, de acordo com a Prof. Cristina Ponte, coordenadora da parte portuguesa do projecto de investigação "Eu Kids Online", actualmente em curso na União Europeia.Um press release difundido a propósito da situação no nosso país explica:
"Em Portugal, de acordo com o Eurobarómetro de Maio de 2006, que auscultou pais e outras pessoas que cuidavam de menores de 18 anos, mais de metade dos inquiridos portugueses (53%) não aplicava quaisquer regras de segurança, o que colocava o país na 23ª posição, entre os 25 países da União Europeia. A principal regra estabelecida nos lares era o controlo do tempo; a proibição de visitar certos sites registava pouco mais de metade (51%) de respostas e a regra de não dar informação pessoal era estabelecida apenas por 14% dos inquiridos".
Segundo Cristina Ponte, em declarações a este blogue, o Eu Kids Online Portugal conta ter dados do estudo que está realizar lá mais para o Verão, devendo, então, torná-los públicos. Entretanto, o site que criou na Internet dispõe já de documentação e de ligações que tornam a consulta de grande utilidade.
Dada a preocupação a nível internacional que o tema da segurança na net está a levantar, um consórcio de entidades portuguesas submeteu recentemente também ao programa Safer Internet Plus a candidatura de um projecto nacional, o InternetSegura, para dois anos. Os objectivos do InternetSegura são o desenvolvimento de acções de sensibilização e a operacionalização de uma hotline para os cidadãos poderem reportar conteúdos potencialmente ilegais que tenham detectado na Internet. As entidades proponentes são a UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, a Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular/ Computadores, Redes, Internet e Escolas (DGIDC/CRIE), a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) e a MSFT – Software para Microcomputadores, Lda (MSFT).
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
“LER NA ESCOLA E NO MUNDO DO SÉC. XXI. COMO? QUANDO? ONDE? PORQUÊ?”. É este o tema deste ano do concurso nacional de jornais escolares, promovido pelo projecto Público na Escola, do Jornal Público, com o apoio de diversas entidades, públicas e privadas.A esta iniciativa, cujo prazo de inscrição termina a 30 de Março próximo, podem concorrer os agrupamentos de escolas e estabelecimentos de ensino dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico
e do ensino secundário do continente, regiões autónomas e comunidades portuguesas no estrangeiro.
Justificando a escolha do tema, o cartaz que anuncia o concurso e estabelece o respectivo regulamento diz o seguinte:
"Nunca ler foi tão fácil. Nunca foi tão difícil! A leitura desempenha na sociedade contemporânea funções acrescidas e múltiplas. Os suportes diversificam-se, as competências e requisitos diferem face aos tipos de texto e respectivos suportes, no salto permanente entre a leitura analógica e a digital". E deixa aos jornais concorrentes o desafio de responder às questões seguintes:
. Porque lemos, porque fazemos ler, o que fazemos com o que lemos? . Como lêem, que lêem as nossas crianças e jovens? . Como convidar à leitura?
Mais informações: publiconaescola@publico.pt
