quinta-feira, maio 19, 2011

Iliteracia digital dos professores, diz relatório

Acaba de ser divulgado o relatóriot Horizon Report 2011, realizado pelo New Media Consortium (NMC) e pelo Consortium for School Networking (CoSN). Incide sobretudo nas tecnologias emergentes que terão impacto na educação a curto prazo, do pré-escolar ao 12º ano.
O documento identifica cinco desafios críticos para as tecnologias educativas, bem como cinco tendências emergentes"chave".
Acerca da iliteracia mediática digital dos docentes, que é o primeiro dos cinco desafios (cf lista abaixo), refere-se no relatório:
"O desafio é devido ao facto de que, apesar do amplo consenso sobre sua importância, a formação em competências de literacia e técnicas digitais é raro na formação de professores e nos programas de desenvolvimento profissionaldo das administrações escolares.
Além disso, quando os professores têm acesso a formação focada na tecnologia ela incide sobretudo no lado efémero da literacia digital - tecnologias específicas e do momento, em vez de conceitos de tecnologia".
5 Desafios Críticos
  • 1. Iliteracia digital entre os professores;
  • 2. As pressões económicas e novos modelos educacionais;
  • 3. Falta de apoio à aprendizagem personalizada;
  • 4. Resistência institucional à mudança;
  • 5. Incapacidade para conectar as aprendizagens extracurriculares dos alunos às atividades de aprendizagem em sala de aula.
5 Tendências Emergentes
  • 1. Abundância de recursos on-line;
  • 2. Descentralização das TI;
  • 3. A exclusão digital como uma função da educação, não da riqueza;
  • 4. Fácil e atempado acesso à tecnologia;
  • 5. Adesão à inovação.
Ler o relatório aqui:

terça-feira, maio 17, 2011

Mais participação, melhor cidadania?

"Mais participação, melhor cidadania? A voz do público nos media" é o mote de uma sessão que decorrerá na tarde do dia 1 de Junho, no Auditório do Centro Multimédia, da Universidade do Minho, em Braga.
Organizado no âmbito da unidade curricular de Públicos, Media e Cidadania (docente: Sara Pereira), do curso de 1º ciclo de Ciências da Comunicação, o evento conta com a participação de Marisa Torres Silva Paquete de Oliveira, Luísa Calado, Fábio Ribeiro, Susana Sampaio Dias, Joaquim Fidalgo, Andrea Neves e António Jorge.


(Clicar para ampliar)

segunda-feira, maio 16, 2011

Facebook na sala de aulas - deseja o ... Facebook

A rede social Facebook lançou uma ferramenta para auxiliar os professores a entenderem e a explorarem as potencialidades da rede social dentro das salas de aula. Esta nova ferramenta está disponível online e foi criada por três especialistas na área.
Os responsáveis acreditam que uma das ferramentas mais poderosas do ensino é a promoção do entusiasmo, impulsionando a uma aprendizagem activa. Neste sentido, os professores podem manter a sua privacidade e interagir profissionalmente com os alunos, utilizando recursos de grupos e páginas, sem a necessidade de se tornarem amigos.
Este guia está apenas disponível em inglês; no entanto, a rede social prevê disponibilizá-lo noutros idiomas.

(Fonte: Fibra)

A formação do público dos media

Faz cada vez mais falta promover a alfabetização mediática dos cidadãos. E faz falta para que não comam e calem o lixo televisivo, as meias verdades do jornalismo, as pseudo-notícias repetidas até à náusea, o parti-pris apresentado sob a capa do rigor e o silenciamento do que incomoda ou que dá trabalho averiguar.
A alfabetização mediática tem sido definida, nomeadamente pela União Europeia, como “a capacidade de procurar, compreender, avaliar com sentido crítico e criar conteúdos nos meios de comunicação”. É uma definição insuficiente, por sobrevalorizar os conteúdos, em detrimento dos contextos, recursos, valores e referenciais éticos. Mas constitui um ponto de partida importante, que urge trazer para os lugares cimeiros das preocupações educativas e culturais, em tempo de fortíssima mediatização.
No próximo dia 23, completam-se 40 anos sobre a publicação da “Communio et Progressio”, um documento desejado pelo Concílio Vaticano II, que continua a ser inspirador da acção pastoral, política e comunicativa. Nele se enfatiza o papel e a força que o público pode ter na melhoria da qualidade da comunicação social, sobretudo quando se organiza para fazer ouvir a sua
voz.  “O público  - nota o ponto 82º - assume um papel activo no processo de comunicação social, sempre que criticamente julgar as notícias recebidas, tendo em conta a sua fonte e contexto; sempre que souber completar notícias parciais, com elementos colhidos noutras fontes; sempre que, enfim, não tiver medo de manifestar claramente as suas reservas, acordo ou completo desacordo com as comunicações recebidas”.
Como é, todavia, evidente, a credibilidade e eficácia da acção do público supõe a formação de utilizadores esclarecidos e críticos. É mais fácil vociferar contra os media do que reconhecer que eles estão aí, cativam e influenciam, sendo para muitos um factor crucial nas relações sociais e na abertura de horizontes ao quotidiano.
A presença da educação para a comunicação social faz falta nas escolas e noutros contextos formativos extra-escolares. Nisto a Igreja poderia ter um papel pioneiro se, através da formação dos seus agentes de pastoral e dos seus colégios, apostasse a fundo nesta dimensão, como determina, de resto, a “Communio et Progressio” (pontos 102 a 113). Porque este é um terreno estratégico e sensível do diálogo entre a fé e a razão, entre a Igreja e o mundo.

(Texto publicado na edição de hoje do jornal digital Página 1; Foto: crédito)

domingo, maio 15, 2011

quarta-feira, maio 11, 2011

Miúdos comentam morte de Bin Laden



Ler, sobre o assunto: AQUI, AQUI e AQUI.

terça-feira, maio 10, 2011

Concurso de jornais escolares em Guimarães


O Gabinete de Imprensa - Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação está a organizar a quinta edição do concurso de jornalismo escolar, como forma de "contribuir para o fomento e dinamização dos jornais escolares, proporcionando aos estudantes um contacto mais aproximado com a realidade do jornalismo".
Podem concorrer jornais escolares das escolas dos 2º e 3º ciclos, do ensino secundário e escolas profissionais dos dez municípios da região do Vale do Ave. Prazo das candidaturas: 31 de Maio.
Regulamento: AQUI.