- The language of Webkinz: Early childhood literacy in an online virtual world, de Rebecca W. Black
- Classroom uses of social network sites: Traditional practices or new literacies?, de Maryam Moayeri.
quarta-feira, maio 26, 2010
Leituras
No nº 2 da revista Digital Culture & Education, que acaba de sair, estão acessíveis, para já, estes dois artigos:
Media Smart europeu com novo site
O programa Media Smart acaba de lançar o seu novo website a nível europeu, através do qual é possível encontrar informações sobre projectos e recursos, incluindo no plano local.
O programa propõe-se contribuir para uma abordagem crítica e esclarecida da publicidade, focando particularmente o grupo dos 6 aos 11 anos. Nessa medida considera-se um programa de literacia mediática.
O Media Smart encontra-se actualmente presente em oito países europeus, entre os quais Portugal. No nosso país, conta com o patrocínio da APAN (associação Portuguesa de Anunciantes) e com o apoio do Ministério da Educação.
(Via Ofcom - Media Literacy Bulletin)

O programa propõe-se contribuir para uma abordagem crítica e esclarecida da publicidade, focando particularmente o grupo dos 6 aos 11 anos. Nessa medida considera-se um programa de literacia mediática.
O Media Smart encontra-se actualmente presente em oito países europeus, entre os quais Portugal. No nosso país, conta com o patrocínio da APAN (associação Portuguesa de Anunciantes) e com o apoio do Ministério da Educação.
(Via Ofcom - Media Literacy Bulletin)
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Crianças e Publicidade,
Literacia dos Media
terça-feira, maio 25, 2010
Jovens e educação informal nas redes sociais
Vale a pena consultar este trabalho de Dolors Reig, que serviu de base à sua apresentação nos XIV Encuentros Estatales de la Red de Servicios de Información Juvenil (SIJ ), que hoje tiveram início em Málaga, Espanha, em torno da temática: “De la Información a la Comunicación en las Redes Sociales”.
(Clicar em 'More' na imagem e ver em autoplay ou AQUI para ver no sítio original)
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sexta-feira, maio 21, 2010
"Comunicação, Cidadania e Educação"
Recordando a trajectória da Educação para os Media na Universidade do Minho, importa dizer que está prestes a fazer 10 anos que o Senado Universitário desta instituição decidiu criar o Curso de Mestrado em Ciências da Comunicação, área de especialização em Comunicação, Cidadania e Educação (a medida surge documentada na acta da reunião do senado de 24 de Julho de 2000 (Resolução nº 20/00).Na altura, foi igualmente criada a área de especialização de Informação e Jornalismo, de resto, a primeira a abrir, no segundo semestre do ano lectivo seguinte (2001-2002). A de Comunicação, Cidadania e Educação viria a ter a sua sessão inaugural na abertura do segundo semestre de 2002-2003, com a participação do prof. José Manuel Pérez Tornero, director de um mestrado análogo na Universidade Autónoma de Barcelona.
O curso teve várias edições, depois da primeira e deu origem a diversos estudos relevantes. Só foi interrompido ("descontinuado", como hoje dizem alguns) quando o Departamento se orientou para a adaptação de toda a oferta formativa ao chamado modelo de Bolonha. Nesse quadro, foi decidido que "Comunicação, Cidadania e Educação" deveria continuar, mas não já como área de especialização, mas como um curso de mestrado concebido de raiz.
Vale a pena referir, a este propósito, três coisas:
- 1. O mestrado nasce com a designação de "Comunicação, Cidadania e Educação" (e não "Educação para os Media") por razões de natureza académica internas; mas, por outro lado, enfatiza uma orientação que sempre foi privilegiada: o foco na educação para a cidadania.
- 2. O curso surge como especialização de um mestrado de Ciências da Comunicação e é promovido pelo Departamento de Ciências da Comunicação, ainda que com a colaboração de docentes das Ciências da Educação. Não é caso único, no panorama internacional - de resto, o de Barcelona, já referido, também surgiu (e continua a funcionar, há perto de 20 anos) na Faculdade de Ciências da Comunicação da UAB).
- 3. Enfim, uma curiosidade: um dos frutos desse mestrado é este blog que surgiu, como se disse, logo no primeiro post, como plataforma de apoio às aulas do curso.
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Educação para os Media,
Universidade do Minho
Switch on!
A entidade de regulação dos media audiovisuais do Reino Unido, Ofcom, acaba de anunciar a publicação de ‘Switch On!’, um recurso de aprendizagem destinado a apoiar a formação para a literacia mediática, e especialmente destinadas a profissionais ligados ao ensino ou cuidado de pessoas com dificuldades de aprendizagem. Grande parte do material foi concebido para apoiar a aprendizagem informal numa grande variedade de contextos.
A publicação ocorre durante a Adult Learners’ Week. O documento foi elaborado por Marion Janner e Cary Bazalgette e está disponível para download no site da Ofcom
A publicação ocorre durante a Adult Learners’ Week. O documento foi elaborado por Marion Janner e Cary Bazalgette e está disponível para download no site da Ofcom
São os nativos digitais
Aos dois anos, abanam o telefone da mãe como se fosse um chocalho. Aos dois e meio, respondem ao telemóvel. Aos três, inserem um DVD no leitor para verem um pequeno desenho animado. Aos cinco, já se orientam bem no jogo Mario Kart DS. E pelos seis já fazem de fotógrafos no aniversário dos pais. São os "nativos digitais".
(Continuar a ler: aqui)
(Continuar a ler: aqui)
quarta-feira, maio 19, 2010
Destreza digital, alfabetização e info-inclusão
A Comissão Europeia anunciou hoje a sua Agenda Digital Europeia para 2010-2015, que define sete áreas prioritárias de acção: mercado único digital; interoperabilidade e standards;Confiança e segurança; Internet de alta velocidade; pesquisa e inovação; promoção das competências digitais; e TIC para enfrentar desafios sociais.
O penúltimo daqueles objectivos é formulado deste modo:
ACT. (em 21.5) - Microsoft Welcomes the “Digital Agenda for Europe”. Et pour cause!
O penúltimo daqueles objectivos é formulado deste modo:
A era digital deve na capacitação e emancipação; o background e as competências não deveriam ser uma barreira ao acesso a esse potencial.
Quanto mais tarefas diárias são realizadas on-line, desde candidatar-se a um emprego até pagar impostos ou reservar bilhetes, o uso da internet tornou-se parte integrante do quotidiano de muitos europeus. Mais de metade deles (250 milhões) acedem à net todos os dias, mas 150 milhões - cerca de 30% - nunca utilizaram a internet. Frequentemente dizem que não têm necessidade ou que ela é demasiado cara. Este grupo é formado por pessoas com idade entre os 65 e os 74 anos, pessoas com baixos rendimentos, desempregados e e com menor nível de instrução.
Acresce que a Europa está a sofrer de uma escassez de competências profissionais em TIC, podendo a falta de profissionais competentes nessa área elevar-se a 700.000 por volta de 2015.
Estas deficiêbncias estão a excluir muitos cidadãos da sociedade e da economia digital e estão a atrasar o impacto positivo que as TIC podem ter sobre o crescimento da produtividade.
Para resolver estes problemas, a Agenda Digital procurará por exemplo:A Comissão, com base numa revisão das opções, vai também apresentar propostas até 2012 para garantir que os sites que oferecem serviços públicos sejam acessíveis a todos os cidadãos, incluindo idosos e pessoas com deficiência. Esta última meta deverá estar implementada até 2015.
- Ultrapassar o défice de competências digital, promovendo uma maior coordenação das iniciativas de competências TIC a nível nacional, em especial propondo a literacia digital e competências como uma das prioridades do Fundo Social Europeu.
- Promover a oferta e a procura de competências em TIC no mercado de trabalho, através do desenvolvimento de ferramentas que permitam até 2012 identificar as competências dos profissionais de TIC e d os utilizadores, de modo que as empresas que procuram empregados com competências específicas em TIC possam facilmente comparar suas habilidades.
ACT. (em 21.5) - Microsoft Welcomes the “Digital Agenda for Europe”. Et pour cause!
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