segunda-feira, novembro 16, 2009

Projecto "Ler em família"


O projecto “Já sei ler” coloca ao dispor das famílias matérias de apoio para o desenvolvimento de actividades que promovam a leitura e o gosto pelos livros, de acordo com informação veiculada pelo Ministério da Educação. Para tal, a escola é eleita enquanto moderadora privilegiada no processo de interacção com as famílias, sugerindo aos professores do 1.º ciclo o “recurso a estratégias que favoreçam a circulação dos livros da biblioteca escolar e dos próprios alunos".
(Continuar a ler)

domingo, novembro 15, 2009

Manifesto pela Criatividade e Colaboração No Uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas


Está a ser preparado o “Manifesto pela Criatividade e Colaboração No Uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas”. A ideia consiste na produção de um documento de referência para o uso criativo e colaborativo das ferramentas da Web 2.0, no contexto educativo real. O trabalho conta com a colaboração de investigadores, docentes do Ensino Básico, Secundário e Superior e outros agentes do sistema educativo português. Um dos objectivos da equipa visa a publicação do Manifesto em todas as escolas do país, em suporte papel e digital.

A ideia surgiu no curso CVAHist09 do Centro de Formação de Professores de Cascais e pretende ser o ponto de partida para uma criação de uma Wiki que permitirá a troca de ideias e projectos sobre o tema da educação para os media, por parte dos jovens. Por outro lado, o grupo pretende lançar as bases da criação de um Plano Nacional de Formação para Professores.

"TV com medida certa não faz mal a ninguém"

A citação é de Teresa Paixão, responsável pela programação para a infância da RTP, numa entrevista ao Jornal do Notícias do passado dia 15.

Teresa Paixão fala das apostas da RTP ao nível da TV para as crianças, refere alguns critérios presentes na escolha dos programas, mostra que a TV usada com 'peso e medida' pode ser positiva para as crianças e reconhece que é saudável que elas tenham outras actividades para fazer. Julgo que esta ideia ganha uma outra importância quando é proferida por quem é responsável, na TV pública, por programar para os mais novos. Mostra como a TV é encarada na vida das crianças, sendo certo que esta perspectiva influencia também a forma de pensar e fazer TV para a geração mais nova.

A entrevista pode ser lida em: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Media/Interior.aspx?content_id=1414596

Teresa Paixão estará em Braga na próxima sexta-feira, dia 20, para o lançamento do booklet 'Como TVer' no Fórum-FNAC (BragaParque), pelas 21.30h.

sexta-feira, novembro 13, 2009

JN promove fórum Entre | Palavras

Até segunda-feira próxima, as escolas interessadas em participar na sexta edição do fórum pedagógico Entre | Palavras poderão apresentar a sua inscrição.
Esta iniciativa do Jornal de Notícias dirige-se aos alunos e professores do 3º ciclo do Ensino Básico (7º, 8º e 9º anos de escolaridade) e visa incentivar a leitura e o debate de ideias nos estabelecimentos de ensino, recorrendo a notícias do jornal diário sobre temas de actualidade. "Formar cidadãos mais esclarecidos e exigentes, capazes de ler o mundo em que vivem com conhecimentos mais aprofundados e capacidade de argumentação acima da média" é um objectivo central da iniciativa, conforme se pode ler num convite endereçado recentemente às escolas.
Os projectos poderão surgir dos departamentos de Português, Área de Projectos, Formação Cívica, Estudo Acompanhado ou outras disciplinas. Em cada escola, com base em materiais de apoio enviados pelo JN, cada escola participante organiza debates intra e inter-turmas e o vencedor disputa o debate ao nível distrital entre escolas apuradas. Lá para o final do ano lectivo, haverá a grande final, um Forum de leitura e Debate de Ideias, com a participação das duas melhores escolas por distrito. Os vencedores terão, como prémio, uma viagem ao Parlamento Europeu, em Estrasburgo ou Bruxelas.
Mais informações: AQUI

quinta-feira, novembro 12, 2009

A TV faz mal aos miúdos? BBC responde

A TV faz mal aos miúdos? A pergunta é velha, quase tão velha como a própria televisão. Tem sentido continuar a fazê-la? Sim, enquanto a TV tiver a centralidade que continua a ter no dia-a-dia dos mais pequenos (e dos mais graúdos também). Sim, faz sentido, na medida em que ajudar a reflectir sobre hábitos e rotinas, sobre os pontos de vista das crianças e dos pais, sobre os estilos de vida que construímos e nos constroem. Sim, quando é também a própria televisão a fazê-lo, como aconteceu recentemente com a BBC, através do seu velhinho programa semanal Panorama. E ao fazê-lo e ao partilhar o programa, leva-nos, a nós próprios, a poder reflectir também. Até para colocar a pergunta: como se pode viver sem televisão nem outros ecrãs? Aqui:



(Fonte e enquadramento: AQUI)

quarta-feira, novembro 11, 2009

Desafios da geração do telemóvel

O número da revista Telos correspondente aos 25 anos de vida desta publicação científica, há dias apresentado, inclui um curto texto do sociólogo catalão Manuel Castells, intitulado "La apropiación de las tecnologías. La cultura juvenil en la era digital". Nele aborda o problema do fosso geracional, mas também o do gap educacional.

Dois ou três fragmentos:
"La condición de ‘nativos digitales' de los jóvenes de hoy les confiere una posición dominante frente a sus mayores. Su uso cotidiano de de los medios digitales de información y comunicación les ha permitido desarrollar nuevas formas de relación y construir sus propios espacios de autonomía colectiva. Las instituciones educativas deben afrontar ya el reto de adecuarse a la realidad de sus públicos para frenar ese desfase cultural-tecnológico que ya es un hecho."

"Observamos hasta qué punto la posesión de un móvil conectado es el bien más preciado, porque esa autonomía comunicativa les permite construir su propio mundo. De la misma forma, los espacios y redes sociales en Internet, ya sean MySpace, Facebook, YouTube, Flickr o Twitter, fueron originalmente desarrollados sobre la base del entusiasmo de los jóvenes por dichas formas de encuentro virtual y de expresión instantánea, sin mediación organizativa o institucional. Así ha surgido el universo de lo que hoy se denomina confusamente como social media, el objeto de deseo de una industria de los medios de comunicación a la deriva porque no sabe cómo situarse en el océano de la autocomunicación de masas".

"Las consecuencias sobre el aprendizaje y la innovación son aún inciertas. Pero lo que sí sabemos es que el actual sistema educativo, empezando por la Universidad, está en desfase cultural-tecnológico total con sus actuales usuarios. De ahí la necesidad de adecuar instituciones y normas a la cultura y tecnología de nuestro tiempo, so pena de aceptar un peligroso cisma entre nuestro mundo y el mundo de nuestros hijos. Un mundo que será el suyo dentro de algunos años".

segunda-feira, novembro 09, 2009

A Internet como “ambiente simbólico”


Clicar para ler ou aceder no original, Página 1 (2 Nov'09)