- Enabling media literacy for ‘digital natives’ – a contradiction in terms? - Sonia Livingstone
- Talking about their generation: constructions of the digital learner - David Buckingham
sábado, setembro 12, 2009
Digital natives: A lost tribe?
Interessante seminário sobre Jovens e Internet, agendado para o dia 24 de Novembro. Desde logo pelo título: Digital natives: A lost tribe?, mas também pelo nome que dois dos intervenientes (que por si já constituem motivo de interesse) deram às suas intervenções:
Ainda o Magalhães
Medina Carreira, entrevistado por José Carlos Carvalho para a Visão desta semana...
No seu tempo, em que a escola era tão "boa", havia 30 ou 40% de analfabetos. Hoje não há uma criança que não saiba aceder à internet. Não acha que melhorámos?
Se a criança souber ler, escrever, ler, contar, pensar, expor, tudo bem. O Magalhães vai morrer por si próprio. As crianças escangalham aquilo tudo rapidamente ou vendem-no na Feira da Ladra...
Mas os paradigmas do conhecimento mudaram, em relação ao seu tempo. É melhor ter computador do que não ter...
Sim, mas as coisas têm o seu tempo. Eu prefiro que eles estudem a tabuada.
«Web 2.0 nuevas formas de aprender y participar»

"Web 2.0 nuevas formas de aprender y participar" é o nome de um novo livro que resulta do contributo de vários autores, entre os quais se encontra o de Sonia Livingstone.
Há mais informações sobre o livro no blogue de Tíscar Lara, uma das autoras, que participa com o capítulo Alfabetización digital desde el pensamiento crítico.
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segunda-feira, setembro 07, 2009
Obama fala aos estudantes
Amanhã, terça, ao meio dia nos EUA (meio da tarde em Portugal) o presidente fala em directo aos estudantes. A mensagem é, ao que foi dado saber, um apelo ao trabalho diligente e ao investimento e participação no processo de aprendizagem.
domingo, agosto 30, 2009
O que pergunta Henry Jenkins
Num post de meados deste mês, Henry Jenkins divulga, no seu blog, o programa de uma matéria que vai leccionar e que abre com um conjunto de interrogações que bem poderiam ser retomadas noutras paragens e contextos (como o nosso, por exemplo):
- What does it mean to be "literate" and how has this changed as a consequence of the introduction of new communication technologies?
- What social skills and cultural competencies do young people need to acquire if they are going to be able to fully participate in the digital future?
- What are the ethical choices young people face as participants in online communities and as producers of media?
- What can Wikipedia and Facebook teach us about the future of democratic citizenship?
- How effective is Youtube at promoting cultural diversity? What relationship exists between participatory culture and participatory democracy?
- How is learning from a video game different than learning from a book?
- What do we know about the work habits and learning skills of the generation that has grown up playing video games?
- Who is being left behind in the digital era and what can we do about it? And how might research on pedagogy and learning contribute more generally to our understanding of media audiences?
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sábado, agosto 29, 2009
As crianças perante a publicidade

Na semana em que, no Brasil, 24 empresas dos ramos de alimentação e bebidas assinaram um acordo em que se comprometem a não direccionar anúncios para os mais pequenos, a revistapontocom dedica um dossier ao assunto da relação crianças - publicidade. Nele uma profissional da publicidade e uma académica e investigadora sobre o tema reflectem o assunto. Nele se dá igualmente conta de que o canal de cabo Cartoon Network lançou uma campanha dirigida ao seu público-alvo no âmbito da qual, e com base em desenhos animados do canal - os miúdos podem "criar o seu próprio storyboard, misturando as cenas já prontas e disponibilizadas. É possível acrescentar diálogos escritos e até mudar o tom da trama para humor, suspense ou acção", refere a revistapontocom.
sexta-feira, agosto 28, 2009
«Em louvor do Magalhães»
Alice Vieira escreveu no JN, no início deste mês, um texto cheio de ironia a que deu o título de Em louvor do Magalhães, do qual se transcrevem de seguida algumas passagens:
«... eu ainda não falei do Magalhães, e até me estou a sentir mal por isso, a senhora ministra até pode pensar que eu não gosto do Magalhães, que tenho qualquer coisa contra esta espécie de Tamagochi a que as crianças dão mais carinho do que aos velhotes lá de casa, o que até se percebe, no Magalhães está a salvação da pátria, e os velhotes só dão chatices, estão sempre a precisar de remédios, pingam do nariz, e não servem para nada.[Sugestão do texto de Sara Pereira]
«Pois hoje li num jornal (…) que as desigualdades educacionais se acentuavam cada vez mais porque nem todas as criancinhas tinham recebido os Magalhães a que tinham direito.
«O meu homem, que tem a mania de ler o que eu vou escrevendo, está para aqui a dizer que a educação não se mede em Magalhães, e que se os professores continuarem todos a ser obrigatoriamente transformados em burocratas, a preencher papelada e relatórios em vez de utilizarem esse tempo a ensinar os miúdos - não há Magalhães que valha a este país. E que se os miúdos não forem ensinados a raciocinar, a fazer uma pesquisa, a usar um texto como deve ser, a não se limitarem a copiar o que vêem no écran - o Magalhães não serve para nada.
«Não lhe dou ouvidos: se em tempos idos um Magalhães deu a volta ao Mundo, este vai dar a volta à cabeça de toda a gente. Que é exactamente o que se pretende.»
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