quarta-feira, março 18, 2009

eLearning Papers nº 12 (2009) - Literacia Digital



O eLearning Papers nº 12 é dedicado à Literacia Digital e apresenta os seguintes textos (resumos em português):


Editorial por Nikitas Kastis, Roberto Carneiro

A literacia digital para a terceira idade: manter a identidade num mundo incerto por Allan Martin

Uma proposta de literacia digital no ensino superior em linha: o caso da UOC por Montse Guitert, Teresa Romeu

Para a inclusão social: t-learning por Chiara Sancin, Valentina Castello, Vittorio Dell’Aiuto, Daniela Di Genova

Conceber e-tividades para “aprender a aprender” melhor por Maria Elisabetta Cigognini, Maria Chiara Pettenati

Como promover a literacia digital? Exemplo prático duma iniciativa europeia: O “SPreaD” por Michelle Veugelers, Petra Newrly

terça-feira, março 17, 2009

Acaba de sair



Lusoli, W., & Miltgen, C. (2009). Young People and Emerging Digital Services. An Exploratory Survey on Motivations, Perceptions and Acceptance of Risks (JRC Scientific and Technical Reports EUR 23765 EN). W. Lusoli, R. Compañó & I. Maghiros (Eds.) Sevilla: EC JRC IPTS. Available from .

quarta-feira, março 04, 2009

Os mais novos e o digital: dois estudos

As práticas culturais dos "nativos digitais" é o tema de um estudo que acaba de ser disponilizado pelo Ministério francês da Cultura e da Comunicação. Título: "Práticas culturais entre os jovens e transmissão: um choque de culturas?".

Não chega a um terço a percentagem de pais que fala de forma regular da Internet com os seus filhos. A conclusão é de um estudo que a Ipsos e a e-Enfance realizaram em França e que foi publicado no Dia da Internet Segura (em 10 de Abril passado).

[Dicas: Newsletter do CLEMI]

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Tecnologia e pensamento crítico

"Is technology producing a decline in critical thinking and analysis?", pergunta-se num artigo da Universidade da Califórnia. A resposta é dada pela Prof. Patricia M. Greenfield.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

“A pedagogia do consumidor de imagens em mais nada consistiria do que em aceitar o desafio e descobrir no que nos fascina uma autêntica mensagem libertadora, uma palavra que preserve a parte de silêncio necessária à respiração da existência humana e contra a qual o rolo compressor das imagens planetárias seria impotente, ou é, no fundo, impotente. Em última análise essa pedagogia consistiria em recuperar o silêncio do tempo antes da televisão, apagar simplesmente a famosa caixa mágica. Simbolicamente ou praticamente. Sem remorso” (p. 40)

in Eduardo Lourenço, 1998
O Esplendor do Caos. Gradiva: Lisboa

terça-feira, janeiro 27, 2009

Inventar uma pedagogia do consumidor

“Mais interessante me parece um dispositivo cultural que coloque no seu centro o consumidor de imagens. Não para o convencer a não ver americano e preferir europeu, pretensão absurda e mesmo grotesca. Mas para inventar uma pedagogia do consumidor, quer dizer, uma maneira de olhar, de aprender, de descriptar essa imago-esfera que tomou o lugar de uma autêntica revelação”. (p. 39)

in Eduardo Lourenço, 1998
O Esplendor do Caos. Gradiva: Lisboa

segunda-feira, janeiro 26, 2009

Direito ao silêncio


“(…) temos o sentimento de vivermos num mundo, não com um défice, uma carência de informação, mas saturado de informação e incapaz de gerir ou de integrar de modo construtivo a massa colossal de dados de informação que já circula nas já famosas auto-estradas da comunicação” (p. 31)

“Simbolicamente, em matéria de informação, vivemos sob o regime de absoluto bombardeamento informativo, numa espécie de vigília contínua, sem termos a possibilidade, por assim dizer, de fecharmos os olhos. Assim o que parece urgente é escapar a esse fluxo, descobrir um refúgio, em suma, defender «o direito a não ser informado». Ou, com maior dose de provocação, o direito ao silêncio.
Dir-se-á que é um «desiderato» fácil de atingir. Basta calar a rádio ou apagar o televisor. Possível como gesto individual ou utopia às avessas, esse cenário tem menor verosimilhança que o de imaginar deter as cataratas do Niagara ou de Iguassu” (p. 32)

“(…) caudal de mensagens que, independentemente do seu conteúdo – como profetizou MacLuhan – se tornaram uma noosfera, ou antes uma imagosfera”. (p. 33)

in Eduardo Lourenço, 1998
O Esplendor do Caos. Gradiva: Lisboa