quinta-feira, outubro 09, 2008
Começou ontem em Graz, Áustria, um 'curso' de formação de formadores sobre ‘Media Literacy based on human rights - Media Literacy applied to social networks and new media environment’, promovido pelo Conselho da Europa no âmbito do programa ‘Pestalozzi’.
Este é o primeiro módulo de um programa de formação que decorre ao longo de oito meses e que será concluído num segundo módulo previsto para Maio do próximo ano.
Um dos principais objectivos desta formação é a produção de materiais que possibilitem, e estimulem, a promoção da literacia mediática nas instituições educativas. A atenção está particularmente centrada nas possibilidades que a Web 2.0 proporciona actualmente aos jovens e na Convenção Europeia dos Direitos Humanos.
Dois apontamentos sobre o dia de hoje:
- a introdução aos trabalhos começou com o visionamento do vídeo ‘Comme Hier?’ (disponível no Youtube em http://br.youtube.com/watch?v=opjnLmwzV-E). Foi uma forma interessante de iniciar a discussão sobre os propósitos que reúne, neste programa de formação, cerca de 30 participantes de vários países da Europa;
- numa das sessões de trabalhos em grupo, Leo Pakkala, da Faculdade de Educação da Universidade de Lapland, Finlândia, comentou que não faz sentido, hoje, haver distinção entre jovens ‘users’ e jovens ‘producers’, considerando que fará mais sentido falar-se em ‘produsers’, um termo que poderá significar a fusão dos dois papéis num só.
Os trabalhos prosseguem até à próxima sexta-feira, dia 11.
domingo, outubro 05, 2008
A Revista ‘Comunicar’, publicação científica de âmbito internacional em educação e comunicação, pertencente ao Grupo espanhol Comunicar, acaba de ser indexada às três principais bases da ISI Web of Knowledge: Journal Citation Reports (JCR), Social Sciences Citation Index (SSCI) e Scisearch.
Este importante acontecimento para a consagração da publicação, junta-se à entrada da revista, também em 2008, na base RECYT (MEC de Espanha) e na Scopus (Europa).
De acordo com o Grupo Comunicar, esta é a primeira revista de comunicação de Espanha a ser indexada na ISI (nesta área não há mais de 10 revistas indexadas em todo o mundo, até ao momento) e a segunda de educação (havendo, neste âmbito, 90 revistas de todo o mundo).
Esta indexação permitirá à revista ‘Comunicar, que é publicada há 16 anos, uma maior e melhor projecção internacional.
Esta é também uma boa notícia para os investigadores portugueses que desenvolvem trabalho de investigação nesta área pois passam a ter mais uma possibilidade de submeterem os seus artigos a uma revista indexada a uma prestigiada plataforma de pesquisa científica.
sexta-feira, outubro 03, 2008
Comunicações disponíveis

Estão disponíveis as comunicações do Congresso Media, Communication and Humanity (Londres, 2008), divididas pelos seguintes temas:
1. Communication and Difference
2. Democracy, Politics and Journalism Ethics
3. Globalisation and Comparative Studies
4. Innovation, Governance and Policy
5. Media and New Media Literacies:
- YouTube, Digital Literacy and the Growth of Knowledge - John Hartley
- Communicating Change: The promise of human evolution - James Lull and Eduardo Neiva
- Enculturation: Loss of story content and experience in the move from print to digital - Krystina S. Madej
- Contradictions in Learning Through Community Media Learning Projects - Helen Manchester
- The School as a Media Between Heritage and Formal Education. A reception study in urban and rural schools in Catalonia through the scientific heritage - Glòria Munilla
- Media Literacy and the Public Sphere: Contexts for public media literacy promotion in Ireland - Brian O'Neill
- Peer Pedagogy in an Interest-Driven Community: The practices and problems of online tutorials - Dan Perkel and Becky Herr-Stephenson
- Mobile Phones and Social Networking Sites: Digital Natives‘ Engagement with Media in Everyday Life in Japan - Toshie Takahashi
- Nineteenth-Century Media Interpellations: Participatory architectures and the survival of the self - Sara Thornton
- Media Literacy: An aim or an approach? - Zhang Yan-qui
quinta-feira, outubro 02, 2008
Uso dos media fora de casa
"Children and Media Outside the Home- Playing and Learning in After-School Care", da australiana Karen Orr Vered, é o título de um livro que acaba de sair na Palgrave Macmillan, e que olha para a relação das crianças com os media em contextos como as instituições de prestação de cuidados aos mais pequenos. Baseado em investigação etonográfica, conclui que o uso dos media nestes ambientes se reveste de uma natureza social, colaborativa, delimitada pelo tempo e regulada pelos pares.Alguns capítulos, através do índice:
- Informal Learning and Media in Out of School Hours Care
- Childhood and Childcare in Australia
- Intermediary Space
- Pokemon on the Playground
- The Place of Media in Children's Leisure
- Television and Video in Out of School Hours Care
- Digital Games and the Internet in Out of School Hours Care
- Making Media
- Practice and Play
quarta-feira, outubro 01, 2008
Como procurar e validar informação na Web

Também no Technology in the Middle descobri o seguinte powerpoint:
sexta-feira, setembro 26, 2008
Acaba de ser publicado, pela editora brasileira Vozes, a obra "Estudos da Infância: Educação e Práticas Sociais" organizada por Manuel Sarmento, da Universidade do Minho, e Maria Cristina Soares de Gouvea, da Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil. Dos 12 capítulos que compõem o livro, 2 são no âmbito dos media:
- A criança na idade mídia - reflexões sobre cultura lúdica, capitalismo e educação
Solange Jobim e Souza
Raquel Gonçalves Salgado
- Crianças e televisão: convergências e divergências de um campo de estudo
Sara Pereira
terça-feira, setembro 23, 2008
Mudar a lógica do TPC

El Mundo:
"Generaciones y generaciones de padres intentaron, con mayor o menor éxito, que sus hijos se sentaran ante los libros en lugar de ver la televisión o pasar la tarde en el parque. Ahora, el sistema educativo británico, quiere imponer todo lo contrario. Así, un buen número de escuelas del Reino Unido, principalmente públicas, han reducido la cantidad de tareas domésticas encomendadas al alumnado, ya que consideran que dedicar mucho tiempo a ellas puede resultar deprimente y contraproducente para el aprendizaje de los jóvenes.
"Creemos que los deberes eran demasiados", explica Gary James, un miembro del equipo directivo del londinense colegio Tiffin, al diario 'The Times'. "Los chicos pasaban tres o cuatro horas haciendo sus tareas sin tener en cuenta el deporte, la música o simplemente divertirse. Algo está mal cuando un niño no puede sentarse a ver un documental sobre la naturaleza en televisión porque está demasiado ocupado haciendo sus ejercicios de matemáticas", lamentó.
Las reformas llevadas a cabo pretenden romper con el modelo tradicional de enseñanza y aprendizaje. El objetivo es potenciar el estudio autónomo, esto es, fuera de la escuela y de la rutina académica, a través de actividades enriquecedoras que interesen a los muchachos y que puedan realizar a su ritmo. Pero, ¿cuáles? Aprender a tocar algún instrumento, practicar algún deporte o visitar galerías de arte. (...)"
A peça do Times pode ler-se AQUI.