A dimensão sócio-económica da literacia mediática
Manuel Pinto
in Media XXI, nº 81, Maio-Julho de 2005
A educação para os media em Portugal está de boa saúde? Está doente? Não existe? Quem o poderá dizer?
Para ensaiar uma resposta, precisamos, primeiro, de nos entender sobre o conceito de "educação para os media". Se por tal noção significarmos o conjunto de esforços, de projectos e de iniciativas no sentido de promover o acesso e o uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no ensino, o panorama não será brilhante, mas traduz-se em algo de consistente e visível.
Mas eu entendo que isso não é educação para os media. Na melhor das hipóteses, pode ser um requisito ou um factor de potenciação. Mas não chega necessariamente a formular e a responder a perguntas como estas: TIC para quê? Que contributos dão na formação das novas gerações, capacitando-as a viver num "oceano informativo" cada vez mais caudaloso e gerador de perplexidade? Como ajudam a comunicar melhor? Ou a compreender o papel e o impacto dos media - novos e clássicos - na sociedade e na vida individual?
Se quisermos ser rigorosos, deveríamos concluir que não parecem ser essas as preocupações dominantes dos discursos e das políticas que têm vigorado nos últimos anos em Portugal. Sintomático disso foi a extinção, em 2002, do Instituto de Inovação Educacional, um departamento central do Ministério da Educação, que vinha desenvolvendo há vários anos, um trabalho humilde, mas sério e consistente de apoio às escolas com projectos neste terreno.
Existe hoje, no panorama internacional, um consenso alargado em torno do conceito de educação para os media. Pode definir-se como o desenvolvimento da capacidade de aceder à informação e enriquecer a comunicação num leque variado de suportes e de contextos, compreendendo o fenómeno cultural das comunicações e progredindo na criação de formas autónomas de expressão e comunicação individual e de grupo.
O quotidiano das crianças e dos jovens é, desde o início, povoado e marcado pelo crescimento num "ecossistema informativo" de que os suportes tecnológicos são uma dimensão relevante: a par da televisão, com um papel que continua a ser central, não se pode esquecer a centralidade dos jogos vídeo e electrónicos, dos chats e "mensageiros", da música nos seus vários suportes e formas de circulação e reprodução. Neste quadro, seria trágico que a educação escolar se mantivesse ostensivamente alheia a este universo de experiências ou se acantonasse numa performatividade tecnológica que não toma o mundo real dos mais novos como centro de referência.
Deste ponto de vista, o panorama em Portugal não será catastrófico, mas é, seguramente, pobre. Algum trabalho sistemático de educação para os media, no nosso país, deve-se à boa vontade de meia dúzia de professores e de responsáveis de escolas básicas e secundárias. De realçar também a atenção que algumas instituições de ensino superior vêm dando ao assunto, nomeadamente na Universidade do Minho (com um mestrado de Comunicação, Cidadania e Educação) e do Algarve e algumas escolas superiores de Educação. À parte algumas iniciativas pontuais e localizadas de associações e empresas privadas, o projecto mais consistente que se pode inscrever no espírito da educação para os media é o "Público na escola", do jornal Público, no terreno desde finais de 1989. O seu concurso anual de jornais escolares (impressos e electrónicos), o seu boletim informativo mensal, os seus dossiers e materiais pedagógicos deram-lhe um lugar de destaque solitário neste campo.
A literacia mediática e digital é, nos nossos dias, uma componente imprescindível da literacia geral. O investimento neste âmbito reveste-se de carácter estratégico, com implicações não apenas sociais e culturais, mas também económicas. Aos governos cabe um papel de incentivo e de apoio insubstituível. Mas se não contar com a iniciativa articulada de instituições diversas (educativas, sócio-profissionais, empresariais, religiosas, culturais?) não sairemos do ponto onde estamos.
sexta-feira, agosto 26, 2005
Código étido de publicidade dirigida a crianças
A abundância de publicidade ?pouco saudável? motivou a Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) a desenhar um código com regras no que toca à publicidade dirigida a menores, o qual será apresentado numa cerimónia pública, na última semana de Setembro, revelou ao Diário Económico Barata Simões, secretário-geral da APAN.
A notícia vem publicada hoje numapeça da jornalista Catarina Madeira, intitulada "Consumidores não se medem aos palmos"
"O código deverá recomendar anúncios que não incentivem o consumo desregrado de produtos alimentares, tendo como directriz o apelo à moderação", afirma ao DE o dirigente da Associação.
A abundância de publicidade ?pouco saudável? motivou a Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) a desenhar um código com regras no que toca à publicidade dirigida a menores, o qual será apresentado numa cerimónia pública, na última semana de Setembro, revelou ao Diário Económico Barata Simões, secretário-geral da APAN.
A notícia vem publicada hoje numapeça da jornalista Catarina Madeira, intitulada "Consumidores não se medem aos palmos"
"O código deverá recomendar anúncios que não incentivem o consumo desregrado de produtos alimentares, tendo como directriz o apelo à moderação", afirma ao DE o dirigente da Associação.
quinta-feira, agosto 25, 2005
"Mundo digital, cultura e educação
Mundo Digital, Cultura y Educación - Diálogo entre educación, lenguas y tecnología é o tema de um congresso que decorre em Saragoça, de 3 a 5 de Outubro.
Mundo Digital, Cultura y Educación - Diálogo entre educación, lenguas y tecnología é o tema de um congresso que decorre em Saragoça, de 3 a 5 de Outubro.
domingo, agosto 21, 2005
Publico entrevista Jorge Martins Rosa
sobre as vertentes socializadoras dos jogos vídeo
A revista Pública traz hoje uma entrevista de Alexandra Prado Coelho ao Dr Jorge Martins Rosa, docente e investigador da Universidade Nova de Lisboa e um reconhecido especialista em jogos vídeo. Eis alguns passos:
(...)
P.- Há quem diga que o GTA [Grand Thef Auto] é completamente amoral. Tudo é permitido, desde negociar droga até atropelar velhinhas, sem que haja nenhum julgamento moral. R.- Isso também é um desenvolvimento relativamente recente. Continua a haver ali uma moral qualquer, mas é uma moral um pouco pervertida. Se calhar porque se esgotou aquela moral muito simplista, do género: "Vamos fazer alguma coisa de muito bondoso, vamos salvar uma princesa, ou um milhão de pessoas, ou salvar-nos a nós próprios." Se for para nos salvarmos de extraterrestres, essa questão da moral desaparece, podemos matá-los aos milhares.
De início, em meados dos anos 90, os jogos tinham uma moral mais simples, mais simplista. E, possivelmente, a novidade esgotou-se. Se pensarmos no objectivo máximo do jogo, há lá uma moral qualquer, mas para cumprir esse objectivo máximo são usados meios em que a moral acaba por ser invertida. É a ideia de que os fins estariam acima dos meios.
P.- Isso parece-lhe grave?
R.- Aqui entra um pouco a componente de representar uma personagem. A maior parte das pessoas, exceptuando talvez casos em que haja uma patologia qualquer, é capaz de fazer essa diferença entre o bem e o mal e entre o mundo real, em que não vou andar a bater em velhinhas, mesmo que seja para cumprir um objectivo intermédio, e o mundo do videojogo. Esta ideia de uma moral que não é assim tão clara também já se coloca em muitos filmes, e aí não parece provocar uma polémica tão grande.
(...)
P.- É possível explorar o potencial educativo dos videojogos?
R.- O grande problema parece ser que a acção que os jogos exigem e o potencial educativo dificilmente se tocam. É complicado fazer jogos que sejam educativos, mas suficientemente atractivos para que as pessoas os comprem.
(...)
P.- Há também um fosso geracional entre os utilizadores dos videojogos, essencialmente crianças e jovens adultos, e a geração acima dos 40, que não tenta sequer entender esse universo?
R.- As coisas já estiveram bastante pior, porque a média de idades do típico jogador já está acima dos 18 anos. Enquanto há 15 anos eram só jovens que jogavam, estes jovens não deixaram de jogar. E se esta média de idades está a subir, esse fosso tende a reduzir-se. Daqui a cinco ou dez anos talvez tenhamos uma sensibilidade maior em relação ao videojogo.
(...)
P.- Outra das críticas feitas frequentemente aos videojogos é a de que provocam alienação, por um lado, e, por outro, que incentivam o individualismo. Concorda?
R.- São duas questões diferentes. É verdade que para certos jogos e certas pessoas há longos períodos de tempo em que esquecem o mundo lá fora. Mas é um pouco o efeito da novidade, que depois vai perdendo impacto.
A questão do isolamento está a ser ultrapassada através da técnica. Essa crítica era perfeitamente válida em meados dos anos 80, princípio dos anos 90; hoje a tendência é cada vez mais para se jogar com outros jogadores, numa microrrede dentro de uma mesma casa ou "on-line". A tendência do jogo é hoje mais agregadora do que isoladora.
sobre as vertentes socializadoras dos jogos vídeo
A revista Pública traz hoje uma entrevista de Alexandra Prado Coelho ao Dr Jorge Martins Rosa, docente e investigador da Universidade Nova de Lisboa e um reconhecido especialista em jogos vídeo. Eis alguns passos:
(...)
P.- Há quem diga que o GTA [Grand Thef Auto] é completamente amoral. Tudo é permitido, desde negociar droga até atropelar velhinhas, sem que haja nenhum julgamento moral. R.- Isso também é um desenvolvimento relativamente recente. Continua a haver ali uma moral qualquer, mas é uma moral um pouco pervertida. Se calhar porque se esgotou aquela moral muito simplista, do género: "Vamos fazer alguma coisa de muito bondoso, vamos salvar uma princesa, ou um milhão de pessoas, ou salvar-nos a nós próprios." Se for para nos salvarmos de extraterrestres, essa questão da moral desaparece, podemos matá-los aos milhares.
De início, em meados dos anos 90, os jogos tinham uma moral mais simples, mais simplista. E, possivelmente, a novidade esgotou-se. Se pensarmos no objectivo máximo do jogo, há lá uma moral qualquer, mas para cumprir esse objectivo máximo são usados meios em que a moral acaba por ser invertida. É a ideia de que os fins estariam acima dos meios.
P.- Isso parece-lhe grave?
R.- Aqui entra um pouco a componente de representar uma personagem. A maior parte das pessoas, exceptuando talvez casos em que haja uma patologia qualquer, é capaz de fazer essa diferença entre o bem e o mal e entre o mundo real, em que não vou andar a bater em velhinhas, mesmo que seja para cumprir um objectivo intermédio, e o mundo do videojogo. Esta ideia de uma moral que não é assim tão clara também já se coloca em muitos filmes, e aí não parece provocar uma polémica tão grande.
(...)
P.- É possível explorar o potencial educativo dos videojogos?
R.- O grande problema parece ser que a acção que os jogos exigem e o potencial educativo dificilmente se tocam. É complicado fazer jogos que sejam educativos, mas suficientemente atractivos para que as pessoas os comprem.
(...)
P.- Há também um fosso geracional entre os utilizadores dos videojogos, essencialmente crianças e jovens adultos, e a geração acima dos 40, que não tenta sequer entender esse universo?
R.- As coisas já estiveram bastante pior, porque a média de idades do típico jogador já está acima dos 18 anos. Enquanto há 15 anos eram só jovens que jogavam, estes jovens não deixaram de jogar. E se esta média de idades está a subir, esse fosso tende a reduzir-se. Daqui a cinco ou dez anos talvez tenhamos uma sensibilidade maior em relação ao videojogo.
(...)
P.- Outra das críticas feitas frequentemente aos videojogos é a de que provocam alienação, por um lado, e, por outro, que incentivam o individualismo. Concorda?
R.- São duas questões diferentes. É verdade que para certos jogos e certas pessoas há longos períodos de tempo em que esquecem o mundo lá fora. Mas é um pouco o efeito da novidade, que depois vai perdendo impacto.
A questão do isolamento está a ser ultrapassada através da técnica. Essa crítica era perfeitamente válida em meados dos anos 80, princípio dos anos 90; hoje a tendência é cada vez mais para se jogar com outros jogadores, numa microrrede dentro de uma mesma casa ou "on-line". A tendência do jogo é hoje mais agregadora do que isoladora.
quarta-feira, julho 06, 2005
V Bienal Iberoamericana de la Comunicación
Tecnológico de Monterrey, Campus Estado deMéxico
Del 20 al 22 de septiembre, el Tecnológico de Monterrey, Campus Estado de México será sede de la V Bienal Iberoamericana de la Comunicación.
Convocan: Proyecto Internet del Tecnológico de Monterrey, Campus Estado de México. Cátedra de Comunicaciones Estratégicas y Cibercultura ITESM, y el periódicoEl Universal.
La V Bienal Iberoamericana de la Comunicación es el espacio idóneo para emprenderla reflexión del Balance del Primer lustro de un nuevo siglo de comunicacionesdigitales.
La V Bienal Iberoamericana de Comunicación comprende las siguientesactividades:
· 12 Conferencias magistrales.
·16 Mesas de trabajo.
·3 Mesas de Organismos de Comunicación
·3 Paneles·Transmisión en directo a través de Internet.
·Eventos diversos de promoción comercial (desayunos, comidas, presentacionesespeciales, libros, revistas, etc).
Dos enlaces con Espacios-Televisa, desde Quito, Ecuador.
Las Conferencias Magistrales de la V Bienal Iberoamericana de Comunicaciónlas dictarán: Eric McLuhan (Canadá), José Manuel de Pablos (España), LanceStrate (Estados Unidos), Bernardo Díaz Nosty (España), José Marques de Melo(Brasil), Claudia Benassini (México), Paul Linnarz (Fundación Konrad Adenauer-Alemania),Paul Lippert (Estados Unidos).
Las mesas temáticas y los coordinadores de las mesas son:
MESA 1. Propuestas de comunicación alternativa en Internet. Dra. Concha Mateos,España, del Laboratorio de Tecnologías de la Información y Nuevos Análisis,LATINA, de Comunicación Social de la Universidad de La Laguna, Tenerife.cmateos@ull.es
MESA 2. Cibercultura Dr. André Lemos, Universidad de Salvador de Bahía,Brasil). alemos@ufba.br
MESA 3. Radio en Internet Mtra. Elizabeth Rodríguez. Directora del Centrode Medios del ITESM CEM, Vicepresidente de la Asociación Mexicana de Investigadoresde la Comunicación (AMIC), México. erodrig@itesm.mx
MESA 4 Fotografía digital Lic. Antonio Herrera, Universidad de El Salvador,El Salvador. aherrera@UTEC.EDU.sv
MESA 5 Comercio Electrónico. Dr. Alfredo Reyes Kraft. Presidente de AMIPCI,México. a.reyes@bbva.bancomer.com
MESA 6. Internet y Desarrollo Comunitario. Dr. Abraham Sotelo Nava, Titularde la Unidad de Gobierno Electrónico y Políticas de Tecnologías de la Informaciónde la Secretaría de la Función Pública, México. egobierno@presidencia.gob.mx
MESA 7 Internet y acceso a la información. Dr. Ernesto Villanueva. LIMAC-México.evillanueva99@yahoo.com
MESA 8 Periodismo Digital. Dr. Elías Machado. Miembro de la Sociedad Iberoamericanade Académicos, Investigadores y Periodistas de Internet.machadoe@ufba.br
MESA 9 Relaciones públicas digitales. Dra. Margarida Krünsch. Presidentede ALAIC.mkkunsch@usp.br
MESA 10 Diseño e Internet. Dr. Fernando Contreras. Universidad de Sevilla,España. fmedina@us.es
MESA 11 Sitios WWW, portales y revistas dedicadas a temas de comunicaciónen la WWW. Mtro. Alejandro Ocampo, Tecnológico de Monterrey, México. aocampo@itesm.mx
MESA 12 Internet, en las comunicaciones internas de las organizaciones Dra.Amaia Arribas. Investigadora de la Cátedra de Comunicaciones Estratégicas,México. amaya.arribas@itesm.mx
MESA 13 Identidad cultural e Internet. Florencia Saintout. Universidad deLa Plata, Argentina. florenciasaintout@yahoo.com.ar
MESA 14 La investigación de las comunicaciones digitales. José Carlos Lozano.ITESM MTY. jclozano@itesm.mx
MESA 15 Geopolítica de las Comunicaciones Digitales. Francisco Sierra. Universidadde Sevilla, España. fsierra@us.es
MESA 16 Políticas de Telecomunicaciones. Dr. Pedro Rojo. Universidad de Murcia,España. parojo@um.es
MESA 17. Hacktivismo Bernardo Garcia Barrosbernardo@utec.com.mx
MESA 18. Narrativas Audiovisuales. Jerónimo León Rivera Betancur- Directordel Grupo de Investigación en imagen y comunicación IMAGO de la Universidadde Medellín (Colombia) jrivera@udem.edu.co
MESA 19. Las tecnologías como factor clave de las economías del conocimientoMartha Burkle- Postgraduate School in Business and Management Tecnológicode Monterrey Campus Guadalajara. mburkle@invitados.itesm.mx
MESA 20. TICS y prácticas educativasSusana Morales - Doctora en Ciencias de la Información. Universidad de LaLaguna. Tenerife. España. susumorales@yahoo.com.ar y susumorales@hotmail.com
MESA 21. Impacto de los Blogs en el Periodismo y los Medios Dr. Jesús Miguel Flores VivarUniversidad Complutense de Madrid - España jmflores@ccinf.ucm.es
Para mayores informes enviar correspondencia a: bienaldecomunicacion.orgo consultar nuestro sitio Web en Internet en: http://www.bienaldecomunicacion.org
Dr. Octavio Islas
Director Académico de la
V Bienal Iberoamericana de Comunicación.
Septiembre 20-22Tecnológico de Monterrey, Campus Estado de México
http://www.bienaldecomunicacion.org
Director de la Cátedra de Comunicaciones Estratégicas y
Cibercultura, Tecnológicode Monterrey, Campus Estado de México.
Investigador de Proyecto Internet, México.Razón y Palabra:http://www.razonypalabra.org.mx
Teléfono y fax (5255) 58645613.
Tecnológico de Monterrey, Campus Estado deMéxico
Del 20 al 22 de septiembre, el Tecnológico de Monterrey, Campus Estado de México será sede de la V Bienal Iberoamericana de la Comunicación.
Convocan: Proyecto Internet del Tecnológico de Monterrey, Campus Estado de México. Cátedra de Comunicaciones Estratégicas y Cibercultura ITESM, y el periódicoEl Universal.
La V Bienal Iberoamericana de la Comunicación es el espacio idóneo para emprenderla reflexión del Balance del Primer lustro de un nuevo siglo de comunicacionesdigitales.
La V Bienal Iberoamericana de Comunicación comprende las siguientesactividades:
· 12 Conferencias magistrales.
·16 Mesas de trabajo.
·3 Mesas de Organismos de Comunicación
·3 Paneles·Transmisión en directo a través de Internet.
·Eventos diversos de promoción comercial (desayunos, comidas, presentacionesespeciales, libros, revistas, etc).
Dos enlaces con Espacios-Televisa, desde Quito, Ecuador.
Las Conferencias Magistrales de la V Bienal Iberoamericana de Comunicaciónlas dictarán: Eric McLuhan (Canadá), José Manuel de Pablos (España), LanceStrate (Estados Unidos), Bernardo Díaz Nosty (España), José Marques de Melo(Brasil), Claudia Benassini (México), Paul Linnarz (Fundación Konrad Adenauer-Alemania),Paul Lippert (Estados Unidos).
Las mesas temáticas y los coordinadores de las mesas son:
MESA 1. Propuestas de comunicación alternativa en Internet. Dra. Concha Mateos,España, del Laboratorio de Tecnologías de la Información y Nuevos Análisis,LATINA, de Comunicación Social de la Universidad de La Laguna, Tenerife.cmateos@ull.es
MESA 2. Cibercultura Dr. André Lemos, Universidad de Salvador de Bahía,Brasil). alemos@ufba.br
MESA 3. Radio en Internet Mtra. Elizabeth Rodríguez. Directora del Centrode Medios del ITESM CEM, Vicepresidente de la Asociación Mexicana de Investigadoresde la Comunicación (AMIC), México. erodrig@itesm.mx
MESA 4 Fotografía digital Lic. Antonio Herrera, Universidad de El Salvador,El Salvador. aherrera@UTEC.EDU.sv
MESA 5 Comercio Electrónico. Dr. Alfredo Reyes Kraft. Presidente de AMIPCI,México. a.reyes@bbva.bancomer.com
MESA 6. Internet y Desarrollo Comunitario. Dr. Abraham Sotelo Nava, Titularde la Unidad de Gobierno Electrónico y Políticas de Tecnologías de la Informaciónde la Secretaría de la Función Pública, México. egobierno@presidencia.gob.mx
MESA 7 Internet y acceso a la información. Dr. Ernesto Villanueva. LIMAC-México.evillanueva99@yahoo.com
MESA 8 Periodismo Digital. Dr. Elías Machado. Miembro de la Sociedad Iberoamericanade Académicos, Investigadores y Periodistas de Internet.machadoe@ufba.br
MESA 9 Relaciones públicas digitales. Dra. Margarida Krünsch. Presidentede ALAIC.mkkunsch@usp.br
MESA 10 Diseño e Internet. Dr. Fernando Contreras. Universidad de Sevilla,España. fmedina@us.es
MESA 11 Sitios WWW, portales y revistas dedicadas a temas de comunicaciónen la WWW. Mtro. Alejandro Ocampo, Tecnológico de Monterrey, México. aocampo@itesm.mx
MESA 12 Internet, en las comunicaciones internas de las organizaciones Dra.Amaia Arribas. Investigadora de la Cátedra de Comunicaciones Estratégicas,México. amaya.arribas@itesm.mx
MESA 13 Identidad cultural e Internet. Florencia Saintout. Universidad deLa Plata, Argentina. florenciasaintout@yahoo.com.ar
MESA 14 La investigación de las comunicaciones digitales. José Carlos Lozano.ITESM MTY. jclozano@itesm.mx
MESA 15 Geopolítica de las Comunicaciones Digitales. Francisco Sierra. Universidadde Sevilla, España. fsierra@us.es
MESA 16 Políticas de Telecomunicaciones. Dr. Pedro Rojo. Universidad de Murcia,España. parojo@um.es
MESA 17. Hacktivismo Bernardo Garcia Barrosbernardo@utec.com.mx
MESA 18. Narrativas Audiovisuales. Jerónimo León Rivera Betancur- Directordel Grupo de Investigación en imagen y comunicación IMAGO de la Universidadde Medellín (Colombia) jrivera@udem.edu.co
MESA 19. Las tecnologías como factor clave de las economías del conocimientoMartha Burkle- Postgraduate School in Business and Management Tecnológicode Monterrey Campus Guadalajara. mburkle@invitados.itesm.mx
MESA 20. TICS y prácticas educativasSusana Morales - Doctora en Ciencias de la Información. Universidad de LaLaguna. Tenerife. España. susumorales@yahoo.com.ar y susumorales@hotmail.com
MESA 21. Impacto de los Blogs en el Periodismo y los Medios Dr. Jesús Miguel Flores VivarUniversidad Complutense de Madrid - España jmflores@ccinf.ucm.es
Para mayores informes enviar correspondencia a: bienaldecomunicacion.orgo consultar nuestro sitio Web en Internet en: http://www.bienaldecomunicacion.org
Dr. Octavio Islas
Director Académico de la
V Bienal Iberoamericana de Comunicación.
Septiembre 20-22Tecnológico de Monterrey, Campus Estado de México
http://www.bienaldecomunicacion.org
Director de la Cátedra de Comunicaciones Estratégicas y
Cibercultura, Tecnológicode Monterrey, Campus Estado de México.
Investigador de Proyecto Internet, México.Razón y Palabra:http://www.razonypalabra.org.mx
Teléfono y fax (5255) 58645613.
terça-feira, junho 28, 2005
Consumo de filmes: resultados de um estudo
Hábitos de consumo de filmes, importância e adequação da classificação etária das películas foi o tema de um estudo realizado pela Euroexpansão e recentemente publicado, que pode ser consultado aqui.
Hábitos de consumo de filmes, importância e adequação da classificação etária das películas foi o tema de um estudo realizado pela Euroexpansão e recentemente publicado, que pode ser consultado aqui.
quinta-feira, junho 23, 2005
"Televisão e Cidadania" abre colecção na "Campo das Letras"
Associar os cidadãos ao debate e à participação no serviço público de televisão, desde a sua definição política, às formas que o concretizam e à avaliação do serviço prestado constitui a ideia central da obra colectiva "Televisão e Cidadania", que a Campo das Letras acaba de colocar à venda (declaração de interesse: coordenei o trabalho e sou autor de dois dos textos nele publicados).
Trata-se de um conjunto de estudos realizados no quadro do projecto de investigação Mediascópio, em que também participam Helena Sousa, Joaquim Fidalgo, Helena Gonçalves, Felisbela Lopes, Helena Pires e Luis António Santos e que teve por base o debate público desencadeado em Portugal em torno do serviço público de televisão, aquando da entrada do governo presidido por Durão Barroso, na Primavera de 2002.
Em rigor esta é uma obra que teve já, em 2003, uma edição caseira e restrita. Inclui um capítulo novo relativamente à anterior e marca o arranque de uma nova colecção da Campo das Letras, intitulada Comunicação e Sociedade, resultante de uma colaboração entre esta casa editora e o Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho.
Outras obras se encontram já na calha, com destaque para um livro do especialista holandês de análise do discurso Teun van Dijk.
(Para consultar o índice: aqui; para ler o prefácio, da autoria de Moisés de Lemos Martins, director da nova colecção:aqui).
Associar os cidadãos ao debate e à participação no serviço público de televisão, desde a sua definição política, às formas que o concretizam e à avaliação do serviço prestado constitui a ideia central da obra colectiva "Televisão e Cidadania", que a Campo das Letras acaba de colocar à venda (declaração de interesse: coordenei o trabalho e sou autor de dois dos textos nele publicados).Trata-se de um conjunto de estudos realizados no quadro do projecto de investigação Mediascópio, em que também participam Helena Sousa, Joaquim Fidalgo, Helena Gonçalves, Felisbela Lopes, Helena Pires e Luis António Santos e que teve por base o debate público desencadeado em Portugal em torno do serviço público de televisão, aquando da entrada do governo presidido por Durão Barroso, na Primavera de 2002.
Em rigor esta é uma obra que teve já, em 2003, uma edição caseira e restrita. Inclui um capítulo novo relativamente à anterior e marca o arranque de uma nova colecção da Campo das Letras, intitulada Comunicação e Sociedade, resultante de uma colaboração entre esta casa editora e o Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho.
Outras obras se encontram já na calha, com destaque para um livro do especialista holandês de análise do discurso Teun van Dijk.
(Para consultar o índice: aqui; para ler o prefácio, da autoria de Moisés de Lemos Martins, director da nova colecção:aqui).
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