quinta-feira, junho 23, 2005

Youths opting for Web at expense of TV and radio

Netimperative:
Young people across Europe are spending less time watching TV and listening to the radio as a result of using the Internet, according to research.
The report from the European Interactive Advertising Association (EIAA) found that almost half of 15-24 year olds (46%) are watching less TV and 22% are listening to less radio as a result of their time on the Internet. Meanwhile, a third of those questioned are reading less books and newspapers, opting to consume information over the Internet. The study also found that young people are spending almost a quarter of their media time (24%) online, more than reading newspapers (10%) or magazines (8%). In comparison, the average European devotes 20% of their media activity to the Internet. Among 15-24 year olds, TV continues to represent the largest share of media time at 31% with radio just ahead of the Internet on 27%. The study revealed that music dominates online activity for this age group with the Internet providing a cheaper and more convenient means of purchasing and downloading tracks. A quarter of 15-24 year olds are now buying music online having previously purchased it in the shops. (...)

segunda-feira, junho 06, 2005

Leitura nas aulas estimula o interesse pelos jornais
Projecto escolar faz aumentar o número de jovens leitores de notícias impressas

Manuela Paixão, correspondente em Roma
Diário de Notícias, 6 de Junho, 2005

"Os jornais devem ter uma linguagem mais simples e mais atraente, ter mais fotos, mais cor e espaços dedicados aos mais novos, revela um estudo Os adolescentes italianos continuam a estar muito distantes dos assuntos abordados como primeiras notícias, como é o caso da política
Apesar de os jornais italianos continuarem a vender cada vez menos cópias - em 2004, menos de cem exemplares por cada mil habitantes, (274 na Alemanha, 297 na Grã--Bretanha, 547 na Noruega), - nos últimos quatro anos registou-se em Itália um aumento de 25 por cento de leitores jovens, entre os 14 e 17 anos, e a apetência pela leitura, subiu de 29 para 36 por cento.

Um resultado encorajador para um país de grandes escritores e poetas, mas que nos últimos dez anos desceu para um nível de leitura quase de Terceiro Mundo, em parte seduzido pelas novas formas de comunicação como as mensagens entre telemóveis, que substituíram as notícias da rádio, da televisão ou dos diários.

Na quarta edição de "Crescer entre as Linhas", iniciativa anual do burgo de Bagana, província de Sina, dedicado à relação entre o mundo dos adolescentes e a leitura de jornais - em que participaram mais de 500 pessoas, entre alunos de liceus, directores de todos os grandes diários italianos e do Le Monde, El País, Times, Frankfurter Allgemeine Zeitung, Los Angeles Times, USA Today e New York Post -, foi divulgada uma sondagem de opinião que revela que a leitura "guiada" nas aulas amplifica a esfera dos interesses dos jovens.

"Os dados mostram os resultados muito positivos da nossa iniciativa Diário na Aula, que há cinco anos envolve mais de um milhão de estudantes, 4200 escolas, 38 500 aulas e 32 226 professores em todo o país", declarou Andrea Ceccherini, presidente do Observatório Jovens/Editores.

A sondagem revelou ainda que os alunos que mais lêem (48 por cento), são aqueles que participam desde há mais anos no programa Diário na Aula, e que têm maior curiosidade pela vida política e social do país.

"Segundo a pesquisa da Eurisko, os adolescentes deste programa ainda continuam muito distantes dos assuntos tratados como primeiras notícias. Para eles os assuntos primordiais a ler são a vida a dois, os afectos, e em último lugar, a política. Surpreendentemente, as notícias sobre espectáculos estão em penúltimo lugar.

Valores próprios de adolescentes e uma questão de geracões, mas com um dado positivo a exposição à leitura do jornal amplifica e aumenta a esfera de interesses culturais e o sentimento de pertencer a um território, seja nacional ou de cidade (66,8 por cento contra 7,6 por cento dos outros adolescentes, não expostos à leitura do jornal), ou europeu (de 53,4 por cento contra 44,5 por cento).

"Se, em média, somente seis rapazes em cada cem se declaram interessados em política, depois de alguns anos desta leitura nas aulas a percentagem subiu para 18 por cento, e a vontade de votar passou de 55 por cento para 71 por cento. Uma vez adquirida, a vontade de ler o jornal aumenta, desde os iniciais 33,7 por cento até 71,8 por cento. Os resultados finais, observados este ano, mostram um aumento de apetência pela leitura e de mais nove por cento na compra pessoal de um diário", declarou Andrea Ceccherini.

Ainda segundo a sondagem da Eurisko, os jovens, mesmo com outros meios de comunicação, após quatro anos de leitura na aula, percebem que um diário é essencialmente um instrumento de crescimento cultural, e de aprofundamento dos problemas de modo a formar-se uma opinião própria.

Como já tinha acontecido em 2004, o jornal continua a ser um instrumento difícil de abordar, que os estudantes prefeririam com uma linguagem menos difícil e rebuscada, mais atraente, com mais fotos, e com novos espaços dedicados aos mais novos.

"Por estes motivos os nossos adolescentes reafirmam a necessidade de serem guiados na leitura de um jornal, e consideram que a escola é o mediador ideal", acrescentou Andrea Ceccherini.

"Para atrair novos leitores, os jornais devem mudar, como já estão a fazer no sector do grafismo, no uso da cor e na escolha dos assuntos", afirma Robert Thomson, director do The Times, de Londres".


Jovens não gostam da política

"As notícias impressas e as divulgadas pela Internet devem conviver lado a lado. A principal razão que afasta os jovens dos jornais é a política nacional e o modo arcaico como é abordada. Falam de uma política que não pode interessar aos jovens", declarou Pietro Calabrese, director da revista Panorama.

"Os poderosos falam e escrevem para um circuito muito restrito de ouvintes e leitores, os jovens preferem espectáculos televisivos e piadas ofensivas, que sejam ditas por uma personagem famosa. Mas, se os jovens estão a progredir no interesse pela leitura de jornais, é necessário que agora os jornais façam a sua parte, aproximando-se das exigências das novas gerações", afirma Andrea Ceccherini.

"É a política que abandona os jovens e não vice-versa", segundo Walter Veltroni, presidente da Câmara de Roma.

"O nosso desafio agora é a universidade, já que o momento natural para a compra de um jornal ocorre com o primeiro salário. Nós queremos acompanhar os estudantes até esse momento, com um diário na Universidade", refere Ceccherini. Na mesma linha, estão os acordos assinados com o Le Monde, El Mundo, The Times, Frankfurt Allgemeine Zeitung e Corriere della Sera, para levar o jornal do país de origem e o do país de residência para as aulas de escolas e institutos italianos".

sexta-feira, maio 27, 2005

terça-feira, maio 17, 2005

COMUNICACIONES PARA EL CONGRESO HISPANOLUSO
«La televisión que queremos: hacia una televisión de calidad»

Temática general del Congreso
«La televisión que queremos: hacia una televisión de calidad» gira en torno a la necesidad de reflexionar y fomentar contenidos de calidad en las televisiones y los medios de comunicación». El congreso se dirige a comunicadores, educadores, profesores de todos los niveles, periodistas y asociaciones de telespectadores.

Áreas temáticas
Área 1: Televisión y telespectadoresÁrea 2: Televisión y contenidos de calidadÁrea 3: Televisión y educación: la TV como recurso curricular y medio de conocimiento

Fechas
- Presentación de resúmenes: hasta el 31 de mayo de 2005.
- Comunicación de aceptación de propuestas: hasta el 10 de junio.
- Entrega del texto final de las comunicaciones: hasta el 15 de julio.

Resumen
? Extensión: Entre 2.500 y 3.500 caracteres.? Título de la presentación.? Autor/ autores de la comunicación. ? Correo electrónico de contacto.? Palabras clave.? Área temática en la que se inscribe.

Comunicación completa
- Extensión: Entre 8 y 12 páginas (incluidos gráficos e ilustraciones).
- Título del trabajo y resumen/abstract (en español e inglés) y palabras clave.- Datos personales y profesionales del autor/es: nombre, grado y título académico, institución a la que pertenece, domicilio, ciudad/estado (provincia o departamento), Código postal/país, teléfono (código y número), correo electrónico (hasta un máximo de tres autores).

Formato
Todos los trabajos deberán estar escritos en hoja tamaño A4, con letra Arial a 10 puntos e interlineado a 1. Márgenes: superior e inferior 3 centímetros y laterales 3 centímetros. Las notas y bibliografía deberán ir al final del documento. Las normas de estilo de presentación seguirán el modelo de la revista científica «Comunicar».

Evaluación y selección
Los trabajos serán evaluados por el Comité Científico, encargado de aceptar o rechazar las propuestas recibidas y programar las que sean aceptadas dentro de las categorías temáticas correspondientes.

Publicación en libro y revista
Los trabajos que se acepten serán publicados en un DVD como Actas del Congreso que llevará su correspondiente ISBN y DL y será Anexo al monográfico de la revista científica «Comunicar» dedicado a la temática del Congreso. En ésta (ISSN: 1134-3478) se publicarán las ponencias y un abstract de las comunicaciones.

Envío de propuestas
Las propuestas de comunicaciones deben enviarse por correo electrónico a la dirección: congreso@grupocomunicar.com.

quinta-feira, maio 12, 2005

Vai ser criado o Provedor do Ouvinte e o Provedor do Telespectador

O Conselho de Ministros, hoje reunido, aprovou uma proposta de lei a enviar ao Parlamento que cria, junto dos serviços públicos de rádio e de televisão, os cargos de Provedor do Ouvinte e o Provedor do Telespectador, respectivamente. Estes cargos são designados pelo Conselho de Administração da entidade concessionária, sob parecer vinculativo do Conselho de Opinião, para mandatos de um ano, não renováveis por mais do que três vezes consecutivas.
Do conjunto de competências de que são dotados os Provedores, destacam-se:
  • Receber e avaliar a pertinência de queixas e sugestões dos ouvintes e telespectadores sobre os conteúdos difundidos e a respectiva forma de apresentação pelos serviços públicos de rádio e de televisão, assegurando, pela primeira vez, a existência de um canal de ligação directa entre estes serviços e os cidadãos seus destinatários;
  • Produzir pareceres sobre as queixas e sugestões recebidas, dirigindo-os aos órgãos de administração e aos demais responsáveis visados;
  • Indagar e formular conclusões sobre os critérios adoptados e os métodos utilizados na elaboração e apresentação da programação e da informação difundidas pelos serviços públicos de rádio e de televisão;
  • Transmitir aos ouvintes e telespectadores os seus pareceres sobre os conteúdos difundidos pelos serviços públicos de rádio e de televisão; e
  • Elaborar um relatório anual sobre a sua actividade.
Finalmente, nos termos da proposta de lei, os canais públicos de rádio e televisão ficam igualmente obrigados a criar um programa semanal, com uma duração mínima de 15 minutos, a transmitir em horário adequado, a cargo dos referidos Provedores do Telespectador e do Ouvinte.

sexta-feira, maio 06, 2005

"Kulto": Público vai editar revista para os mais novos

O diário "Público" vai colocar nas bancas, até ao Verão, uma revista para os jovens entre os 7 e os 14 anos - a "Kulto"- coordenada por Luís Pedro Nunes, do "Inimigo Público". A informação vem hoje no Diário Económico (DE).
Refere a notícia:

"Os 'tweenies' são uma faixa etária específica para a qual pensámos que havia espaço para fazer um produto destes. Já tínhamos feito a proposta ao Público, há cerca de um ano, e agora tivemos luz verde para avançar", afirmou ao DE Luís Pedro Nunes.

Apesar de os autores do Inimigo Público participarem neste projecto e de o responsável ser o mesmo, o responsável recusa comparações e diz que as equipas são distintas: "Não será um Inimigo Público para miúdos".

Contudo, o humor será "um meio" importante para chegar ao target e encarado como um "suporte apelativo", admite, frisando que o objectivo será fazer um produto de que os jovens gostem, que fale dos seus interesses, mas "que terá piada se for lido pelos mais velhos". Jogos, filmes de animação, letras de músicas, até manias, tudo isso terá espaço na nova publicação do Público.

A "Kulto", que será uma revista a cores ao estilo da Pública, será acompanhada por uma plataforma informática, tipo blog. "Discutiremos aí dia-a-dia os conteúdos da revista", adianta Luís Pedro Nunes.

quarta-feira, maio 04, 2005

Obesidade, infância, publicidade...

No JN de hoje:
"A situação é de tal ordem que, caso continue a agravar-se, é muito provável que, nalguns países, a obesidade ultrapasse o tabaco como a principal causa de mortes evitáveis". A afirmação é de Massano Cardoso, professor catedrárico da Universidade de Coimbra, que, ontem, em Coimbra, na sessão solene do "Mês do Coração 2005" defendeu medidas legislativas que combatam este cenário, que naquela sessão foi classificado de (...)"verdadeiro problema social".
Massano Cardoso defendeu a proibição de "publicidade de certos alimentos" ao mesmo tempo que a "rotulagem obrigatória de perigosidade de outros, com a indicação expressa de que são prejudiciais às crianças". Como frisou Manuel Oliveira Carregata, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC), pela primeira vez, a tendência para o aumento a esperança de vida - que veio a verificar-se no século passado - poderá inverter-se devido à obesidade infantil. Por isso, alerta, "os pais têm de se mexer para fazer face à epidemia do excesso de peso que atinge já cerca de um terço das nossas crianças".
(Continuação aqui).