Pais não passam tempo suficiente com os filhos
Uma marca de sabão de máquina mostra hoje que quer ampliar o seu mercado, como é lógico. Para o conseguir, toca em pontos sensíveis, como dá conta esta notícia do Público:
"Sete em cada dez pais portugueses revelam que não passam tempo suficiente com os filhos. As crianças acabam por gastar duas horas e meia diárias frente à televisão. Estes são alguns dados do estudo de mercado, pedido pela marca Skip, da Leverelida, com o objectivo de conhecer a realidade das crianças portuguesas durante os seus tempos livres. A marca pretende promover a ideia que "é bom sujar-se", que faz parte da vida e está associado à aprendizagem e desenvolvimento das crianças. Para isso pediu um estudo a John Richer, psicólogo inglês, para investigar até que ponto a sujidade pode ser vista como uma coisa positiva. A empresa encomendou ainda um estudo ao mercado português. Ontem, a marca reuniu, num workshop, o investigador britânico, além do pediatra Mário Cordeiro e a psicóloga Cecília Galvão, bem como educadores e professores.Richer defende que é importante as pessoas sujarem-se porque desenvolvem-se do ponto de vista físico e mental. Sujar-se como consequência natural de uma actividade, por exemplo, ao ar livre faz parte do crescimento, defende.O estudo português abrange um universo de um milhão de lares portugueses, com crianças com menos de 15 anos de idade. A amostra foi constituída por meio milhar de inquiridos com filhos entre os quatro e os 14 anos. Neste estudo os pais confessam que, quando eram crianças, passavam mais tempo ao ar livre do que os seus filhos. Há mesmo 80 por cento que dizem considerar importante as actividades ao ar livre. No entanto, as crianças passam mais tempo diário frente à televisão do que a desenvolver outras actividades. Os pais - quase todos (95 por cento) - justificam que não passam mais tempo com os filhos por falta de tempo. A falta de paciência é o segundo motivo apontado, mas por apenas 11 por cento dos inquiridos. (...)"
domingo, abril 17, 2005
Quinta Bienal Iberoamericana de Comunicación
La Fundación Ealy Ortiz de El Universal (México), la Cátedra de ComunicaciónEstratégica y Cibercultura y el Proyecto Internet del Instituto Tecnológico de Monterrey (Campus Estado de México) organizan para investigadores,profesores y estudiantes a participar en la Quinta Bienal Iberoamericanade la Comunicación, los días 20, 21 y 22 de septiembre de 2005.
La QuintaBienal Iberoamericana de la Comunicación se realizará las instalaciones delTecnológico de Monterrey (Campus Estado de México), ubicado en Carretera alLago de Guadalupe, km. 3.5, Atizapán de Zaragoza (Estado de México). El municipiode Atizapán de Zaragoza se ubica a unos 25 kilómetros al norte de la Ciudad de México, Distrito Federal.
El tema central de la V Bienal Iberoamericana de la Comunicación es el Balancedel Primer lustro de un nuevo siglo de comunicaciones digitales.En anterioresBienales han participado académicos, investigadores, profesionales de lacomunicación y estudiantes de 56 países.
El programa de la V Bienal Iberoamericana de la Comunicación comprende:12 Conferencias magistrales. 16 Mesas de trabajo.3 Mesas de Organismos de Comunicación3 Paneles Cobertura nacional e internacional en medios de comunicación.Transmisión en directo a través de Internet.
Las conferencias Magistrales de la V Bienal Iberoamericana de la Comunicaciónserán dictadas por reconocidos expertos internacionales, como Eric McLuhan,Lance Strate, Paul Lippert, Bernardo Díaz Nosty, José Manuel de Pablos, JoséMarques de Melo y Claudia Benassini.
La Quinta Bienal Iberoamericanade la Comunicación es un evento de enorme relevancia para la comunidad científicadedicada al estudio de las ciencias de la comunicación.
Para mayores informes del congreso llamar al teléfono (52-55) 58645613, o contactar por e-mail.
La Fundación Ealy Ortiz de El Universal (México), la Cátedra de ComunicaciónEstratégica y Cibercultura y el Proyecto Internet del Instituto Tecnológico de Monterrey (Campus Estado de México) organizan para investigadores,profesores y estudiantes a participar en la Quinta Bienal Iberoamericanade la Comunicación, los días 20, 21 y 22 de septiembre de 2005.
La QuintaBienal Iberoamericana de la Comunicación se realizará las instalaciones delTecnológico de Monterrey (Campus Estado de México), ubicado en Carretera alLago de Guadalupe, km. 3.5, Atizapán de Zaragoza (Estado de México). El municipiode Atizapán de Zaragoza se ubica a unos 25 kilómetros al norte de la Ciudad de México, Distrito Federal.
El tema central de la V Bienal Iberoamericana de la Comunicación es el Balancedel Primer lustro de un nuevo siglo de comunicaciones digitales.En anterioresBienales han participado académicos, investigadores, profesionales de lacomunicación y estudiantes de 56 países.
El programa de la V Bienal Iberoamericana de la Comunicación comprende:12 Conferencias magistrales. 16 Mesas de trabajo.3 Mesas de Organismos de Comunicación3 Paneles Cobertura nacional e internacional en medios de comunicación.Transmisión en directo a través de Internet.
Las conferencias Magistrales de la V Bienal Iberoamericana de la Comunicaciónserán dictadas por reconocidos expertos internacionales, como Eric McLuhan,Lance Strate, Paul Lippert, Bernardo Díaz Nosty, José Manuel de Pablos, JoséMarques de Melo y Claudia Benassini.
La Quinta Bienal Iberoamericanade la Comunicación es un evento de enorme relevancia para la comunidad científicadedicada al estudio de las ciencias de la comunicación.
Para mayores informes del congreso llamar al teléfono (52-55) 58645613, o contactar por e-mail.
Nueva revista de comunicación en México: «Códice»
La Universidad del Mayab (México) ha creado la revista electrónica CÓDICE, con fines exclusivamente académicos en el ámbito de la comunicación.
Ofrecen, además, la posibilidad de conectar con múltiples revistas digitales e impresas de comunicación.
La Universidad del Mayab (México) ha creado la revista electrónica CÓDICE, con fines exclusivamente académicos en el ámbito de la comunicación.
Ofrecen, además, la posibilidad de conectar con múltiples revistas digitales e impresas de comunicación.
domingo, abril 03, 2005
III Seminário Internacional «A redes de conhecimentos e a tecnologia»
Organizado por el Laboratório de Educação e Imagem / PROPEd da Faculdade de Educação / CEH / Universidadde de Rio de Janiero (Brasil) se celebrta el próximo junio el III Seminário Internacional «A redes de conhecimentos e a tecnologia», coordinado por Nilda Alves, Raquel Goulart Barreto, Alice Casimiro Lopes, Elizabeth Macedo e Inês Barbosa Oliveira.
Los objetivos son:
- Compreender as relações dos praticantes dos contextos cotidianos com a tecnologia em múltiplas redes de conhecimentos;
- Relacionar os processos de uso de textos, imagens e sons com as tecnologias, em contextos educativos vários;
- Interrogar os processos de formação e as práticas docentes, em especial através de suas formas de representação em textos, imagens e sons;
- Discutir as questões éticas e estéticas que se colocam na relação cotidiana das práticas docentes.
Informações para contato: Laboratório Educação e Imagem / UERJ
Telefone (21) 2587-7188
Endereço: UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Rua São Francisco Xavier, 524 - 12º andar - bloco A - sala 12033 Maracanã - Rio de Janeiro - R.J. - CEP 20550-900
Endereço WEB: Informações gerais;
Organizado por el Laboratório de Educação e Imagem / PROPEd da Faculdade de Educação / CEH / Universidadde de Rio de Janiero (Brasil) se celebrta el próximo junio el III Seminário Internacional «A redes de conhecimentos e a tecnologia», coordinado por Nilda Alves, Raquel Goulart Barreto, Alice Casimiro Lopes, Elizabeth Macedo e Inês Barbosa Oliveira.
Los objetivos son:
- Compreender as relações dos praticantes dos contextos cotidianos com a tecnologia em múltiplas redes de conhecimentos;
- Relacionar os processos de uso de textos, imagens e sons com as tecnologias, em contextos educativos vários;
- Interrogar os processos de formação e as práticas docentes, em especial através de suas formas de representação em textos, imagens e sons;
- Discutir as questões éticas e estéticas que se colocam na relação cotidiana das práticas docentes.
Informações para contato: Laboratório Educação e Imagem / UERJ
Telefone (21) 2587-7188
Endereço: UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Rua São Francisco Xavier, 524 - 12º andar - bloco A - sala 12033 Maracanã - Rio de Janeiro - R.J. - CEP 20550-900
Endereço WEB: Informações gerais;
sábado, abril 02, 2005
Ai os números!
Joaquim Fidalgo
in Público, 30.3.2005
Era alguém ligado aos jornais, um provedor do leitor, julgo eu, que costumava dizer: "Querem que um jornalista faça uma notícia sobre um determinado assunto? Basta darem-lhe um número, uma estatística... Não resiste!"Pois não. A estatística faz um título forte, a estatística dá um tom de precisão científica ao texto, a estatística "mede" a realidade, organiza-a, quantifica-a com suposta exactidão. E há lá melhor ciência do que ciência exacta?...Quando a estatística provém de uma sondagem, ainda melhor: por ela se põe em evidência essa nobilíssima vocação dos media de darem voz à opinião pública, de a captarem e difundirem com os indispensáveis princípios de rigor e objectividade - e há lá coisa mais objectiva, mais rigorosa, do que um número, uma percentagem?...Pois é. E acabamos por ler, como esta semana li em diversos jornais e ouvi nas rádios - graças a esse valioso "abono de família" jornalístico que é a agência Lusa -, coisas como esta: "As conclusões [de um estudo de opinião] mostram que 95,3 por cento dos jovens portugueses entre os 15 e os 24 anos compram jornais e revistas." Espantosas cifras, na verdade! E não menos espantosas as que se referem à população em geral, apesar do tom meio desiludido de quem escreveu: "Os níveis de consumo médios [de jornais e revistas] da população portuguesa não ultrapassam os 80,1 por cento." Os 80,1 por cento, note-se bem... Oito em cada dez portugueses - ou seja: oito milhões de portugueses - consomem jornais e revistas! E então nos jovens dos 15 aos 24 anos, aí é que a coisa sobe: são 95 em cada 100 (o que quer dizer praticamente todos os jovens portugueses) que compram jornais e revistas!...Ora aqui está uma grande novidade. Eu não imaginava. E andamos todos a lamentar-nos por os portugueses lerem pouco, por os jornais terem difusões baixas, por estarmos (também) nesta matéria sempre na cauda da Europa, etc., etc. Nada disso. Agora há uma sondagem que repõe, com rigor e objectividade, a verdade dos factos: os portugueses lêem jornais e revistas que se fartam, só por excepção é que não os compram, e os jovens são todos, praticamente todos, clientes de publicações impressas. Compram-nas, nunca será demais repetir, 95,3 por cento. Veio nos jornais. Foi notícia da agência Lusa. Prova-o um estudo da agência publicitária Media Planning. Citei.Só um pormenor: e não há jornalista que, ao pegar nesta "informação", se interrogue, se questione, ao menos estranhe?... Não há jornalista que torça o nariz e, pelo menos, procure saber mais qualquer coisinha? Por exemplo: esses 95,3 por cento de jovens que "compram jornais e revistas" compram quando? Todos os dias? Duas vezes por semana? Uma vez por quinzena? De mês a mês? Ou só uma vez por outra? E os oito milhões de portugueses que fazem o mesmo, quando é que o fazem? Regularmente? Assim, assim? De vez em quando? Quase nunca?... E então escreve-se, sem mais - ou até se põe em título-, que "95,3 por cento dos jovens portugueses compram jornais e revistas"? Sabem o que isso significa?... Fizeram as contas?... Ou estão a gozar connosco?...
Joaquim Fidalgo
in Público, 30.3.2005
Era alguém ligado aos jornais, um provedor do leitor, julgo eu, que costumava dizer: "Querem que um jornalista faça uma notícia sobre um determinado assunto? Basta darem-lhe um número, uma estatística... Não resiste!"Pois não. A estatística faz um título forte, a estatística dá um tom de precisão científica ao texto, a estatística "mede" a realidade, organiza-a, quantifica-a com suposta exactidão. E há lá melhor ciência do que ciência exacta?...Quando a estatística provém de uma sondagem, ainda melhor: por ela se põe em evidência essa nobilíssima vocação dos media de darem voz à opinião pública, de a captarem e difundirem com os indispensáveis princípios de rigor e objectividade - e há lá coisa mais objectiva, mais rigorosa, do que um número, uma percentagem?...Pois é. E acabamos por ler, como esta semana li em diversos jornais e ouvi nas rádios - graças a esse valioso "abono de família" jornalístico que é a agência Lusa -, coisas como esta: "As conclusões [de um estudo de opinião] mostram que 95,3 por cento dos jovens portugueses entre os 15 e os 24 anos compram jornais e revistas." Espantosas cifras, na verdade! E não menos espantosas as que se referem à população em geral, apesar do tom meio desiludido de quem escreveu: "Os níveis de consumo médios [de jornais e revistas] da população portuguesa não ultrapassam os 80,1 por cento." Os 80,1 por cento, note-se bem... Oito em cada dez portugueses - ou seja: oito milhões de portugueses - consomem jornais e revistas! E então nos jovens dos 15 aos 24 anos, aí é que a coisa sobe: são 95 em cada 100 (o que quer dizer praticamente todos os jovens portugueses) que compram jornais e revistas!...Ora aqui está uma grande novidade. Eu não imaginava. E andamos todos a lamentar-nos por os portugueses lerem pouco, por os jornais terem difusões baixas, por estarmos (também) nesta matéria sempre na cauda da Europa, etc., etc. Nada disso. Agora há uma sondagem que repõe, com rigor e objectividade, a verdade dos factos: os portugueses lêem jornais e revistas que se fartam, só por excepção é que não os compram, e os jovens são todos, praticamente todos, clientes de publicações impressas. Compram-nas, nunca será demais repetir, 95,3 por cento. Veio nos jornais. Foi notícia da agência Lusa. Prova-o um estudo da agência publicitária Media Planning. Citei.Só um pormenor: e não há jornalista que, ao pegar nesta "informação", se interrogue, se questione, ao menos estranhe?... Não há jornalista que torça o nariz e, pelo menos, procure saber mais qualquer coisinha? Por exemplo: esses 95,3 por cento de jovens que "compram jornais e revistas" compram quando? Todos os dias? Duas vezes por semana? Uma vez por quinzena? De mês a mês? Ou só uma vez por outra? E os oito milhões de portugueses que fazem o mesmo, quando é que o fazem? Regularmente? Assim, assim? De vez em quando? Quase nunca?... E então escreve-se, sem mais - ou até se põe em título-, que "95,3 por cento dos jovens portugueses compram jornais e revistas"? Sabem o que isso significa?... Fizeram as contas?... Ou estão a gozar connosco?...
segunda-feira, março 28, 2005
Quem pensa a programação dos nossos filhos?
Teresa Paixão, coordenadora dos programas infantis da RTP, é hoje entrevistada no Diário de Notícias. "Há muitos adultos que não sabem ver televisão", diz ela. Teresa, escreve a entrevistadora, "traz no olhar a alegria que põe no trabalho, diz que há um "antes e depois" da 'Rua Sésamo', não tem filhos mas sabe que televisão quer dar aos (seus) "meninos".
Teresa Paixão, coordenadora dos programas infantis da RTP, é hoje entrevistada no Diário de Notícias. "Há muitos adultos que não sabem ver televisão", diz ela. Teresa, escreve a entrevistadora, "traz no olhar a alegria que põe no trabalho, diz que há um "antes e depois" da 'Rua Sésamo', não tem filhos mas sabe que televisão quer dar aos (seus) "meninos".
domingo, março 27, 2005
Colaboración en Glocal Youth
El proyecto Glocal Youth es una propuesta europea de cuatro países de intercultura mediática fomentando la interconexión de publicaciones juveniles del norte y del sur del mundo.
En el sitio web puede comprobarse los múltipes casos analizados.
La última fase del proyecto, que comienza ahora contempla prácticas con alumnos de 14/20 años para ver el funcionamiento de los casos analizados de cuatro continentes en cinco idiomas. Se trata de una buena fórmula de prácticar con productos mediáticos de alumnos de todo el mundo. La primera fase es la visita y el conocimiento a fondo de la web. Es muy importante que se trabaje en los cinco idiomas del proyecto (portugués, español, italiano, francés e inglés). De esta forma, los alumnos hacen experiencias de idiomas y las recogen en el producto final, ya que al ser un proyecto europeo las lenguas es fundamental.
A partir de esta primera fase de visita por la web, las líneas de trabajo pueden ser libres: Profundización en un caso. Realización de sus actividades, puesta en común en grupos y conclusiones grupales; comparación de dos o más casos: establecer elementos de comparación, sacar conclusiones; estudio global de todos los casos
Si estás interesado en colaborar y participar en esta fse de este proyecto europeo, clicka aquí.
El proyecto Glocal Youth es una propuesta europea de cuatro países de intercultura mediática fomentando la interconexión de publicaciones juveniles del norte y del sur del mundo.
En el sitio web puede comprobarse los múltipes casos analizados.
La última fase del proyecto, que comienza ahora contempla prácticas con alumnos de 14/20 años para ver el funcionamiento de los casos analizados de cuatro continentes en cinco idiomas. Se trata de una buena fórmula de prácticar con productos mediáticos de alumnos de todo el mundo. La primera fase es la visita y el conocimiento a fondo de la web. Es muy importante que se trabaje en los cinco idiomas del proyecto (portugués, español, italiano, francés e inglés). De esta forma, los alumnos hacen experiencias de idiomas y las recogen en el producto final, ya que al ser un proyecto europeo las lenguas es fundamental.
A partir de esta primera fase de visita por la web, las líneas de trabajo pueden ser libres: Profundización en un caso. Realización de sus actividades, puesta en común en grupos y conclusiones grupales; comparación de dos o más casos: establecer elementos de comparación, sacar conclusiones; estudio global de todos los casos
Si estás interesado en colaborar y participar en esta fse de este proyecto europeo, clicka aquí.
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