Nueva revista de comunicación en México: «Códice»
La Universidad del Mayab (México) ha creado la revista electrónica CÓDICE, con fines exclusivamente académicos en el ámbito de la comunicación.
Ofrecen, además, la posibilidad de conectar con múltiples revistas digitales e impresas de comunicación.
domingo, abril 03, 2005
III Seminário Internacional «A redes de conhecimentos e a tecnologia»
Organizado por el Laboratório de Educação e Imagem / PROPEd da Faculdade de Educação / CEH / Universidadde de Rio de Janiero (Brasil) se celebrta el próximo junio el III Seminário Internacional «A redes de conhecimentos e a tecnologia», coordinado por Nilda Alves, Raquel Goulart Barreto, Alice Casimiro Lopes, Elizabeth Macedo e Inês Barbosa Oliveira.
Los objetivos son:
- Compreender as relações dos praticantes dos contextos cotidianos com a tecnologia em múltiplas redes de conhecimentos;
- Relacionar os processos de uso de textos, imagens e sons com as tecnologias, em contextos educativos vários;
- Interrogar os processos de formação e as práticas docentes, em especial através de suas formas de representação em textos, imagens e sons;
- Discutir as questões éticas e estéticas que se colocam na relação cotidiana das práticas docentes.
Informações para contato: Laboratório Educação e Imagem / UERJ
Telefone (21) 2587-7188
Endereço: UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Rua São Francisco Xavier, 524 - 12º andar - bloco A - sala 12033 Maracanã - Rio de Janeiro - R.J. - CEP 20550-900
Endereço WEB: Informações gerais;
Organizado por el Laboratório de Educação e Imagem / PROPEd da Faculdade de Educação / CEH / Universidadde de Rio de Janiero (Brasil) se celebrta el próximo junio el III Seminário Internacional «A redes de conhecimentos e a tecnologia», coordinado por Nilda Alves, Raquel Goulart Barreto, Alice Casimiro Lopes, Elizabeth Macedo e Inês Barbosa Oliveira.
Los objetivos son:
- Compreender as relações dos praticantes dos contextos cotidianos com a tecnologia em múltiplas redes de conhecimentos;
- Relacionar os processos de uso de textos, imagens e sons com as tecnologias, em contextos educativos vários;
- Interrogar os processos de formação e as práticas docentes, em especial através de suas formas de representação em textos, imagens e sons;
- Discutir as questões éticas e estéticas que se colocam na relação cotidiana das práticas docentes.
Informações para contato: Laboratório Educação e Imagem / UERJ
Telefone (21) 2587-7188
Endereço: UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Rua São Francisco Xavier, 524 - 12º andar - bloco A - sala 12033 Maracanã - Rio de Janeiro - R.J. - CEP 20550-900
Endereço WEB: Informações gerais;
sábado, abril 02, 2005
Ai os números!
Joaquim Fidalgo
in Público, 30.3.2005
Era alguém ligado aos jornais, um provedor do leitor, julgo eu, que costumava dizer: "Querem que um jornalista faça uma notícia sobre um determinado assunto? Basta darem-lhe um número, uma estatística... Não resiste!"Pois não. A estatística faz um título forte, a estatística dá um tom de precisão científica ao texto, a estatística "mede" a realidade, organiza-a, quantifica-a com suposta exactidão. E há lá melhor ciência do que ciência exacta?...Quando a estatística provém de uma sondagem, ainda melhor: por ela se põe em evidência essa nobilíssima vocação dos media de darem voz à opinião pública, de a captarem e difundirem com os indispensáveis princípios de rigor e objectividade - e há lá coisa mais objectiva, mais rigorosa, do que um número, uma percentagem?...Pois é. E acabamos por ler, como esta semana li em diversos jornais e ouvi nas rádios - graças a esse valioso "abono de família" jornalístico que é a agência Lusa -, coisas como esta: "As conclusões [de um estudo de opinião] mostram que 95,3 por cento dos jovens portugueses entre os 15 e os 24 anos compram jornais e revistas." Espantosas cifras, na verdade! E não menos espantosas as que se referem à população em geral, apesar do tom meio desiludido de quem escreveu: "Os níveis de consumo médios [de jornais e revistas] da população portuguesa não ultrapassam os 80,1 por cento." Os 80,1 por cento, note-se bem... Oito em cada dez portugueses - ou seja: oito milhões de portugueses - consomem jornais e revistas! E então nos jovens dos 15 aos 24 anos, aí é que a coisa sobe: são 95 em cada 100 (o que quer dizer praticamente todos os jovens portugueses) que compram jornais e revistas!...Ora aqui está uma grande novidade. Eu não imaginava. E andamos todos a lamentar-nos por os portugueses lerem pouco, por os jornais terem difusões baixas, por estarmos (também) nesta matéria sempre na cauda da Europa, etc., etc. Nada disso. Agora há uma sondagem que repõe, com rigor e objectividade, a verdade dos factos: os portugueses lêem jornais e revistas que se fartam, só por excepção é que não os compram, e os jovens são todos, praticamente todos, clientes de publicações impressas. Compram-nas, nunca será demais repetir, 95,3 por cento. Veio nos jornais. Foi notícia da agência Lusa. Prova-o um estudo da agência publicitária Media Planning. Citei.Só um pormenor: e não há jornalista que, ao pegar nesta "informação", se interrogue, se questione, ao menos estranhe?... Não há jornalista que torça o nariz e, pelo menos, procure saber mais qualquer coisinha? Por exemplo: esses 95,3 por cento de jovens que "compram jornais e revistas" compram quando? Todos os dias? Duas vezes por semana? Uma vez por quinzena? De mês a mês? Ou só uma vez por outra? E os oito milhões de portugueses que fazem o mesmo, quando é que o fazem? Regularmente? Assim, assim? De vez em quando? Quase nunca?... E então escreve-se, sem mais - ou até se põe em título-, que "95,3 por cento dos jovens portugueses compram jornais e revistas"? Sabem o que isso significa?... Fizeram as contas?... Ou estão a gozar connosco?...
Joaquim Fidalgo
in Público, 30.3.2005
Era alguém ligado aos jornais, um provedor do leitor, julgo eu, que costumava dizer: "Querem que um jornalista faça uma notícia sobre um determinado assunto? Basta darem-lhe um número, uma estatística... Não resiste!"Pois não. A estatística faz um título forte, a estatística dá um tom de precisão científica ao texto, a estatística "mede" a realidade, organiza-a, quantifica-a com suposta exactidão. E há lá melhor ciência do que ciência exacta?...Quando a estatística provém de uma sondagem, ainda melhor: por ela se põe em evidência essa nobilíssima vocação dos media de darem voz à opinião pública, de a captarem e difundirem com os indispensáveis princípios de rigor e objectividade - e há lá coisa mais objectiva, mais rigorosa, do que um número, uma percentagem?...Pois é. E acabamos por ler, como esta semana li em diversos jornais e ouvi nas rádios - graças a esse valioso "abono de família" jornalístico que é a agência Lusa -, coisas como esta: "As conclusões [de um estudo de opinião] mostram que 95,3 por cento dos jovens portugueses entre os 15 e os 24 anos compram jornais e revistas." Espantosas cifras, na verdade! E não menos espantosas as que se referem à população em geral, apesar do tom meio desiludido de quem escreveu: "Os níveis de consumo médios [de jornais e revistas] da população portuguesa não ultrapassam os 80,1 por cento." Os 80,1 por cento, note-se bem... Oito em cada dez portugueses - ou seja: oito milhões de portugueses - consomem jornais e revistas! E então nos jovens dos 15 aos 24 anos, aí é que a coisa sobe: são 95 em cada 100 (o que quer dizer praticamente todos os jovens portugueses) que compram jornais e revistas!...Ora aqui está uma grande novidade. Eu não imaginava. E andamos todos a lamentar-nos por os portugueses lerem pouco, por os jornais terem difusões baixas, por estarmos (também) nesta matéria sempre na cauda da Europa, etc., etc. Nada disso. Agora há uma sondagem que repõe, com rigor e objectividade, a verdade dos factos: os portugueses lêem jornais e revistas que se fartam, só por excepção é que não os compram, e os jovens são todos, praticamente todos, clientes de publicações impressas. Compram-nas, nunca será demais repetir, 95,3 por cento. Veio nos jornais. Foi notícia da agência Lusa. Prova-o um estudo da agência publicitária Media Planning. Citei.Só um pormenor: e não há jornalista que, ao pegar nesta "informação", se interrogue, se questione, ao menos estranhe?... Não há jornalista que torça o nariz e, pelo menos, procure saber mais qualquer coisinha? Por exemplo: esses 95,3 por cento de jovens que "compram jornais e revistas" compram quando? Todos os dias? Duas vezes por semana? Uma vez por quinzena? De mês a mês? Ou só uma vez por outra? E os oito milhões de portugueses que fazem o mesmo, quando é que o fazem? Regularmente? Assim, assim? De vez em quando? Quase nunca?... E então escreve-se, sem mais - ou até se põe em título-, que "95,3 por cento dos jovens portugueses compram jornais e revistas"? Sabem o que isso significa?... Fizeram as contas?... Ou estão a gozar connosco?...
segunda-feira, março 28, 2005
Quem pensa a programação dos nossos filhos?
Teresa Paixão, coordenadora dos programas infantis da RTP, é hoje entrevistada no Diário de Notícias. "Há muitos adultos que não sabem ver televisão", diz ela. Teresa, escreve a entrevistadora, "traz no olhar a alegria que põe no trabalho, diz que há um "antes e depois" da 'Rua Sésamo', não tem filhos mas sabe que televisão quer dar aos (seus) "meninos".
Teresa Paixão, coordenadora dos programas infantis da RTP, é hoje entrevistada no Diário de Notícias. "Há muitos adultos que não sabem ver televisão", diz ela. Teresa, escreve a entrevistadora, "traz no olhar a alegria que põe no trabalho, diz que há um "antes e depois" da 'Rua Sésamo', não tem filhos mas sabe que televisão quer dar aos (seus) "meninos".
domingo, março 27, 2005
Colaboración en Glocal Youth
El proyecto Glocal Youth es una propuesta europea de cuatro países de intercultura mediática fomentando la interconexión de publicaciones juveniles del norte y del sur del mundo.
En el sitio web puede comprobarse los múltipes casos analizados.
La última fase del proyecto, que comienza ahora contempla prácticas con alumnos de 14/20 años para ver el funcionamiento de los casos analizados de cuatro continentes en cinco idiomas. Se trata de una buena fórmula de prácticar con productos mediáticos de alumnos de todo el mundo. La primera fase es la visita y el conocimiento a fondo de la web. Es muy importante que se trabaje en los cinco idiomas del proyecto (portugués, español, italiano, francés e inglés). De esta forma, los alumnos hacen experiencias de idiomas y las recogen en el producto final, ya que al ser un proyecto europeo las lenguas es fundamental.
A partir de esta primera fase de visita por la web, las líneas de trabajo pueden ser libres: Profundización en un caso. Realización de sus actividades, puesta en común en grupos y conclusiones grupales; comparación de dos o más casos: establecer elementos de comparación, sacar conclusiones; estudio global de todos los casos
Si estás interesado en colaborar y participar en esta fse de este proyecto europeo, clicka aquí.
El proyecto Glocal Youth es una propuesta europea de cuatro países de intercultura mediática fomentando la interconexión de publicaciones juveniles del norte y del sur del mundo.
En el sitio web puede comprobarse los múltipes casos analizados.
La última fase del proyecto, que comienza ahora contempla prácticas con alumnos de 14/20 años para ver el funcionamiento de los casos analizados de cuatro continentes en cinco idiomas. Se trata de una buena fórmula de prácticar con productos mediáticos de alumnos de todo el mundo. La primera fase es la visita y el conocimiento a fondo de la web. Es muy importante que se trabaje en los cinco idiomas del proyecto (portugués, español, italiano, francés e inglés). De esta forma, los alumnos hacen experiencias de idiomas y las recogen en el producto final, ya que al ser un proyecto europeo las lenguas es fundamental.
A partir de esta primera fase de visita por la web, las líneas de trabajo pueden ser libres: Profundización en un caso. Realización de sus actividades, puesta en común en grupos y conclusiones grupales; comparación de dos o más casos: establecer elementos de comparación, sacar conclusiones; estudio global de todos los casos
Si estás interesado en colaborar y participar en esta fse de este proyecto europeo, clicka aquí.
quarta-feira, março 23, 2005
Colaboración en el proyecto europeo «Glocal Youth»
El proyecto internacional Glocal Youth se lleva a cabo por cuatros ocios europeos: Lai momo (Italia), CAVL (Bélgica), Grupo Comunicar (España) y CCMAR (Portugal). El trabajo de investigación ha podido contar también en la participación de otros centros de investigación internacionales, como el Culture, Communication & Media Studies Institute de la Universidad de KwaZulu-Natal de Durban (Sur África) y el Centro de Información y Comunicación del Universidad Nacional de Cuyo (Argentina).
La revista "Africa e Mediterraneo" (www.africaemediterraneo.it) va a editar un número especial dedicado a Medios de comunicación y jóvenes en el Norte y en el Sur del mundo. Este número tiene como punto de partida la La investigación se ha centrado en el estudio de la producción mediática para jóvenes en el Norte y en el Sur del mundo (revistas, radio, música, televisión, cínema, internet...). Posteriormente se ha realizado una selección de algunas de las producciones mediáticas especialmente significativas, tanto del Norte como del Sur del mundo. A partir de esta selección, se ha elaborado un esquema didáctico, que profesores, educadores y jóvenes pueden usar como instrumento práctico de educación en medios de comunicación e interculturalidad.En la revista vamos a publicar algunos resultados de la investigación:
- Una introducción: El proyecto Glocal Youth: interculura y educación en medios. Los informes de investigación sobre medios para jóvenes en Europa, África, Ásia y América Latina. Un apéndice con los casos de estudio analizados.
La revista quisiera también dejar espacio a la aportación de investigadores y estudiosos, que pueden proponer artículos que conciernan la relación entre jóvenes y medios de comunicación, en particular que intenten acercarse a las cuestiones siguientes:
- Las representaciones. ¿Qué imagen del mundo juvenil aparece en los medios dirigidos a jóvenes? ¿Cuáles son las representaciones o los estereotipos sobre los que se insiste?
- Relación Norte / Sur, Globalización / Localización. ¿Cuáles son las diferencias y las semejanzas entre los medios de comunicación de los países europeos y de los países menos avanzados? ¿Emerge una representación de los "jóvenes globalizados", o prevalecen diferencias entre las representaciones de los jóvenes del Norte y del Sur?
- Finalidades comerciales / Finalidades de desarrollo. ¿Quién posee, produce, financia los medios de comunicación? ¿Cuál influencias tienen las estructuras propietarias de los medios? ¿Cuáles son los efectos de las comunicación relacionada a proyectos de desarrollo? ¿A las "buenas intenciones" corresponden productos de calidad? ¿A la calidad corresponde el éxito?
- El acceso a los medios de comunicación. ¿Cuáles son las diferencias en las posibilidades de acceso a los medios en los países del Norte y del Sur? ¿Cómo influyen las diferencias de acceso en el consumo mediático y en la vida de los jóvenes? ¿Existen modalidades de "acceso alternativo" a los medios?
- Los jóvenes: ¿objeto o sujeto de comunicación? ¿Cómo pueden los jóvenes apropiarse de los instrumentos de la comunicación? ¿Qué imagen ofrecen de si mismos (auto-representaciones) y de los otros (etero-representaciones)?
Idiomas: en este número especial "Africa e Mediterraneo" publicará artículos en Italiano, Inglés, Francés, Español y Portugués.Término para la entrega de artículos: 20 Abril 2005Glocal Youth. Textos y contextos mediáticos para jóvenes del Norte y del Sur del mundo www.glocalyouth.net
Los medios de comunicación europeos y de los Países Menos Desarrollados dirigidos a jóvenes presentan a menudo representaciones estereotipadas del mundo juvenil, tendiendo a la uniformidad global, especialmente por lo que atañe la moda, el lenguaje, las aspiraciones, los consumos culturales. Esta globalización comercial y mediática influye culturalmente en los jóvenes que van en Europa desde los Países Menos Desarrollados: emerge la necesidad de renovar los instrumentos básicos del diálogo intercultural.
Asimismo, muchos jóvenes se sienten traicionados por los medios de comunicación y lamentan una representación casi únicamente negativa de su realidad. Acusan los medios de vehicular una imagen que no corresponde a lo que ellos perciben de su identidad, deseos, comportamientos. En su opinión, los medios se complacen con exaltar la violencia, la apatía, la falta de sentido crítico de la juventud, mientras sólo raramente dan noticia de acciones que testimonian una ciudadanía activa, de defensa del medio ambiente y solidaridad, por parte de grupos juveniles (declaraciones del Conseil de la Jeunesse, Commiss. Media, 2003).
Teniendo en cuenta estas tendencias de la comunicación, hemos establecido como objeto del proyecto el análisis y la comparación de la producción mediática para jóvenes (textos y contextos) del Norte y del Sur del mundo, con vista a los siguientes objetivos:
- Mejorar el conocimiento intercultural, especialmente la conciencia de las especificidades y semejanzas en la situación de consumidores mediáticos que los jóvenes de la UE y de los Países Menos Desarrollados están viviendo, en el crecimiento continuo de los intercambios comerciales y culturales causados por la globalización.
- Realizar un instrumento para las actividades de educación en medios, enfocado en la influencia penetrante de los medios en las elecciones de los jóvenes y en sus representaciones.
- Realizar, junto a los jóvenes de 14-20 años, un análisis de la producción mediática para jóvenes en el Norte y en el Sur del mundo (sitios web, revistas, televisión, música...), subrayando, entre otros factores, las representaciones de los jóvenes y los contextos productivos-comerciales.
- Favorecer la auto-producción juvenil.
Para más información: Dr. José Ignacio Aguaded: director@grupocomunicar.com
El proyecto internacional Glocal Youth se lleva a cabo por cuatros ocios europeos: Lai momo (Italia), CAVL (Bélgica), Grupo Comunicar (España) y CCMAR (Portugal). El trabajo de investigación ha podido contar también en la participación de otros centros de investigación internacionales, como el Culture, Communication & Media Studies Institute de la Universidad de KwaZulu-Natal de Durban (Sur África) y el Centro de Información y Comunicación del Universidad Nacional de Cuyo (Argentina).
La revista "Africa e Mediterraneo" (www.africaemediterraneo.it) va a editar un número especial dedicado a Medios de comunicación y jóvenes en el Norte y en el Sur del mundo. Este número tiene como punto de partida la La investigación se ha centrado en el estudio de la producción mediática para jóvenes en el Norte y en el Sur del mundo (revistas, radio, música, televisión, cínema, internet...). Posteriormente se ha realizado una selección de algunas de las producciones mediáticas especialmente significativas, tanto del Norte como del Sur del mundo. A partir de esta selección, se ha elaborado un esquema didáctico, que profesores, educadores y jóvenes pueden usar como instrumento práctico de educación en medios de comunicación e interculturalidad.En la revista vamos a publicar algunos resultados de la investigación:
- Una introducción: El proyecto Glocal Youth: interculura y educación en medios. Los informes de investigación sobre medios para jóvenes en Europa, África, Ásia y América Latina. Un apéndice con los casos de estudio analizados.
La revista quisiera también dejar espacio a la aportación de investigadores y estudiosos, que pueden proponer artículos que conciernan la relación entre jóvenes y medios de comunicación, en particular que intenten acercarse a las cuestiones siguientes:
- Las representaciones. ¿Qué imagen del mundo juvenil aparece en los medios dirigidos a jóvenes? ¿Cuáles son las representaciones o los estereotipos sobre los que se insiste?
- Relación Norte / Sur, Globalización / Localización. ¿Cuáles son las diferencias y las semejanzas entre los medios de comunicación de los países europeos y de los países menos avanzados? ¿Emerge una representación de los "jóvenes globalizados", o prevalecen diferencias entre las representaciones de los jóvenes del Norte y del Sur?
- Finalidades comerciales / Finalidades de desarrollo. ¿Quién posee, produce, financia los medios de comunicación? ¿Cuál influencias tienen las estructuras propietarias de los medios? ¿Cuáles son los efectos de las comunicación relacionada a proyectos de desarrollo? ¿A las "buenas intenciones" corresponden productos de calidad? ¿A la calidad corresponde el éxito?
- El acceso a los medios de comunicación. ¿Cuáles son las diferencias en las posibilidades de acceso a los medios en los países del Norte y del Sur? ¿Cómo influyen las diferencias de acceso en el consumo mediático y en la vida de los jóvenes? ¿Existen modalidades de "acceso alternativo" a los medios?
- Los jóvenes: ¿objeto o sujeto de comunicación? ¿Cómo pueden los jóvenes apropiarse de los instrumentos de la comunicación? ¿Qué imagen ofrecen de si mismos (auto-representaciones) y de los otros (etero-representaciones)?
Idiomas: en este número especial "Africa e Mediterraneo" publicará artículos en Italiano, Inglés, Francés, Español y Portugués.Término para la entrega de artículos: 20 Abril 2005Glocal Youth. Textos y contextos mediáticos para jóvenes del Norte y del Sur del mundo www.glocalyouth.net
Los medios de comunicación europeos y de los Países Menos Desarrollados dirigidos a jóvenes presentan a menudo representaciones estereotipadas del mundo juvenil, tendiendo a la uniformidad global, especialmente por lo que atañe la moda, el lenguaje, las aspiraciones, los consumos culturales. Esta globalización comercial y mediática influye culturalmente en los jóvenes que van en Europa desde los Países Menos Desarrollados: emerge la necesidad de renovar los instrumentos básicos del diálogo intercultural.
Asimismo, muchos jóvenes se sienten traicionados por los medios de comunicación y lamentan una representación casi únicamente negativa de su realidad. Acusan los medios de vehicular una imagen que no corresponde a lo que ellos perciben de su identidad, deseos, comportamientos. En su opinión, los medios se complacen con exaltar la violencia, la apatía, la falta de sentido crítico de la juventud, mientras sólo raramente dan noticia de acciones que testimonian una ciudadanía activa, de defensa del medio ambiente y solidaridad, por parte de grupos juveniles (declaraciones del Conseil de la Jeunesse, Commiss. Media, 2003).
Teniendo en cuenta estas tendencias de la comunicación, hemos establecido como objeto del proyecto el análisis y la comparación de la producción mediática para jóvenes (textos y contextos) del Norte y del Sur del mundo, con vista a los siguientes objetivos:
- Mejorar el conocimiento intercultural, especialmente la conciencia de las especificidades y semejanzas en la situación de consumidores mediáticos que los jóvenes de la UE y de los Países Menos Desarrollados están viviendo, en el crecimiento continuo de los intercambios comerciales y culturales causados por la globalización.
- Realizar un instrumento para las actividades de educación en medios, enfocado en la influencia penetrante de los medios en las elecciones de los jóvenes y en sus representaciones.
- Realizar, junto a los jóvenes de 14-20 años, un análisis de la producción mediática para jóvenes en el Norte y en el Sur del mundo (sitios web, revistas, televisión, música...), subrayando, entre otros factores, las representaciones de los jóvenes y los contextos productivos-comerciales.
- Favorecer la auto-producción juvenil.
Para más información: Dr. José Ignacio Aguaded: director@grupocomunicar.com
terça-feira, março 22, 2005
Portal dos recursos educativos
Via Ponto Media, tive conhecimento deste verdadeiro centro de recursos que o GEM - Gateway to Educational Materials. O portal, apoiado pelo Ministério da Educação do Governo dos EUA, dirige-se prioritariamente aos docentes dos ensinos básico e secundário e merece visita. Experimentem, na zona de pesquisa, inserir "media" ou "media literacy".
Via Ponto Media, tive conhecimento deste verdadeiro centro de recursos que o GEM - Gateway to Educational Materials. O portal, apoiado pelo Ministério da Educação do Governo dos EUA, dirige-se prioritariamente aos docentes dos ensinos básico e secundário e merece visita. Experimentem, na zona de pesquisa, inserir "media" ou "media literacy".
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