domingo, março 20, 2005

A Geração "e"

A Fundação AUNA acaba de publicar mais um número de Notas, desta vez dedicado ao tema Generacion "e". Aqui fica o início:
"Tienen menos de 18 años pero han crecido rodeados por las nuevas tecnologías - vídeos, consolas, ordenadores y móviles -, son la denominada generación digital o generación ?e?. Desde los primeros meses de vida las TIC forman parte de su entorno, resulta habitual que los niños menores de tres años enciendan la TV por si mismo, y son capaces de seleccionar un canal con el mando a distancia. Se estima que en los EE UU más de un 25% de los niños de dos años ha usado un ordenador sentados sobre las rodillas de sus padres. Entre un 25 y 30% de los niños nórdicos de 9 a 12 años tiene su propio teléfono móvil. En la Unión Europea de los 25 aproximadamente el 50% de los usuarios de Internet tiene menos de 18 años, y en países como Reino Unido, Alemania o Dinamarca superan el 60% del total. Nos encontramos, por tanto, ante una generación que realiza un uso más intensivo de las tecnologías y es la primera que está creciendo y educándose con Internet. Los hábitos y comportamientos dependen de la edad y del género, pero es seguro que el desarrollo de su educación y formación dependerá, en gran medida, del correcto uso que hagan de las nuevas tecnologías en esta etapa de su vida. Los datos (...) ponen de manifiesto que las TIC ofrecen grandes oportunidades para la educación y formación pero, no hay que olvidar tampoco los riesgos que conlleva un uso indebido en esta etapa de la vida".

quarta-feira, março 09, 2005

Exposição de jornais escolares

Exposição de Jornais Escolares

É hoje inaugurada no Museu de Imprensa, no Porto,uma exposição de jornais escolares subordinada ao tema "Vamos cuidar do ambiente?", uma iniciativa que surge em conjunto com o jornal Público.

JornEsc2005

Ao mesmo tempo, a Biblioteca Pública de Braga tem aberta, até 24 deste mês, uma outra exposição que apresenta os jornais concorrentes ao concurso nacional de jornais escolares, do projecto Público na Escola.
jornesc

terça-feira, março 08, 2005

Congreso Hispanoluso de Televisión de Calidad

Definitivamente ya está en marcha el Congreso Hispanoluso de Televisión de Calidad: «La televisión que queremos», evento especialmente indicado para comunicadores preocupados por la educación y educadores interesados por los medios de comunicación. En la página web del Grupo Comunicar podemos encontrar una completa web con toda la información sobre el programa científico y lúdico.

Este congreso pretende fomentar la convivencia y la reflexión como elementos esenciales para la mejora de la televisión. Por ello, la sede del congreso será un tranquilo y magnífico hotel de cinco estrellas en un paraje natural junto al Oceano en la costo de Huelva (junto al Algarve) (en la página web se pueden observar las magníficas vistas del mismo a través de fotografías).

El congreso no pretende congregar a mucha gente (no preocupa la cantidad) sino a profesionales e investigadores muy interesados en esta temática (alumnos de Masters y Doctorado, expertos en televisión, docentes, etc.) . Se trata de un congreso de calidad en el que interesa mucho la presencia de profesores de todos los niveles del sistema educativo y de periodistas de todos los medios.

El congreso, que tendrá el español y el portugués como idiomas oficiales, recogerá las aportaciones (ponencias y abstracts) en la revista científica iberoamericana «Comunicar» (ISSN: 1134-3478) y en un DVD del Congreso. Se da, por ello, prioridad a que las comunidades hispana y lusófona reflexionen y hagan propuestas y apuestas ibéricas comunes a un problema universal como es la búsqueda de una televisión de calidad para el desarrollo de las personas y los pueblos.

domingo, março 06, 2005

A televisão em casa: para além do conforto

Há dias uma jornalista de uma revista telefonava-me para saber se havia dados acerca da percentagem de lares portugueses sem televisão. Não dispondo de dados à mão, sublinhei a ideia de que esse valor deveria ser verdadeiramente residual. O "Expresso" deste fim de semana, baseado numa amostra de mil indivíduos seleccionada através do método de quotas, traz uma confirmação dessa ideia: apenas 0,3% declara não ter TV em casa. Mas os dados apurados permitem ir mais longe: apenas 23% têm apenas um televisor, sendo que 37 por cento possuem três ou mais aparelhos receptores. Como é lógico, não é apenas o número de televisores que determina o consumo de televisão. Mas é certamente um factor que contribui poderosamente para configurar esse consumo, em quantidade e em "qualidade". Uma segunda televisão em casa significa, com frequência, poder aceder às emissões na sala e na cozinha. Mas, ter ou não televisão na cozinha, no(s) quarto(s) de dormir (designadamente das crianças) já não se pode considerar apenas um indicador de conforto, como faz habitualmente a informação estatística.

sexta-feira, março 04, 2005

Dois textos de referência

Já aqui foi feita referência a eles, no mês passado. Acontece que os endereços originais foram alterados, de modo que se justifica voltar a dar notícia do seu paradeiro. Foram ambos editados e publicados pelo OFCOM, entidade reguladora dos media, no Reino Unido:
* The Media Literacy of Children and Young People - A review of the research literature (coord. David Buckingham, 74 pp.);
* Adult Media Literacy - A review of the research literature (coord. Sonia Livingstone, 87 pp.)
"Família Galaró": aprender com a TV em português

A "recensão" vem hoje no Público, assinada por Bárbara Wong :
"São uma família de galináceos. Pai, mãe e três filhos. Todos diferentes e todos interessados em ensinar qualquer coisa. São a Família Galaró e estão diariamente no canal 2, ao final da tarde, no espaço Zig Zag. A Família Galaró é exemplar: o pai Galaró, um galo azul grande e gordo, é especialista em artes plásticas; a mãe Biquita, uma galinha algo histriónica, é fã da ecologia e energias renováveis; o pinto Pititão, o filho mais velho, é o inventor da família, virado para as novas tecnologias; o irmão Pinote é o pinto desportivo e radical; e a benjamim da família é Pitita, muito dada à cultura. Há ainda mais algumas personagens, como o cão, a menina e o espantalho.Com a Família Galaró, tal como com os Tweenies ou os Teletubbies, os miúdos estão sempre a aprender, e de forma divertida. A grande diferença é que os galináceos não são da BBC, são portugueses. E isto é bom e mau. Bom porque falam da realidade do país: por exemplo, quando a galinha Biquita mostra como funciona a energia eólica, os moinhos que os miúdos vêem na televisão, são os mesmos que identificam em cima dos montes, perto de casa. Mau, porque o programa não resulta completamente. O momento da estória e o "videoclip" são para esquecer, de tão fracos. É que o gosto também se educa e é impossível fazê-lo quando os contos e as músicas são toscas. Embora compreenda a opção de incentivar as crianças a participar, enviando histórias, não é preferível divulgar a boa literatura infantil?De qualquer maneira, os pais que não suportam monstros digitais, batalhas de piões e outras parolices agradecem as preocupações pedagógicas da Família Galaró".