Diálogo Iberoamericano: Portal universitario de noticias
Editado por la Universidad de Granada (España), Diálogo Iberoamericano, es una interesante agencia de noticias de ámbito universitario, en las que profesionales y estudiantes d ela comunicación pueden encontrar diferentes recursos de investigación, publicaciones, directorios nacionales e internacionales, así como premios, becas y convocatorias en el ámbito de la comunicación.
sexta-feira, janeiro 14, 2005
Infoamérica: Portal de Comunicación
El Portal Infoamérica se inspira en los valores de la cultura democrática y promueve un flujo activo en las relaciones académicas del espacio iberoamericano de la comunicación. Integrado por más de 14.000 páginas de información propia, da expresión a un Proyecto del Plan Español de I+D, con financiación del Ministerio de Ciencia y Tecnología de España y los fondos europeos FEDER. Ofrece una especial relevancia a la lengua portuguesa con múltiples enlaces, diccionarios, cursos de portugués, etc.
El Portal Infoamérica se inspira en los valores de la cultura democrática y promueve un flujo activo en las relaciones académicas del espacio iberoamericano de la comunicación. Integrado por más de 14.000 páginas de información propia, da expresión a un Proyecto del Plan Español de I+D, con financiación del Ministerio de Ciencia y Tecnología de España y los fondos europeos FEDER. Ofrece una especial relevancia a la lengua portuguesa con múltiples enlaces, diccionarios, cursos de portugués, etc.
quarta-feira, janeiro 12, 2005
Conferência "las alfabetizaciones digitales"
O Mestrado em Ciências da Educação - Tecnologias Educativas, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa promove na sexta-feira, às 11 horas, uma conferência sobre "Las alfabetizaciones digitales", com a intervenção de Jose Luis Rodríguez, da Universidade de barcelona. É necessária inscrição prévia, que pode ser feita online.
O Mestrado em Ciências da Educação - Tecnologias Educativas, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa promove na sexta-feira, às 11 horas, uma conferência sobre "Las alfabetizaciones digitales", com a intervenção de Jose Luis Rodríguez, da Universidade de barcelona. É necessária inscrição prévia, que pode ser feita online.
sexta-feira, janeiro 07, 2005
Sobre o poder socializador dos media
O temor sobre os efeitos (nefastos) dos media é tão antigo como os próprios media. E as respostas a esse temor têm variado muito, indo de um controlo quase obsessivo a um "laisser faire" irresponsável. Ficam aqui três "flashes" de diferentes autores, sobre diferentes media e em diversos períodos de tempo.
1. "Leituras e filmes perniciosos"
Abstraindo mesmo da influência que podem ter nas crianças os companheiros mais velhos e mais pervertidos (que é outra importante causa de desadaptação juvenil) vemos actualmente que a vida psíquica da juventude é orientada sobretudo pelas publicações, pelo cinema e, em certos países, denominados mais evoluídos, pela TV. Se em alguns países (como o nosso) existe felizmente uma censura, que de alguma maneira contribui para dificultar o acesso das crianças às publicações perniciosas, ao cinema e espectáculos nocivos, vemos no entanto noutros países em que precisamente a percentagem de delinquentes juvenis é mais elevada, as crianças disfrutarem de uma inteira liberdade de absorver a influência que esses meios de difusão exercem sobre mentalidades incipientes como as suas. Nunca é demais realçar a necessidade do cuidado a ter com as publicações e o cinema destinados à juventude. Verifica-se que a criança tem a predisposição da imitação: o seu desejo é imitar o herói violento da novela folhetinesca e dos comics.; a sua ambição é praticar os mesmos actos que contemplou nos filmes? (...)
Luís Torgal Ferreira, "A delinquência Infantil", in Infância e Juventude, n.19, 1959
2. Sobre a influência da rádio
"Para já, o que pretendemos é chamar a atenção dos pais e dos professores para os perigos que podem advir para a educação dos seus filhos e alunos se descurarem a influência que a rádio pode exercer neles. O perigo é tanto maior quanto, ao contrário do cinema, não precisa ser procurado. Está em casa. Em qualquer altura, basta carregar numa tecla ou rodar um botão - e a rádio começa a trabalhar. (...) É preciso convencê-los de que devem ir até ao sacrifício - se o é - de não ouvir emissões que possam prejudicar a educação dos filhos, quando estes estejam presentes"
Francisco Alberto Queirós, prof., "As crianças e a rádio", in Escola Portuguesa, n. 1245, Março de 1961
3. Sobre os espectáculos violentos
"A maneira como uma criança percepciona um espectáculo é diferente da maneira como o adulto pensa que a criança o sente. Tudo depende da sensibilidade da criança. Normalmente há duas ideias: 1) elas são impressionáveis; 2) logo o espectáculo faz mal. Ora, não pode haver uma ligação directa entre estas duas premissas. As crianças reagem aos espectáculos onde há violência numa espécie de faz-de-conta que está situado no reino da fantasia. À medida que as crianças vão ficando mais velhas, vão criando uma sensibilidade, devido à aprendizagem, desgostos, traumas, que influenciarão a sua percepção. É mais fácil um adulto de 20 anos impressionar-se com determinado filme, que uma criança de oito anos. E isto é o contrário do que habitualmente se pensa".
Emílio Salgueiro, pedopsiquiatra, psicanalista e docente da Faculdade de Medicina de Lisboa in Notícias Magazine, 7.3.1999.
O temor sobre os efeitos (nefastos) dos media é tão antigo como os próprios media. E as respostas a esse temor têm variado muito, indo de um controlo quase obsessivo a um "laisser faire" irresponsável. Ficam aqui três "flashes" de diferentes autores, sobre diferentes media e em diversos períodos de tempo.
1. "Leituras e filmes perniciosos"
Abstraindo mesmo da influência que podem ter nas crianças os companheiros mais velhos e mais pervertidos (que é outra importante causa de desadaptação juvenil) vemos actualmente que a vida psíquica da juventude é orientada sobretudo pelas publicações, pelo cinema e, em certos países, denominados mais evoluídos, pela TV. Se em alguns países (como o nosso) existe felizmente uma censura, que de alguma maneira contribui para dificultar o acesso das crianças às publicações perniciosas, ao cinema e espectáculos nocivos, vemos no entanto noutros países em que precisamente a percentagem de delinquentes juvenis é mais elevada, as crianças disfrutarem de uma inteira liberdade de absorver a influência que esses meios de difusão exercem sobre mentalidades incipientes como as suas. Nunca é demais realçar a necessidade do cuidado a ter com as publicações e o cinema destinados à juventude. Verifica-se que a criança tem a predisposição da imitação: o seu desejo é imitar o herói violento da novela folhetinesca e dos comics.; a sua ambição é praticar os mesmos actos que contemplou nos filmes? (...)
Luís Torgal Ferreira, "A delinquência Infantil", in Infância e Juventude, n.19, 1959
2. Sobre a influência da rádio
"Para já, o que pretendemos é chamar a atenção dos pais e dos professores para os perigos que podem advir para a educação dos seus filhos e alunos se descurarem a influência que a rádio pode exercer neles. O perigo é tanto maior quanto, ao contrário do cinema, não precisa ser procurado. Está em casa. Em qualquer altura, basta carregar numa tecla ou rodar um botão - e a rádio começa a trabalhar. (...) É preciso convencê-los de que devem ir até ao sacrifício - se o é - de não ouvir emissões que possam prejudicar a educação dos filhos, quando estes estejam presentes"
Francisco Alberto Queirós, prof., "As crianças e a rádio", in Escola Portuguesa, n. 1245, Março de 1961
3. Sobre os espectáculos violentos
"A maneira como uma criança percepciona um espectáculo é diferente da maneira como o adulto pensa que a criança o sente. Tudo depende da sensibilidade da criança. Normalmente há duas ideias: 1) elas são impressionáveis; 2) logo o espectáculo faz mal. Ora, não pode haver uma ligação directa entre estas duas premissas. As crianças reagem aos espectáculos onde há violência numa espécie de faz-de-conta que está situado no reino da fantasia. À medida que as crianças vão ficando mais velhas, vão criando uma sensibilidade, devido à aprendizagem, desgostos, traumas, que influenciarão a sua percepção. É mais fácil um adulto de 20 anos impressionar-se com determinado filme, que uma criança de oito anos. E isto é o contrário do que habitualmente se pensa".
Emílio Salgueiro, pedopsiquiatra, psicanalista e docente da Faculdade de Medicina de Lisboa in Notícias Magazine, 7.3.1999.
quinta-feira, janeiro 06, 2005
Colóquio internacional sobre os media feitos pelos alunos
Vai realizar-se na Sorbonne, em Paris, em 13 e 14 de Maio próximo, um colóquio internacional sobre o tema «L?expression lycéenne : enjeux et contenus des journaux produits par les jeunes».
Jacques Gonnet, Guy Lochard, Michael Palmer, Laurence Corroy (todos da Université de Paris III ; Laboratoire Communication Information Médias) e France Renucci (da Université de Paris IV e do Clemi) sã os principais organizadores ligados a dois centros envolvidos nesta iniciativa: o Centre de recherche historique sur l?information et les médias en Europe (CHRIME) e o Centre de recherche sur l?éducation aux médias (CREDAM).
Refere a convocatíoria: "De nombreux acteurs se mobilisent actuellement sur la scène internationale en s?interrogeant sur la pratique des médias par les jeunes. Le colloque a pour but d?identifier et de promouvoir les problématiques des équipes de recherche qui travaillent autour de cette thématique. Elle sert aussi à valoriser les activités scientifiques autour de cette parole des jeunes dont on commence à prendre conscience qu?elle doit être conservée . (...) Les enjeux de cette parole sont aussi bien politiques, éducatifs et intergénérationnels. L?intérêt d?un état des lieux pour une réflexion sur la presse produite par les jeunes vient du fait qu?il n?existe presque pas, aujourd?hui, d'éléments de connaissance sur l?importance de ce phénomène et son impact. Toutefois, on ne saurait se contenter d?une simple description des pratiques. Cette presse pose des questions qui relèvent principalement des sciences de l?information et de la communication, les sciences de l?éducation pouvant apporter des éléments précieux.
Le colloque s?attachera autant à mettre en valeur les communications qui traitent de corpus méconnus (journaux lycéens, presse jeune alternative, expériences de radio, prise de parole sur Internet) que celles qui s?attachent à éclairer les acteurs susceptibles d?influencer leur expression. Des enseignants chercheurs, des doctorants, des professionnels sont invités à s?exprimer".
Três eixos serão privilegiados:
1. Jeunes et Histoire : penser les origines
2. Pouvoir et contrepouvoir: les usages des médias par les jeunes; les publications des jeunes au sein de l?espace public
3. Expression identitaire: le rapport à l?autre, l?altérité, l?autre sexe
Prevê-se a publicação das actas em Novembro próximo.
Contactos: Laurence Corroy (lcorroy@voila.fr).
Vai realizar-se na Sorbonne, em Paris, em 13 e 14 de Maio próximo, um colóquio internacional sobre o tema «L?expression lycéenne : enjeux et contenus des journaux produits par les jeunes».
Jacques Gonnet, Guy Lochard, Michael Palmer, Laurence Corroy (todos da Université de Paris III ; Laboratoire Communication Information Médias) e France Renucci (da Université de Paris IV e do Clemi) sã os principais organizadores ligados a dois centros envolvidos nesta iniciativa: o Centre de recherche historique sur l?information et les médias en Europe (CHRIME) e o Centre de recherche sur l?éducation aux médias (CREDAM).
Refere a convocatíoria: "De nombreux acteurs se mobilisent actuellement sur la scène internationale en s?interrogeant sur la pratique des médias par les jeunes. Le colloque a pour but d?identifier et de promouvoir les problématiques des équipes de recherche qui travaillent autour de cette thématique. Elle sert aussi à valoriser les activités scientifiques autour de cette parole des jeunes dont on commence à prendre conscience qu?elle doit être conservée . (...) Les enjeux de cette parole sont aussi bien politiques, éducatifs et intergénérationnels. L?intérêt d?un état des lieux pour une réflexion sur la presse produite par les jeunes vient du fait qu?il n?existe presque pas, aujourd?hui, d'éléments de connaissance sur l?importance de ce phénomène et son impact. Toutefois, on ne saurait se contenter d?une simple description des pratiques. Cette presse pose des questions qui relèvent principalement des sciences de l?information et de la communication, les sciences de l?éducation pouvant apporter des éléments précieux.
Le colloque s?attachera autant à mettre en valeur les communications qui traitent de corpus méconnus (journaux lycéens, presse jeune alternative, expériences de radio, prise de parole sur Internet) que celles qui s?attachent à éclairer les acteurs susceptibles d?influencer leur expression. Des enseignants chercheurs, des doctorants, des professionnels sont invités à s?exprimer".
Três eixos serão privilegiados:
1. Jeunes et Histoire : penser les origines
2. Pouvoir et contrepouvoir: les usages des médias par les jeunes; les publications des jeunes au sein de l?espace public
3. Expression identitaire: le rapport à l?autre, l?altérité, l?autre sexe
Prevê-se a publicação das actas em Novembro próximo.
Contactos: Laurence Corroy (lcorroy@voila.fr).
terça-feira, janeiro 04, 2005
Conteúdos sexistas nos jogos vídeo
Um estudo elaborado na Universidade espanhola de León alerta para os conteúdos sexistas dos jogos vídeo, segundo noticia hoje o diário El País. Outros media aludem igualmente ao mesmo estudo coordenado por Enrique Díez. Assim, segundo o Diario de León, "la mayoría de los principales viedojuegos consumidos por los adolescentes y jóvenes españoles reproducen estereotipos sexistas y difunden valores de la denominada 'cultura del macho', según concluye un estudio elaborado por el Centro de Investigación y Documentación Educativa (CIDE) y el Instituto de la Mujer, que analiza 250 de los juegos más vendidos, como El Señor de los Anillos, Final Fantasy o Super Mario Bross. Sin embargo, sus principales consumidores, jóvenes y adolescentes, se muestran seguros de que esta representación de la realidad no les afecta posteriormente en su vida cotidiana. Algo que el autor del estudio, Enrique Díez, contradice al afirmar que «la mayoría de los videojugadores se encuentran inermes ante los valores que transmiten y las actitudes que conlleva la utilización de estos productos», precisamente porque ignoran su influencia".
Ver igualmente:
Planteameno de la investigación, de Enrique Díez (também AQUI)
Los videojuegos fomentan la «cultura del macho»
Desaprovechada, la dimensión socioeducativa de los videojuegos no violentos ni sexistas
Um estudo elaborado na Universidade espanhola de León alerta para os conteúdos sexistas dos jogos vídeo, segundo noticia hoje o diário El País. Outros media aludem igualmente ao mesmo estudo coordenado por Enrique Díez. Assim, segundo o Diario de León, "la mayoría de los principales viedojuegos consumidos por los adolescentes y jóvenes españoles reproducen estereotipos sexistas y difunden valores de la denominada 'cultura del macho', según concluye un estudio elaborado por el Centro de Investigación y Documentación Educativa (CIDE) y el Instituto de la Mujer, que analiza 250 de los juegos más vendidos, como El Señor de los Anillos, Final Fantasy o Super Mario Bross. Sin embargo, sus principales consumidores, jóvenes y adolescentes, se muestran seguros de que esta representación de la realidad no les afecta posteriormente en su vida cotidiana. Algo que el autor del estudio, Enrique Díez, contradice al afirmar que «la mayoría de los videojugadores se encuentran inermes ante los valores que transmiten y las actitudes que conlleva la utilización de estos productos», precisamente porque ignoran su influencia".
Ver igualmente:
Planteameno de la investigación, de Enrique Díez (também AQUI)
Los videojuegos fomentan la «cultura del macho»
Desaprovechada, la dimensión socioeducativa de los videojuegos no violentos ni sexistas
Nuevo portal hispano de la comunicación InCom-UAB
El Instituto de la Comunicación de la Universidad Autónoma de Barcelona (España) ha remodelado recientemente su "Portal de la comunicación", un recurso telemático imprescindible en habla hispana para todos los investigadores de los medios, ya que on-line cuenta con cientos de recursos, temas de actualidad, observatorios, cátedras de comunicación, congresos, revistas científicas, academias, documentación, organismos, medios de comunicación, industrias culturales, etc. Sin duda, se trata de una herramientas imprescindible para todo profesional de la comunicación, así como todos los investigadores mediáticos.
El Instituto de la Comunicación de la Universidad Autónoma de Barcelona (España) ha remodelado recientemente su "Portal de la comunicación", un recurso telemático imprescindible en habla hispana para todos los investigadores de los medios, ya que on-line cuenta con cientos de recursos, temas de actualidad, observatorios, cátedras de comunicación, congresos, revistas científicas, academias, documentación, organismos, medios de comunicación, industrias culturales, etc. Sin duda, se trata de una herramientas imprescindible para todo profesional de la comunicación, así como todos los investigadores mediáticos.
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