La tolerancia en los videojuegos : una lectura con mapas axiológicos
Uma tese de Dina Espinosa Brilla, apresentada na Universidade de Alicante, em 2000. Aborda a distância que vai entre os valores socialmente partilhados e os valores propostos em formas de entretenimento como os jogos video. Ver;:
- Tese completa
- Introdução
- Conclusão
- Índice.
domingo, maio 02, 2004
Educomunicação foi destaque
na Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes
Ismar de Oliveira Soares
Coordenador Geral do NCE-USP
"No encerramento da Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes, ocorrida na manhã do dia 23, no espaço da Escola Naval, no Rio de Janeiro, com a presença de 2000 representantes de 40 países, um fato inédito chamou a atenção dos observadores: adultos e jovens coincidiram num ponto: ninguém ou nenhum adulto ou meio de comunicação dirigido por profissionais da comunicação estava chamado a falar em nome das crianças e adolescentes. Os mais novos têm direito ao acesso direto aos meios e aos recursos da informação e têm direito de serem preparados para assumir seu papel na sociedade, como comunicadores de suas próprias idéias e perspectivas de vida.
Defendeu-se, também, que a expressão infanto-juvenil continue a ser objeto das valiosas experiências com grupos selecionados de adolescentes, no âmbito das ONGs, mas que, a partir de agora, passe também a ser concebida como política pública, envolvendo o Estado e os que definem os currículos escolares, em todo o mundo, permitindo, desta forma, a universalização do direito à comunicação.
O que foi proposto em várias das mesas redondas e painéis é uma verdadeira revolução, defendida, há muito, pelo Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (NCE-USP). Nesse sentido, estão certos o Projeto Vida, da Secretaria Municipal de Educação, assim como estão corretas as Secretarias de Educação Básica e de Educação a Distância do MEC em promover as práticas educomunicativas, através do Educom.rádio em 455 escolas da cidade de São Paulo e do Educomrádio.centro-oeste, em 70 escolas dos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
A educomunicação foi objeto de análise em, pelo menos, três mesas redondas ocorridas na Cúpula, tendo o NCE defendido sua tese de que um campo novo de intervenção social tem unido adultos e jovens em torno de práticas democráticas de comunicação, em todo o mundo. Por outro lado, o documento final do evento, tanto na versão dos adultos quanto dos jovens, apontou para questões defendidas pela educomunicação, especialmente ao ressaltar que a expressão comunicativa é um dos direitos universais das crianças e jovens a ser defendido pela sociedade e pelos governos.
O workshop de rádio, promovido pelo Fórum dos Adolescentes, foi certamente uma das atividades mais integradoras da Cúpula, tendo sido desenvolvido a partir do conceito de gestão participativa da comunicação, proposto pelo NCE, levando a uma verdadeira integração dos repórteres mirins com o congresso dos adultos. Uma documentação muito rica, em rádio e vídeo, foi produzida pelos próprios jovens, o que certamente facilitará a divulgação de propostas semelhantes às nossas, levadas à Cúpula por lideranças mundiais no campo da educomunicação".
Mais artigos sobre a Cimeira Mundial:
- Carta do Rio
- Mídia para crianças e adolescentes também tem sua Cúpula Mundial
na Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes
Ismar de Oliveira Soares
Coordenador Geral do NCE-USP
"No encerramento da Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes, ocorrida na manhã do dia 23, no espaço da Escola Naval, no Rio de Janeiro, com a presença de 2000 representantes de 40 países, um fato inédito chamou a atenção dos observadores: adultos e jovens coincidiram num ponto: ninguém ou nenhum adulto ou meio de comunicação dirigido por profissionais da comunicação estava chamado a falar em nome das crianças e adolescentes. Os mais novos têm direito ao acesso direto aos meios e aos recursos da informação e têm direito de serem preparados para assumir seu papel na sociedade, como comunicadores de suas próprias idéias e perspectivas de vida.
Defendeu-se, também, que a expressão infanto-juvenil continue a ser objeto das valiosas experiências com grupos selecionados de adolescentes, no âmbito das ONGs, mas que, a partir de agora, passe também a ser concebida como política pública, envolvendo o Estado e os que definem os currículos escolares, em todo o mundo, permitindo, desta forma, a universalização do direito à comunicação.
O que foi proposto em várias das mesas redondas e painéis é uma verdadeira revolução, defendida, há muito, pelo Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (NCE-USP). Nesse sentido, estão certos o Projeto Vida, da Secretaria Municipal de Educação, assim como estão corretas as Secretarias de Educação Básica e de Educação a Distância do MEC em promover as práticas educomunicativas, através do Educom.rádio em 455 escolas da cidade de São Paulo e do Educomrádio.centro-oeste, em 70 escolas dos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
A educomunicação foi objeto de análise em, pelo menos, três mesas redondas ocorridas na Cúpula, tendo o NCE defendido sua tese de que um campo novo de intervenção social tem unido adultos e jovens em torno de práticas democráticas de comunicação, em todo o mundo. Por outro lado, o documento final do evento, tanto na versão dos adultos quanto dos jovens, apontou para questões defendidas pela educomunicação, especialmente ao ressaltar que a expressão comunicativa é um dos direitos universais das crianças e jovens a ser defendido pela sociedade e pelos governos.
O workshop de rádio, promovido pelo Fórum dos Adolescentes, foi certamente uma das atividades mais integradoras da Cúpula, tendo sido desenvolvido a partir do conceito de gestão participativa da comunicação, proposto pelo NCE, levando a uma verdadeira integração dos repórteres mirins com o congresso dos adultos. Uma documentação muito rica, em rádio e vídeo, foi produzida pelos próprios jovens, o que certamente facilitará a divulgação de propostas semelhantes às nossas, levadas à Cúpula por lideranças mundiais no campo da educomunicação".
Mais artigos sobre a Cimeira Mundial:
- Carta do Rio
- Mídia para crianças e adolescentes também tem sua Cúpula Mundial
sexta-feira, abril 30, 2004
"O experimentalismo na produção de documentos animados"
Hoje, amanhã e domingo decorre na Casa das Artes, no Porto, um Simpósio sobre Arte e Animação, promovido pela Casa da Animação, com a participação de diversos especialistas nacionais e estrangeiros. Amanhã, sábado, terá lugar uma conferência de Clare Kitson, do britânico Channel 4, e outra de Peter Dougherty, director criativo da MTV Europe, a que se seguirá um debate sobre o tema "Debate ‘Inovar para seduzir". Neste debate, além dos representantes dos dois canais, intervêm ainda Abi Feijó, José Bragança de Miranda e Helena Santos.
Hoje, amanhã e domingo decorre na Casa das Artes, no Porto, um Simpósio sobre Arte e Animação, promovido pela Casa da Animação, com a participação de diversos especialistas nacionais e estrangeiros. Amanhã, sábado, terá lugar uma conferência de Clare Kitson, do britânico Channel 4, e outra de Peter Dougherty, director criativo da MTV Europe, a que se seguirá um debate sobre o tema "Debate ‘Inovar para seduzir". Neste debate, além dos representantes dos dois canais, intervêm ainda Abi Feijó, José Bragança de Miranda e Helena Santos.
segunda-feira, abril 26, 2004
Televisão, educação e sociedade: uma visão crítica
Televisão, educação e sociedade: uma visão crítica é um texto de Geovani Berno, que analisa a programação televisiva actual, principalmente a de sinal aberto, e seus reflexos sobre a educação e a disseminação do conhecimento na sociedade. O referencial é o panorama brasileiro (a versão em html AQUI).
Televisão, educação e sociedade: uma visão crítica é um texto de Geovani Berno, que analisa a programação televisiva actual, principalmente a de sinal aberto, e seus reflexos sobre a educação e a disseminação do conhecimento na sociedade. O referencial é o panorama brasileiro (a versão em html AQUI).
segunda-feira, abril 19, 2004
Seguir online a Cimeira Mundial dos Media para Crianças e Adolescentes
Está a começar no Rio de Janeiro, prolongando-se até sexta-feira, IV Cimeira Mundial dos Media para Crianças e Adolescentes, que conta com a participação de cerca de duas mil pessoas de diferentes partes do mundo. É possível seguir parte das sessões programadas através da Internet, registando-se previamente.
A edição da semana passada do Observatório da Imprensa publicou um dossier sobre esta Cimeira.
Está a começar no Rio de Janeiro, prolongando-se até sexta-feira, IV Cimeira Mundial dos Media para Crianças e Adolescentes, que conta com a participação de cerca de duas mil pessoas de diferentes partes do mundo. É possível seguir parte das sessões programadas através da Internet, registando-se previamente.
A edição da semana passada do Observatório da Imprensa publicou um dossier sobre esta Cimeira.
quinta-feira, abril 15, 2004
Comprender y disfrutar el cine.
La gran pantalla como recurso educativo
de Víctor M. Amar Rodríguez
«Comprender y disfrutar el cine. La gran pantalla como recurso educativo» es un acercamiento al universo del cine y la educación. Dos universos, aparentemente tangenciales, que se dan cita en la pantalla y en el pupitre. Con ello, la propuesta educativa es conocer el cine para comprenderlo mejor y, de este modo, introducirlo en el quehacer del aula como una parte más del currículum, lejos de atisbarlo como un mero recurso, sin más. Seducir con el cine a un alumnado repleto de estímulos audiovisuales es una labor ardua y complicada, sin embargo. la magia del celuloide acaba de atraer la mirada de éste. En este momento estamos en disposición de enseñar a sentir y sentir aprendiendo.
Índice:
Parte I:
CINE Y EDUCACIÓN: PARA APRENDER DE AMBOS. Por una pedagogía del cine: el arte de enseñar con el cine. El lenguaje del cine: leer no es deletrear. La parte visible del cine: algunos soportes del discurso cinematográfico. La parte invisible del cine: aquélla que cuesta ver pero que se siente. El cine en la educación: su parcela en la escuela.
Parte II:
CINE Y SOCIEDAD: PARA VER Y TRASPASAR LA PANTALLA. El cine y lo social, o viceversa.
Parte III:
CINE Y OTRAS DISCIPLINAS: PARA SEGUIR APRENDIENDO. Cine e historia: historia y cine. El cine en Andalucía: más de cien años de convivencia. Relaciones entre el cine y las letras: cuestión de respeto. Cine y música: el ritmo vital del séptimo arte. Mujer y cine: la parte femenina del séptimo arte.
La gran pantalla como recurso educativo
de Víctor M. Amar Rodríguez
«Comprender y disfrutar el cine. La gran pantalla como recurso educativo» es un acercamiento al universo del cine y la educación. Dos universos, aparentemente tangenciales, que se dan cita en la pantalla y en el pupitre. Con ello, la propuesta educativa es conocer el cine para comprenderlo mejor y, de este modo, introducirlo en el quehacer del aula como una parte más del currículum, lejos de atisbarlo como un mero recurso, sin más. Seducir con el cine a un alumnado repleto de estímulos audiovisuales es una labor ardua y complicada, sin embargo. la magia del celuloide acaba de atraer la mirada de éste. En este momento estamos en disposición de enseñar a sentir y sentir aprendiendo.
Índice:
Parte I:
CINE Y EDUCACIÓN: PARA APRENDER DE AMBOS. Por una pedagogía del cine: el arte de enseñar con el cine. El lenguaje del cine: leer no es deletrear. La parte visible del cine: algunos soportes del discurso cinematográfico. La parte invisible del cine: aquélla que cuesta ver pero que se siente. El cine en la educación: su parcela en la escuela.
Parte II:
CINE Y SOCIEDAD: PARA VER Y TRASPASAR LA PANTALLA. El cine y lo social, o viceversa.
Parte III:
CINE Y OTRAS DISCIPLINAS: PARA SEGUIR APRENDIENDO. Cine e historia: historia y cine. El cine en Andalucía: más de cien años de convivencia. Relaciones entre el cine y las letras: cuestión de respeto. Cine y música: el ritmo vital del séptimo arte. Mujer y cine: la parte femenina del séptimo arte.
terça-feira, abril 13, 2004
Depois das aulas...
Manuela Teixeira, em entrevista ao Público:
"Nós temos os níveis mais baixos de escolaridade da população adulta da União Europeia (UE). Isto diz-se muito depressa, mas depois não se pondera: quando nós comparamos os níveis escolares dos nossos jovens com os da UE, nunca ninguém se detém a dizer que isso acontece porque o nível sócio-educativo das famílias é muito baixo. Numa posição destas, um elemento crucial seria a dinamização de ocupação de tempos livres e apoios concretos aos alunos depois das aulas, que quando saem da escola ficam na rua ou vão para casa ver televisão".
Manuela Teixeira, em entrevista ao Público:
"Nós temos os níveis mais baixos de escolaridade da população adulta da União Europeia (UE). Isto diz-se muito depressa, mas depois não se pondera: quando nós comparamos os níveis escolares dos nossos jovens com os da UE, nunca ninguém se detém a dizer que isso acontece porque o nível sócio-educativo das famílias é muito baixo. Numa posição destas, um elemento crucial seria a dinamização de ocupação de tempos livres e apoios concretos aos alunos depois das aulas, que quando saem da escola ficam na rua ou vão para casa ver televisão".
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