Comprender y disfrutar el cine.
La gran pantalla como recurso educativo
de Víctor M. Amar Rodríguez
«Comprender y disfrutar el cine. La gran pantalla como recurso educativo» es un acercamiento al universo del cine y la educación. Dos universos, aparentemente tangenciales, que se dan cita en la pantalla y en el pupitre. Con ello, la propuesta educativa es conocer el cine para comprenderlo mejor y, de este modo, introducirlo en el quehacer del aula como una parte más del currículum, lejos de atisbarlo como un mero recurso, sin más. Seducir con el cine a un alumnado repleto de estímulos audiovisuales es una labor ardua y complicada, sin embargo. la magia del celuloide acaba de atraer la mirada de éste. En este momento estamos en disposición de enseñar a sentir y sentir aprendiendo.
Índice:
Parte I:
CINE Y EDUCACIÓN: PARA APRENDER DE AMBOS. Por una pedagogía del cine: el arte de enseñar con el cine. El lenguaje del cine: leer no es deletrear. La parte visible del cine: algunos soportes del discurso cinematográfico. La parte invisible del cine: aquélla que cuesta ver pero que se siente. El cine en la educación: su parcela en la escuela.
Parte II:
CINE Y SOCIEDAD: PARA VER Y TRASPASAR LA PANTALLA. El cine y lo social, o viceversa.
Parte III:
CINE Y OTRAS DISCIPLINAS: PARA SEGUIR APRENDIENDO. Cine e historia: historia y cine. El cine en Andalucía: más de cien años de convivencia. Relaciones entre el cine y las letras: cuestión de respeto. Cine y música: el ritmo vital del séptimo arte. Mujer y cine: la parte femenina del séptimo arte.
terça-feira, abril 13, 2004
Depois das aulas...
Manuela Teixeira, em entrevista ao Público:
"Nós temos os níveis mais baixos de escolaridade da população adulta da União Europeia (UE). Isto diz-se muito depressa, mas depois não se pondera: quando nós comparamos os níveis escolares dos nossos jovens com os da UE, nunca ninguém se detém a dizer que isso acontece porque o nível sócio-educativo das famílias é muito baixo. Numa posição destas, um elemento crucial seria a dinamização de ocupação de tempos livres e apoios concretos aos alunos depois das aulas, que quando saem da escola ficam na rua ou vão para casa ver televisão".
Manuela Teixeira, em entrevista ao Público:
"Nós temos os níveis mais baixos de escolaridade da população adulta da União Europeia (UE). Isto diz-se muito depressa, mas depois não se pondera: quando nós comparamos os níveis escolares dos nossos jovens com os da UE, nunca ninguém se detém a dizer que isso acontece porque o nível sócio-educativo das famílias é muito baixo. Numa posição destas, um elemento crucial seria a dinamização de ocupação de tempos livres e apoios concretos aos alunos depois das aulas, que quando saem da escola ficam na rua ou vão para casa ver televisão".
segunda-feira, abril 12, 2004
O mundo dos Webjogos
Para quem se interessar pelo universo dos diferentes tipos de jogos (video, electrónicos...) tem agora ao dispor um instrumento que traça um interessante panorama da situação e perspectivas dos webjogos (on-line e para download), com o 2004 Web and Downloadable Games White Paper, apresentado na Game Developers Conference 2004, que teve lugar no mês passado.
17 princípios de design para os jogos de Internet
"In researching successful games we have observed the following principles:
1. Easy to Learn, Lifetime to Master
2. Simple obvious controls and rules that are easy to master
3. Allow players to discover controls and goals through simple exploration.
4. Provide clear, immediate, and meaningful feedback.
5. Offer clear and obvious short term and long term goals.
6. Players should be able to succeed in the first 10 minutes or earlier.
7. Support short session times of 10-15 minutes as well as longer.
8. Offer consistent controls and labels.
9. Vary the type of challenges so play does not become routine.
10. Support multiple player styles such as Bartle’s 4 types: Achievers, Explorers, Socializers, and
Player Killers.
11. Offer more than a high score as a reward, make gameplay intrinsically rewarding.
12. Offer community/social features such as high score boards, in-game chat, and message
boards.
13. Use audio feedback and sound effects to increase excitement and make interaction more
real.
14. Include the option to turn audio off, so games can be played anywhere.
15. Test all aspects of the Player’s experience with real users.
16. Adjust spacing between play and reward to keep players motivated and to imply progress.
17. Remember a player’s high score at least between consecutive games, allow them to save it,
or otherwise show player progress between games."
Características dos jogos que fazem deles um sucesso comercial
"1. Addictiveness
2. Fun factor
3. Challenge
4. Replayability
5. Low learning curve
6. Multiple game play forms for variety
7. A well-designed demo that gives a taste of the game and intrigues users to want to find out more
about additional features available.
8. A web-based version of the downloadable game to create additional interest and exposure for the
downloadable version."
Para quem se interessar pelo universo dos diferentes tipos de jogos (video, electrónicos...) tem agora ao dispor um instrumento que traça um interessante panorama da situação e perspectivas dos webjogos (on-line e para download), com o 2004 Web and Downloadable Games White Paper, apresentado na Game Developers Conference 2004, que teve lugar no mês passado.
17 princípios de design para os jogos de Internet
"In researching successful games we have observed the following principles:
1. Easy to Learn, Lifetime to Master
2. Simple obvious controls and rules that are easy to master
3. Allow players to discover controls and goals through simple exploration.
4. Provide clear, immediate, and meaningful feedback.
5. Offer clear and obvious short term and long term goals.
6. Players should be able to succeed in the first 10 minutes or earlier.
7. Support short session times of 10-15 minutes as well as longer.
8. Offer consistent controls and labels.
9. Vary the type of challenges so play does not become routine.
10. Support multiple player styles such as Bartle’s 4 types: Achievers, Explorers, Socializers, and
Player Killers.
11. Offer more than a high score as a reward, make gameplay intrinsically rewarding.
12. Offer community/social features such as high score boards, in-game chat, and message
boards.
13. Use audio feedback and sound effects to increase excitement and make interaction more
real.
14. Include the option to turn audio off, so games can be played anywhere.
15. Test all aspects of the Player’s experience with real users.
16. Adjust spacing between play and reward to keep players motivated and to imply progress.
17. Remember a player’s high score at least between consecutive games, allow them to save it,
or otherwise show player progress between games."
Características dos jogos que fazem deles um sucesso comercial
"1. Addictiveness
2. Fun factor
3. Challenge
4. Replayability
5. Low learning curve
6. Multiple game play forms for variety
7. A well-designed demo that gives a taste of the game and intrigues users to want to find out more
about additional features available.
8. A web-based version of the downloadable game to create additional interest and exposure for the
downloadable version."
domingo, abril 11, 2004
Cimeira Mundial dos Media para Crianças e Adolescentes
Vai decorrer de 19 a 23 deste mês, no Rio de Janeiro a Cimeira Mundial dos Media para Crianças e Adolescentes. "Profissionais da indústria global de mídia, pesquisadores e educadores dos cinco continentes vão debater e analisar a produção para crianças e adolescentes na televisão, no rádio, no cinema, na internet e nos jogos eletrônicos. Em pauta: o direito das crianças e dos adolescentes à mídia
de qualidade. Mídia de Todos, Mídia para Todos é o tema do encontro, que será tratado durante quatro dias de intenso trabalho".
Sobre esta iniciativa, veja-se a transcrição de parte de uma entrevista de Alberto Dines, director do Obsevatório da Imprensa:
Qual é a sua análise da mídia que é produzida para crianças e adolescentes?
Alberto Dines - A mídia virou uma questão de marketing. Não há nenhuma preocupação com a formação e o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes. A mídia vê as crianças como consumidores em potencial e não como cidadãos. É isto o que acontece na realidade. A qualidade é muito ruim mesmo.
Como reverter este quadro?
Alberto Dines - É preciso investir na formação dos produtores, dos jornalistas, enfim de todos aqueles que fazem mídia. A formação é essencial. Ao mesmo tempo, acredito que as crianças e os adolescentes devem fazer parte deste processo, devem ser incluídos, não como seres passíveis, mas, sim, como atores ativos. Eles são e fazem parte da mídia, portanto devem fazer valer suas opiniões e ações. São audiências importantes e fundamentais. A família e a escola poderiam ajudar bastante. Um bom começo, talvez, seria que cada escola, cada sala de aula, se transformasse em um grande observatório da imprensa. Observatório que debatesse o uso e o conteúdo da mídia. Isto, com certeza, criaria uma geração de audiência responsável e crítica.
Qual é a importância da realização da 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes ?
Alberto Dines - Falamos muito sobre globalização, mas não sabemos aproveitar este mundo globalizado. Temos que aproveitar o que ele tem de mais positivo que é justamente a possibilidade de conhecer o outro. Nesta Era da Informação, temos que tirar proveito da informação e desta aproximação – quase que física – para o nosso próprio enriquecimento pessoal. Saber, por exemplo, que o adolescente chinês traz consigo cinco mil anos de cultura e tradição é extraordinário. Da mesma forma o árabe, o inglês ou o escandinavo. Temos que aproveitar as tecnologias de hoje para intercambiar todo este conhecimento. É preciso entender que somos uma fraternidade de pessoas iguais com características diferentes. E que a mídia pode e deve narrar a aventura de nossa espécie. A realização desta cúpula é oportuna e mais do que necessária."
Vai decorrer de 19 a 23 deste mês, no Rio de Janeiro a Cimeira Mundial dos Media para Crianças e Adolescentes. "Profissionais da indústria global de mídia, pesquisadores e educadores dos cinco continentes vão debater e analisar a produção para crianças e adolescentes na televisão, no rádio, no cinema, na internet e nos jogos eletrônicos. Em pauta: o direito das crianças e dos adolescentes à mídia
de qualidade. Mídia de Todos, Mídia para Todos é o tema do encontro, que será tratado durante quatro dias de intenso trabalho".
Sobre esta iniciativa, veja-se a transcrição de parte de uma entrevista de Alberto Dines, director do Obsevatório da Imprensa:
Qual é a sua análise da mídia que é produzida para crianças e adolescentes?
Alberto Dines - A mídia virou uma questão de marketing. Não há nenhuma preocupação com a formação e o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes. A mídia vê as crianças como consumidores em potencial e não como cidadãos. É isto o que acontece na realidade. A qualidade é muito ruim mesmo.
Como reverter este quadro?
Alberto Dines - É preciso investir na formação dos produtores, dos jornalistas, enfim de todos aqueles que fazem mídia. A formação é essencial. Ao mesmo tempo, acredito que as crianças e os adolescentes devem fazer parte deste processo, devem ser incluídos, não como seres passíveis, mas, sim, como atores ativos. Eles são e fazem parte da mídia, portanto devem fazer valer suas opiniões e ações. São audiências importantes e fundamentais. A família e a escola poderiam ajudar bastante. Um bom começo, talvez, seria que cada escola, cada sala de aula, se transformasse em um grande observatório da imprensa. Observatório que debatesse o uso e o conteúdo da mídia. Isto, com certeza, criaria uma geração de audiência responsável e crítica.
Qual é a importância da realização da 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes ?
Alberto Dines - Falamos muito sobre globalização, mas não sabemos aproveitar este mundo globalizado. Temos que aproveitar o que ele tem de mais positivo que é justamente a possibilidade de conhecer o outro. Nesta Era da Informação, temos que tirar proveito da informação e desta aproximação – quase que física – para o nosso próprio enriquecimento pessoal. Saber, por exemplo, que o adolescente chinês traz consigo cinco mil anos de cultura e tradição é extraordinário. Da mesma forma o árabe, o inglês ou o escandinavo. Temos que aproveitar as tecnologias de hoje para intercambiar todo este conhecimento. É preciso entender que somos uma fraternidade de pessoas iguais com características diferentes. E que a mídia pode e deve narrar a aventura de nossa espécie. A realização desta cúpula é oportuna e mais do que necessária."
sábado, abril 10, 2004
"Why Education Policy is NOT Like the Movies"
"(...)The core challenge facing U.S. education is not simply aiding more students to reach a minimum standard of achievement in today’s curriculum (e.g., having all pupils take algebra rather than some, or raising everyone’s scores on high-stakes tests to passing levels). While these goals are worthwhile as a place to start, this is a terrible outcome to identify as the end objective, since such improvements in traditional educational outcomes are inadequate to prepare pupils for 21st century civilization. Beyond basics, all students also should master higher-order cognitive, affective, and social skills not central to mature industrial societies, but vital in a knowledge-based economy. These include ”thriving on chaos” (making rapid decisions based on incomplete information to resolve novel situations); the ability to collaborate with a diverse team—face-to-face or across distance—to accomplish a task; and creating, sharing, and mastering knowledge through filtering a sea of quasi-accurate information. To raise all students to these advanced levels of accomplishment requires the sophisticated use of technology to individualize learning through deep content and powerful pedagogies.(...)"
Chris Dede’s Keynote,
“No Cliché Left Behind: Why Education Policy is NOT Like the Movies,”
at NCREL’s National Educational Technology Conference, June 2002
"(...)The core challenge facing U.S. education is not simply aiding more students to reach a minimum standard of achievement in today’s curriculum (e.g., having all pupils take algebra rather than some, or raising everyone’s scores on high-stakes tests to passing levels). While these goals are worthwhile as a place to start, this is a terrible outcome to identify as the end objective, since such improvements in traditional educational outcomes are inadequate to prepare pupils for 21st century civilization. Beyond basics, all students also should master higher-order cognitive, affective, and social skills not central to mature industrial societies, but vital in a knowledge-based economy. These include ”thriving on chaos” (making rapid decisions based on incomplete information to resolve novel situations); the ability to collaborate with a diverse team—face-to-face or across distance—to accomplish a task; and creating, sharing, and mastering knowledge through filtering a sea of quasi-accurate information. To raise all students to these advanced levels of accomplishment requires the sophisticated use of technology to individualize learning through deep content and powerful pedagogies.(...)"
Chris Dede’s Keynote,
“No Cliché Left Behind: Why Education Policy is NOT Like the Movies,”
at NCREL’s National Educational Technology Conference, June 2002
sexta-feira, abril 09, 2004
Ela ficava, horas a fio, a olhar para o ecrã colorido
"Aos oito anos, Maria aprendeu a entreter-se sozinha. Quando chegava o tempo de férias, sabia que os pais saíam, de manhãzinha, fechando portas e janelas, deixariam bolachas em cima da banca da cozinha e a televisão ligada. Ela ficava, horas a fio, a olhar para o ecrã colorido, pijama vestido, falando para bonecas e espreitando às janelas.
Uma vizinha de Maria, a quem tinha sido entregue uma cópia da chave de casa, ia, volta e meia, ver se tudo bem estava bem. Por vezes, o olhar triste da pequena tocava-lhe o coração e levava-a consigo a dar um passeio. Em segredo. A mãe não gostava.(...)"
Margarida Fonseca
in JN, 6.4.2004
"Aos oito anos, Maria aprendeu a entreter-se sozinha. Quando chegava o tempo de férias, sabia que os pais saíam, de manhãzinha, fechando portas e janelas, deixariam bolachas em cima da banca da cozinha e a televisão ligada. Ela ficava, horas a fio, a olhar para o ecrã colorido, pijama vestido, falando para bonecas e espreitando às janelas.
Uma vizinha de Maria, a quem tinha sido entregue uma cópia da chave de casa, ia, volta e meia, ver se tudo bem estava bem. Por vezes, o olhar triste da pequena tocava-lhe o coração e levava-a consigo a dar um passeio. Em segredo. A mãe não gostava.(...)"
Margarida Fonseca
in JN, 6.4.2004
terça-feira, abril 06, 2004
Petit manuel de l'observateur critique des médias
La critique des médias est en passe de devenir un produit médiatique comme un autre, à en juger par la multiplication des émissions convenues, des médiateurs conformes et des " enquêtes " bâclées. Mais il s'agit d'une affaire trop sérieuse pour être abandonnée aux seuls journalistes, ou aux experts médiatiques. C'est pourquoi :
Acrimed (Action critique médias) et PLPL (Pour Lire Pas Lu) présentent :
INFORMER SUR L'INFORMATION
Petit manuel de l'observateur critique des médias
24 pages illustrées, 2 euros - Première édition : février 2004. Deuxième édition : mars 2004.
La critique des médias est encore trop peu l'affaire de tous ceux qui sont engagés dans la contestation de l'ordre social - et donc médiatique. Elle peut, elle doit le devenir. L'objectif de ce petit manuel est d'y contribuer [1].
Préambule : Quelle critique ? - Une critique radicale - … intransigeante… mais juste
I. Préparatifs
1. Outils et objectifs - Les outils ? Equipement cérébral et équipement technique. - Les objectifs ? Les réactions " à vif " et les connexions cumulatives.
2. Saisies et décryptages - Tous médias confondus : à l'école du journalisme idéal - Radios et télévisions : le dur labeur de la transcription.
3. Sources et ressources - Gagner du temps - Faire usage des ressources disponibles.
4. Organisation du travail - La constitution de banques de données et fichiers - La division du travail d'observation.
II. Démontages
1. Quelques objectifs - Rendre visible ce qui est visible et … ce qui est moins visible.
2. Quelques " angles " - Tous médias confondus : lexique, postures, silences, figures imposées, amnésies. - Radio et télévision : Informations, images, chroniques, débats.
3. Quelques thèmes - Cibles prioritaires : la " pensée de marché ", la publicité, les médias et questions sociales, les médias face aux mouvements sociaux, les mouvements sociaux face aux médias, les médias et la vie démocratique.
Conclusion : L'observation critique des médias, pour quoi faire ? - Pour faire savoir - Pour cesser de laisser faire.
Bibliographie partielle et partiale.
La critique des médias est en passe de devenir un produit médiatique comme un autre, à en juger par la multiplication des émissions convenues, des médiateurs conformes et des " enquêtes " bâclées. Mais il s'agit d'une affaire trop sérieuse pour être abandonnée aux seuls journalistes, ou aux experts médiatiques. C'est pourquoi :
Acrimed (Action critique médias) et PLPL (Pour Lire Pas Lu) présentent :
INFORMER SUR L'INFORMATION
Petit manuel de l'observateur critique des médias
24 pages illustrées, 2 euros - Première édition : février 2004. Deuxième édition : mars 2004.
La critique des médias est encore trop peu l'affaire de tous ceux qui sont engagés dans la contestation de l'ordre social - et donc médiatique. Elle peut, elle doit le devenir. L'objectif de ce petit manuel est d'y contribuer [1].
Préambule : Quelle critique ? - Une critique radicale - … intransigeante… mais juste
I. Préparatifs
1. Outils et objectifs - Les outils ? Equipement cérébral et équipement technique. - Les objectifs ? Les réactions " à vif " et les connexions cumulatives.
2. Saisies et décryptages - Tous médias confondus : à l'école du journalisme idéal - Radios et télévisions : le dur labeur de la transcription.
3. Sources et ressources - Gagner du temps - Faire usage des ressources disponibles.
4. Organisation du travail - La constitution de banques de données et fichiers - La division du travail d'observation.
II. Démontages
1. Quelques objectifs - Rendre visible ce qui est visible et … ce qui est moins visible.
2. Quelques " angles " - Tous médias confondus : lexique, postures, silences, figures imposées, amnésies. - Radio et télévision : Informations, images, chroniques, débats.
3. Quelques thèmes - Cibles prioritaires : la " pensée de marché ", la publicité, les médias et questions sociales, les médias face aux mouvements sociaux, les mouvements sociaux face aux médias, les médias et la vie démocratique.
Conclusion : L'observation critique des médias, pour quoi faire ? - Pour faire savoir - Pour cesser de laisser faire.
Bibliographie partielle et partiale.
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