Ler para entender o mundo
LEER PARA ENTENDER EL MUNDO é o título de um artigo de Carlos Lomas, que vem publicado no último número dos Quaderns Digitals
A abertura:
"Enseñar a leer y a escribir es hoy, como ayer, uno de los objetivos esenciales de la educación obligatoria, quizá porque saber leer (y saber escribir) ha constituido en el pasado y constituye también en la actualidad el vehículo por excelencia a través del cual las personas acceden al conocimiento cultural en nuestras sociedades. Es desde esta idea desde la que surgió en el siglo XIX tanto el afán de alfabetización de toda la población como la vindicación de una educación obligatoria que actuara como herramienta de igualdad entre las personas y como instrumento de compensación de las desigualdades sociales. Desde entonces el impulso de las campañas de alfabetización y la extensión de la escolaridad obligatoria constituyen el eje prioritario de las políticas educativas de gobiernos e instituciones internacionales como la UNESCO. "
quinta-feira, outubro 30, 2003
Como funcionam os Jornais Escolares?
A resposta está num post colocado já há alguns dias, por João Carlos Gonçalves, no seu blog Educação para os Media . Baseia-se em algumas conclusões de um estudo que tem vindo a desenvolver, intitulado "O Jornal Escolar e o exercício da cidadania na Escola".
A resposta está num post colocado já há alguns dias, por João Carlos Gonçalves, no seu blog Educação para os Media . Baseia-se em algumas conclusões de um estudo que tem vindo a desenvolver, intitulado "O Jornal Escolar e o exercício da cidadania na Escola".
quarta-feira, outubro 29, 2003
Os pequeninos e os media nos EUA
- mais um relatório
Zero to Six: Electronic Media in the Lives of Infants, Toddlers and preschoolers - Assim se intitula o último Relatório acabado de editar pela Kaiser Family Foundation, dos EUA.
Um resumo deste estudo:
"Even the very youngest children in America are growing up immersed in media, spending hours a day watching TV and videos, using computers and playing video games, according to a new study
released today by the Henry J. Kaiser Family Foundation. Children six and under spend an average of two hours a day using screen media (1:58), about the same amount of time they spend playing outside (2:01), and well over the amount they spend reading or being read to (39 minutes).
New interactive digital media have become an integral part of children?s lives. Nearly half (48%) of children six and under have used a computer (31% of 0-3 year-olds and 70% of 4-6 year-olds). Just under a third (30%) have played video games (14% of 0-3 year olds and 50% of 4-6 year-olds). Even the youngest children ? those under two ? are widely exposed to electronic media. Forty-three percent of those under two watch TV every day, and 26% have a TV in their bedroom (the American Academy of Pediatrics ?urges parents to avoid television for children under 2 years old?). In any given day, two-thirds (68%) of children under two will use a screen media, for an average of just over two hours (2:05)."
- mais um relatório
Zero to Six: Electronic Media in the Lives of Infants, Toddlers and preschoolers - Assim se intitula o último Relatório acabado de editar pela Kaiser Family Foundation, dos EUA.
Um resumo deste estudo:
"Even the very youngest children in America are growing up immersed in media, spending hours a day watching TV and videos, using computers and playing video games, according to a new study
released today by the Henry J. Kaiser Family Foundation. Children six and under spend an average of two hours a day using screen media (1:58), about the same amount of time they spend playing outside (2:01), and well over the amount they spend reading or being read to (39 minutes).
New interactive digital media have become an integral part of children?s lives. Nearly half (48%) of children six and under have used a computer (31% of 0-3 year-olds and 70% of 4-6 year-olds). Just under a third (30%) have played video games (14% of 0-3 year olds and 50% of 4-6 year-olds). Even the youngest children ? those under two ? are widely exposed to electronic media. Forty-three percent of those under two watch TV every day, and 26% have a TV in their bedroom (the American Academy of Pediatrics ?urges parents to avoid television for children under 2 years old?). In any given day, two-thirds (68%) of children under two will use a screen media, for an average of just over two hours (2:05)."
Ir a Londres
Conferência internacional
sobre as crianças e os novos media
"Digital Generations - Children, young people and new media" é o tema de uma conferência internacional que se realiza em Londres, de 26 a 29 de Julho de 2004, por iniciativa do Centre for the Study of Children, Youth and Media, do Instituto de Educação da Universidade de Londres, centro que é liderado pelo Prof. David Buckingham.
Algumas informações complementares sobre esta iniciativa:
"Computer games, the internet and other new communications media are often seen to pose threats and dangers to young people; but they also provide new opportunities for creativity and self-determination. This international conference will present the most exciting and challenging new research on children, young people and new digital media. We aim to bring together researchers from a range of academic disciplines – including media and cultural studies, anthropology, sociology, psychology and education – and to promote dialogue within and across research traditions. We also aim to develop dialogue between researchers, practitioners in digital media, and educators. Keynote speakers include David Buckingham (University of London), Marsha Kinder (University of Southern California), Gunther Kress (University of London) and Sonia Livingstone (London School of Economics). The last day of the conference will be an education day featuring new research and strategies for teachers, as well as workshops led by practitioners, such as games and web designers.
Conference themes will include:
- Digital divides: social differences in children's uses of new media
- Globalisation and intercultural communication
- Changing youth and childhood identities
- New media, schools and informal learning
- Regulation: censorship or consumer empowerment?
- Play, games and interactivity
- Children and young people as media producers".
Conferência internacional
sobre as crianças e os novos media
"Digital Generations - Children, young people and new media" é o tema de uma conferência internacional que se realiza em Londres, de 26 a 29 de Julho de 2004, por iniciativa do Centre for the Study of Children, Youth and Media, do Instituto de Educação da Universidade de Londres, centro que é liderado pelo Prof. David Buckingham.
Algumas informações complementares sobre esta iniciativa:
"Computer games, the internet and other new communications media are often seen to pose threats and dangers to young people; but they also provide new opportunities for creativity and self-determination. This international conference will present the most exciting and challenging new research on children, young people and new digital media. We aim to bring together researchers from a range of academic disciplines – including media and cultural studies, anthropology, sociology, psychology and education – and to promote dialogue within and across research traditions. We also aim to develop dialogue between researchers, practitioners in digital media, and educators. Keynote speakers include David Buckingham (University of London), Marsha Kinder (University of Southern California), Gunther Kress (University of London) and Sonia Livingstone (London School of Economics). The last day of the conference will be an education day featuring new research and strategies for teachers, as well as workshops led by practitioners, such as games and web designers.
Conference themes will include:
- Digital divides: social differences in children's uses of new media
- Globalisation and intercultural communication
- Changing youth and childhood identities
- New media, schools and informal learning
- Regulation: censorship or consumer empowerment?
- Play, games and interactivity
- Children and young people as media producers".
terça-feira, outubro 28, 2003
Desconstruir um anúncio
Deconstructing an Advertisiment é o título de um documento didáctico dividido em quatro etapas, cada qual com um conjunto de actividades propostas:
- Observar
- Apurar o propósito do anúncio
- Determinar conteúdos ideológicos
- Considerar possíveis consequências das mensagens.
Deconstructing an Advertisiment é o título de um documento didáctico dividido em quatro etapas, cada qual com um conjunto de actividades propostas:
- Observar
- Apurar o propósito do anúncio
- Determinar conteúdos ideológicos
- Considerar possíveis consequências das mensagens.
segunda-feira, outubro 27, 2003
A cidade e as crianças
É este o título da coluna semanal de Eduardo Jorge Madureira, na edição Minho do Público. O autor, coordenador do projecto "Público na Escola", faz referência a um livro recente do pedagogo italiano Francesco Tonucci, intitulado "Quando as crianças dizem basta!", recentemente apresentado em Espanha. O dinamizador do projecto La Città dei Bambini, que pretende devolver a cidade às crianças, observa que "'a cidade tem vindo a deixar de ser um lugar para viver para se ir convertendo num espaço para circular. Em vez de satisfazer as necessidades dos seus habitantes, as cidades respondem, cada vez mais, às conveniências dos negócios, do consumo e do tráfego'. Neste quadro, que amarra os mais pequenos a suas casas, a televisão, "um instrumento que pode ser tão rico, torna-se perigoso, não só por causa dos conteúdos violentos, mas também porque imobiliza as crianças, que começam a ser corrompidas no momento em que são transformadas em consumidoras".
É este o título da coluna semanal de Eduardo Jorge Madureira, na edição Minho do Público. O autor, coordenador do projecto "Público na Escola", faz referência a um livro recente do pedagogo italiano Francesco Tonucci, intitulado "Quando as crianças dizem basta!", recentemente apresentado em Espanha. O dinamizador do projecto La Città dei Bambini, que pretende devolver a cidade às crianças, observa que "'a cidade tem vindo a deixar de ser um lugar para viver para se ir convertendo num espaço para circular. Em vez de satisfazer as necessidades dos seus habitantes, as cidades respondem, cada vez mais, às conveniências dos negócios, do consumo e do tráfego'. Neste quadro, que amarra os mais pequenos a suas casas, a televisão, "um instrumento que pode ser tão rico, torna-se perigoso, não só por causa dos conteúdos violentos, mas também porque imobiliza as crianças, que começam a ser corrompidas no momento em que são transformadas em consumidoras".
segunda-feira, outubro 20, 2003
Um desperdício
Why computers have not saved the classroom é o título da recensão feita por The Christian Science Monitor ao novo livro de Todd Oppenheimer, 'The Flickering Mind- The False Promise of Technology in the Classroom'.
Reflectindo sobre o impacte da tecnologia dos computadores nas escolas norte-americanas, o autor conclui que "putting computers in classrooms has been almost entirely wasteful, and the rush to keep schools up-to-date with the latest technology has been largely pointless" (lido via Ponto Media).
Why computers have not saved the classroom é o título da recensão feita por The Christian Science Monitor ao novo livro de Todd Oppenheimer, 'The Flickering Mind- The False Promise of Technology in the Classroom'.
Reflectindo sobre o impacte da tecnologia dos computadores nas escolas norte-americanas, o autor conclui que "putting computers in classrooms has been almost entirely wasteful, and the rush to keep schools up-to-date with the latest technology has been largely pointless" (lido via Ponto Media).
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