A Escola e os Media: tema do próximo número
da Revista Iberoamericana de Educação
O Número 32, prestes a sair, da Revista Iberoamericana de Educación trata o tema "La escuela y los medios".
Eis o texto da apresentação:
"En las últimas décadas, la escuela ha sostenido una relación nada sencilla con los medios de comunicación. Entre el amor y el espanto, este vínculo se ha movido más cerca de la desconfianza, la acusación y la condena, que de la aceptación y el reconocimiento. Los medios de comunicación, sin embargo, desempeñan un papel central en la vida de los niños y los jóvenes. Primera actividad de ocio y principal fuente de información, los medios afectan e influyen sobre la manera en que los niños y los jóvenes perciben la realidad e interactúan con el mundo.
Las identidades de los jóvenes se trazan en la intersección del texto escrito, la imagen electrónica y la cultura popular. Los centros comerciales, los cafés, la televisión, los recitales de música, el cine y las nuevas tecnologías, modifican la percepción que los más jóvenes tienen de la realidad, su actitud ante el conocimiento y el modo en que conciben el mundo.
Una educación en medios propone analizar estos cambios en la percepción de la realidad. La educación en medios de comunicación - tema de nuestro monográfico- piensa a la escuela como una vía de entrada a la cultura y a la comprensión del mundo. Enseñar sobre los medios, significa explorar sus lenguajes como maneras de nombrar y organizar la realidad y entender los mensajes de los medios como lecturas del mundo que intentan explicar cómo es la sociedad y por qué funciona como funciona.
La educación en medios propone una nueva forma de alfabetización. Hay quienes hablan de una primera alfabetización, protagonizada por el libro y la cultura letrada, y una segunda alfabetización que nos abre a las múltiples escrituras que hoy conforman el mundo audiovisual e informático. Es por esta pluralidad de escrituras que pasa hoy la construcción de ciudadanos que sepan leer, tanto libros como periódicos, noticieros, videojuegos, videoclips, y CD Roms. De allí la importancia que cobra hoy una escuela capaz de un uso creativo y crítico de los medios audiovisuales y de las tecnologías informáticas.
La valoración de la cultura popular desde la escuela responde también a las exigencias de la sociedad actual. Mientras los hijos de las clases más favorecidas entran en interacción con el ecosistema informacional y comunicativo desde su propio hogar, los hijos de los sectores populares- cuyas escuelas públicas (espacio decisivo de acceso a las nuevas formas de conocimiento) no tienen, en su inmensa mayoría, la más mínima interacción con el entorno informático- están quedando excluidos del nuevo campo laboral y profesional que la cultura mediática y tecnológica supone. (Barbero, Rey, 1999)
El presente monográfico intenta explorar estos aspectos y responder a estos y otros interrogantes. ¿Es posible que la escuela redefina su relación con la cultura y abra nuevos espacios en los que los alumnos aprendan a leer y resignificar su propia relación con el entorno mediático? ¿Es posible que la escuela sirva de vehículo para la interpretación de la cultura y de mutua potenciación? ¿Es posible que la escuela permita a los alumnos experimentar y definir qué significa ser productores culturales, capaces de leer diferentes textos y, ciertamente, de producirlos?
En suma, nuestro número 32 intentará explorar la relación entre la escuela y los medios de comunicación, el potencial de una educación que toma a los medios como objeto de estudio y las formas en que esta enseñanza tiene lugar. Desde contextos y realidades muy diferentes, el objetivo es siempre el mismo: revalorizar la identidad cultural de los alumnos (en la que los medios de comunicación ocupan un lugar esencial) y enseñar a pensar el mundo, mediado y representado en la pantalla de televisión, en las páginas de un diario, en una película en el cine o en la navegación por Internet."
sábado, outubro 04, 2003
Iniciativa portuguesa a favor de Schneidermann
Eduardo Cintra Torres, crítico de TV do Público, e José Carlos Abrantes, de As Imagens e Nós, decidiram lançar uma petição, que pode ser subscrita online, contra o despedimento do crítico de televisão de Le Monde, Daniel Schneidermann. Como aqui noticiávamos há dias, a direcção do jornal não gostou que aquele profissional tivesse expresso livremente o seu pensamento, nomeadamente sobre o jornal em que tem trabalhado. Schneidermann é também o autor e apresentador do programa de análise de televisão Arrêt sur Images (La 5, domingos, cerca das 12h00).
O texto da petição, a enviar a Le Monde, está redigido em português e em francês.
Eduardo Cintra Torres, crítico de TV do Público, e José Carlos Abrantes, de As Imagens e Nós, decidiram lançar uma petição, que pode ser subscrita online, contra o despedimento do crítico de televisão de Le Monde, Daniel Schneidermann. Como aqui noticiávamos há dias, a direcção do jornal não gostou que aquele profissional tivesse expresso livremente o seu pensamento, nomeadamente sobre o jornal em que tem trabalhado. Schneidermann é também o autor e apresentador do programa de análise de televisão Arrêt sur Images (La 5, domingos, cerca das 12h00).
O texto da petição, a enviar a Le Monde, está redigido em português e em francês.
terça-feira, setembro 30, 2003
"Os mass media na família: um risco e uma riqueza"
O tema escolhido para o Dia Mundial das Comunicações Sociais do próximo ano pelo papa João Paulo II será "Os mass media na família: um risco e uma riqueza". A evocação ocorrerá, em 2004, no dia 23 de Maio. Tradicionalmente, a divulgação do tema do ano seguinte ocorre no dia 29 de Setembro, festa de S. Miguel, S. Rafael e S.Gabriel, este último tido por padroeiro da rádio. No dia 24 de Janeiro, festa do padroeiro dos jornalistas, S. Francisco de Sales, é divulgada a mensagem do papa para a evocação do Dia, instituído por solicitação do Concílio Vaticano II.
O tema escolhido para o Dia Mundial das Comunicações Sociais do próximo ano pelo papa João Paulo II será "Os mass media na família: um risco e uma riqueza". A evocação ocorrerá, em 2004, no dia 23 de Maio. Tradicionalmente, a divulgação do tema do ano seguinte ocorre no dia 29 de Setembro, festa de S. Miguel, S. Rafael e S.Gabriel, este último tido por padroeiro da rádio. No dia 24 de Janeiro, festa do padroeiro dos jornalistas, S. Francisco de Sales, é divulgada a mensagem do papa para a evocação do Dia, instituído por solicitação do Concílio Vaticano II.
Livro novo
Napolitano, M., Como Usar o Cinema na Sala de Aula, S. Paulo, Contexto, 2003. (Dica de As Imagens e nós)
Napolitano, M., Como Usar o Cinema na Sala de Aula, S. Paulo, Contexto, 2003. (Dica de As Imagens e nós)
segunda-feira, setembro 29, 2003
Investigar com crianças
- conferência na UM
No âmbito do Ciclo de Conferências em Sociologia da Infância realiza-se no dia 2 de Outubro pelas 17 horas no Auditório do IEC da Universidade do Minho (Avenida Central, 100), uma conferência intitulada "Metodologias Participativas e Investigação com Crianças" pela Professora Priscilla Alderson, uma das principais referências nas metodologias de investigação com crianças.
A Professora Priscilla Alderson é docente no Instituto de Educação da Universidade de Londres e é também co-directora do Centro de Investigação em Políticas e Investigação da Infância.
Tem desenvolvido extensa investigação nas seguintes áreas:
- Métodos e Ética na Investigação com crianças;
- Cidadania da Infância e a Convenção dos Direitos da Criança;
- Ultimamente tem coordenado uma investigação em Neurologia Neonatal designada: Foretelling Futures: Dilemma in Neonatal Neurology.
O acesso é livre.Será assegurada a tradução da conferência.
- conferência na UM
No âmbito do Ciclo de Conferências em Sociologia da Infância realiza-se no dia 2 de Outubro pelas 17 horas no Auditório do IEC da Universidade do Minho (Avenida Central, 100), uma conferência intitulada "Metodologias Participativas e Investigação com Crianças" pela Professora Priscilla Alderson, uma das principais referências nas metodologias de investigação com crianças.
A Professora Priscilla Alderson é docente no Instituto de Educação da Universidade de Londres e é também co-directora do Centro de Investigação em Políticas e Investigação da Infância.
Tem desenvolvido extensa investigação nas seguintes áreas:
- Métodos e Ética na Investigação com crianças;
- Cidadania da Infância e a Convenção dos Direitos da Criança;
- Ultimamente tem coordenado uma investigação em Neurologia Neonatal designada: Foretelling Futures: Dilemma in Neonatal Neurology.
O acesso é livre.Será assegurada a tradução da conferência.
sábado, setembro 27, 2003
Digital Games Research Conference 2003
4-6 Novembro, 2003, Universidade de Utreque, Holanda
The conference will be the first official event of the new interdisciplinary association DiGRA, aiming to promote quality research of games, interdisciplinary collaboration in games research, design and development, and recognition of game studies as an academic field of enquiry. A wide range of approaches is encouraged focussing on research, design and development. We aim at a broad diversity of topics, such as:
Computer Games
On the history of games, game aesthetics (narrative, interactivity) and
game play (structure, time, multiplayer platforms).
Design/productionConcerned with the relationship between the designer/producer and the game (programming, project management).
Reception
Reception focuses on the individual player’s relationship to the computer game: the cognitive, social, psychological and therapeutic effects of games.
Games as an aesthetic phenomenon
On games as art, game-genres and storytelling. On the similarities and differences between computer games and other media
Games as a cultural phenomenon
How games are interpreted, their meaning and significance to the player, their contribution to an understanding of oneself, of relationships with others, and of one’s world (gender, ethnicity, nationality).
Games as a social phenomenon
Considers normative aspects of computer gaming and the effects of games on social behavior. Issues include the effects of computer games on (un)acceptable or (un desirable behavior, such as aggression and addiction, and partcipation and education.
4-6 Novembro, 2003, Universidade de Utreque, Holanda
The conference will be the first official event of the new interdisciplinary association DiGRA, aiming to promote quality research of games, interdisciplinary collaboration in games research, design and development, and recognition of game studies as an academic field of enquiry. A wide range of approaches is encouraged focussing on research, design and development. We aim at a broad diversity of topics, such as:
Computer Games
On the history of games, game aesthetics (narrative, interactivity) and
game play (structure, time, multiplayer platforms).
Design/productionConcerned with the relationship between the designer/producer and the game (programming, project management).
Reception
Reception focuses on the individual player’s relationship to the computer game: the cognitive, social, psychological and therapeutic effects of games.
Games as an aesthetic phenomenon
On games as art, game-genres and storytelling. On the similarities and differences between computer games and other media
Games as a cultural phenomenon
How games are interpreted, their meaning and significance to the player, their contribution to an understanding of oneself, of relationships with others, and of one’s world (gender, ethnicity, nationality).
Games as a social phenomenon
Considers normative aspects of computer gaming and the effects of games on social behavior. Issues include the effects of computer games on (un)acceptable or (un desirable behavior, such as aggression and addiction, and partcipation and education.
quarta-feira, setembro 24, 2003
Como compreendem as crianças
a violência do ecrã?
How Children Interpret Screen Violence é o título de um estudo de 90 páginas que acaba de ser divulgado no Reino Unido. Foi realizado por quatro instituições: the British Board of Film Classification (BBFC), the BBC, the Broadcasting Standards Commission (BSC) and the Independent Television Commission (ITC).
O documento já se encontra disponível online.
No press release enviasdo aos media, refere-se:
"Children are more prone than adults to judge scenes as violent according to their real life consequences and moral status, rather than simply on the basis of what is shown (...).
How ‘violent’ an image is depends on whether the violence was justified – and how closely it relates to children’s own lives. The report which looks at how children aged 9-13 react to on-screen images of violence on television and in the cinema, also found that children distinguish clearly between images of fictional violence and those of real life violence – which they find more disturbing. How Children Interpret Screen Violence, is the first study specifically to investigate those elements of an image that make it seem violent to children . It concentrated on children aged 9-13, the age group for which parents expressed the least confidence when it came to regulating their in-home viewing. It took the form of ten extended group discussions and considered children’s attitudes to a variety of representations of on-screen violence, both on television and in the cinema."
a violência do ecrã?
How Children Interpret Screen Violence é o título de um estudo de 90 páginas que acaba de ser divulgado no Reino Unido. Foi realizado por quatro instituições: the British Board of Film Classification (BBFC), the BBC, the Broadcasting Standards Commission (BSC) and the Independent Television Commission (ITC).
O documento já se encontra disponível online.
No press release enviasdo aos media, refere-se:
"Children are more prone than adults to judge scenes as violent according to their real life consequences and moral status, rather than simply on the basis of what is shown (...).
How ‘violent’ an image is depends on whether the violence was justified – and how closely it relates to children’s own lives. The report which looks at how children aged 9-13 react to on-screen images of violence on television and in the cinema, also found that children distinguish clearly between images of fictional violence and those of real life violence – which they find more disturbing. How Children Interpret Screen Violence, is the first study specifically to investigate those elements of an image that make it seem violent to children . It concentrated on children aged 9-13, the age group for which parents expressed the least confidence when it came to regulating their in-home viewing. It took the form of ten extended group discussions and considered children’s attitudes to a variety of representations of on-screen violence, both on television and in the cinema."
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