No último número da revista Pensar Iberoamérica, está disponível o artigo de María Teresa Quiroz
Por una educación que integre el pensar y el sentir - El papel de las Tecnologías de la Información y la Comunicación.
O resumo:
"La importancia de los medios masivos de comunicación -llámense prensa escrita, cine, radio y especialmente televisión- en la formación de las opiniones, valores, expectativas sociales y en la socialización en general, es un hecho evidente. A estos medios se ha incorporado la tecnología digital que abre y potencia el campo de la información y el entretenimiento. Estamos frente a tecnologías del conocimiento que afectan la forma en que sentimos y pensamos, lo cual ha creado un nuevo ambiente comunicacional que modifica nuestra manera de percibir y vivir en el mundo.
Hoy más que nunca es indispensable pensar la educación más allá de las fronteras del aula de clase y de las paredes de la escuela. "El aula sin muros" de Marshall McLuhan es la gran metáfora que expresa que la explosión de la información y el conocimiento y la distribución del saber social han desbordado a las instituciones formales de educación. Pero además estamos en un momento en el cual no podemos pensar la educación por fuera de las necesidades y de la sensibilidad de los niños y jóvenes, de su cultura y sus proyectos, que están vinculados a espacios e intereses que las instituciones educativas no consideran adecuadamente.
Este trabajo pretende vincular la educación y la comunicación, pensar en los efectos y en las posibilidades de los diferentes medios, en sus conflictos y proyecciones. Dejar de lado el moralismo y el dogmatismo, las ideas ilustradas de la educación, y pensar en las tecnologías no como "fierros" sino como "diálogos" que pueden potenciar nuestras posibilidades expresivas. Se trata de integrar los esfuerzos por la educación, y parte de ello se producirá abriendo la escuela al conocimiento de otros lenguajes y competencias. Hay que limar las asperezas entre el quehacer de los medios y de la escuela, incorporando el lenguaje audiovisual y cohesionando los aspectos instructivos con los educativos, los culturales con los racionales, la memoria con la creatividad."
sexta-feira, maio 09, 2003
Alguns textos interessantes e relevantes para as nossas áreas de interesse:
- Ismar de Oliveira Soares, Comunicação – Educação, A emergência de um novo campo e o perfil de seus profissionais;
- Andrew Hart / Daniel Süss (Eds.), Media Education in 12 European Countries - A Comparative Study of Teaching Media in Mother Tongue Education in Secondary Schools;
- Carlos Alberto Costanzo, Escuela y Televisión - Reflexiones sobre el Campo Cultural en la Argentina;
- Todd Oppenheimer, The Computer Delusion;
- Phillip D. Long, Blogs: A Disruptive Technology Coming of Age? (com múltiplos links sobre a relação entre os weblogs e a educação)
- María Jesús Gallego Arrufat et. al., El Profesor y la programación televisiva;
- Maria Dolores Souza et al., Los Profesores y los Medios de Comunicacion.
- Ismar de Oliveira Soares, Comunicação – Educação, A emergência de um novo campo e o perfil de seus profissionais;
- Andrew Hart / Daniel Süss (Eds.), Media Education in 12 European Countries - A Comparative Study of Teaching Media in Mother Tongue Education in Secondary Schools;
- Carlos Alberto Costanzo, Escuela y Televisión - Reflexiones sobre el Campo Cultural en la Argentina;
- Todd Oppenheimer, The Computer Delusion;
- Phillip D. Long, Blogs: A Disruptive Technology Coming of Age? (com múltiplos links sobre a relação entre os weblogs e a educação)
- María Jesús Gallego Arrufat et. al., El Profesor y la programación televisiva;
- Maria Dolores Souza et al., Los Profesores y los Medios de Comunicacion.
quinta-feira, maio 08, 2003
Para uma reflexão sobre o jornalismo e a cidadania:
Actividade de mediação/interpretação da realidade social realizada em contextos institucionais por profissionais específicos.
1. Condicionantes
- Estratégias e tácticas das fontes (relações públicas, comunicação organizacional)
- Pressões políticas (regulação, censura, lobbying)
- Recursos tecnológicos (possibilidades e limitações)
- Pressões económicas (proprietários, forças do mercado)
- Cultura profissional dos jornalistas (ética, códigos estéticos,convenções)
- Dimensão institucional (cultura, orientação, constrangimentos, recursos)
(Fonte : adapt. de McNair, 1998:14)
2. Critérios de noticiabilidade:
- Quais os acontecimentos (assuntos, problemáticas) com direito a existência pública
- Implicam uma censura sobre a sociedade (Bourdieu)
- Desigualdade de recursos materiais e simbólicos
3. Schudson: não apenas a escolha e enunciação do que é verdadeiro, mas os quadros em que tais escolhas e enunciações são apresentados.
4. Internet, novos media e webjornalismo: desintermediação, nova literacia, multiplicação dos polos de enunciação
Textos:
- João Carlos Correia, Jornalismo regional e cidadania
- Nilson Lage, O Jornalismo perdeu sua cidadania
Actividade de mediação/interpretação da realidade social realizada em contextos institucionais por profissionais específicos.
1. Condicionantes
- Estratégias e tácticas das fontes (relações públicas, comunicação organizacional)
- Pressões políticas (regulação, censura, lobbying)
- Recursos tecnológicos (possibilidades e limitações)
- Pressões económicas (proprietários, forças do mercado)
- Cultura profissional dos jornalistas (ética, códigos estéticos,convenções)
- Dimensão institucional (cultura, orientação, constrangimentos, recursos)
(Fonte : adapt. de McNair, 1998:14)
2. Critérios de noticiabilidade:
- Quais os acontecimentos (assuntos, problemáticas) com direito a existência pública
- Implicam uma censura sobre a sociedade (Bourdieu)
- Desigualdade de recursos materiais e simbólicos
3. Schudson: não apenas a escolha e enunciação do que é verdadeiro, mas os quadros em que tais escolhas e enunciações são apresentados.
4. Internet, novos media e webjornalismo: desintermediação, nova literacia, multiplicação dos polos de enunciação
Textos:
- João Carlos Correia, Jornalismo regional e cidadania
- Nilson Lage, O Jornalismo perdeu sua cidadania
terça-feira, maio 06, 2003
Enquanto não conhecemos mais directamente o grupo Comunicar, da Andaluzia - teremos oportunidade se se concretizar a participação no Congresso de Outubro "Luzes no Labirinto do Audiovisual" - podemos ler com proveito quatro livros que este colectivo pedagógico tem disponíveis on-line. Poderão ser de grande utilidade nos trabalhos actualmente em curso:
- "La otra mirada a la tele"
- "Educación y medios de comunicación"
- "Infoescuela"
- "Internet y los jóvenes"
(Os livros encontram-se no formato PDF, exigindo que esteja precviamente instalado o Adobe Acrobat Reader - versão em espanhol aqui).
Eis um texto de Sherry Turkle, datado de 1984, extraído do livro "The Second Self", e intitulado " Video Games and Computer Holding Power", que acaba de ser republicado num livro recente sobre os novos media (dica do blog ContraFactos).
sexta-feira, maio 02, 2003
Representação, informação e educação dos consumidores
1.4.66. Resolução do Conselho sobre protecção dos consumidores, nomeadamente dos jovens, mediante a rotulagem por escalões etários de determinados jogos de vídeo e jogos de computador.
Adopção pelo Conselho em 1 de Março. Preocupado com as consequências, em especial sobre as crianças menores, do conteúdo de alguns jogos de vídeo e de computador muito heterogéneos e destinados a consumidores de idades diferentes, o Conselho salienta a necessidade de fornecer informações claras sobre a avaliação do conteúdo e a classificação, por escalões etários, destes jogos comercializados. Considera que uma rotulagem adequada constitui um bom meio para atingir este objectivo e para assegurar mais transparência, garantindo simultaneamente a livre circulação destes produtos. Além disso, o Conselho reconhece que seria útil encorajar, em todos os Estados-Membros, a promoção de sistemas de classificação claros e simples. A auto-regulação parece-lhe um meio adequado para completar as legislações nacionais e considera favoravelmente a intenção da Comissão de realizar um estudo sobre as práticas de classificação existentes. Além disso, o Conselho insiste na importância da cooperação com as partes interessadas, quer sejam institucionais, estatais ou privadas, e sugere que se intensifique esta cooperação, designadamente em matéria de intercâmbio de informações e de experiências.
[ JO C 65 de 14.3.2002 ]
Boletim UE 3-2002
Saúde e protecção dos consumidores (11/11)
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1.4.66. Resolução do Conselho sobre protecção dos consumidores, nomeadamente dos jovens, mediante a rotulagem por escalões etários de determinados jogos de vídeo e jogos de computador.
Adopção pelo Conselho em 1 de Março. Preocupado com as consequências, em especial sobre as crianças menores, do conteúdo de alguns jogos de vídeo e de computador muito heterogéneos e destinados a consumidores de idades diferentes, o Conselho salienta a necessidade de fornecer informações claras sobre a avaliação do conteúdo e a classificação, por escalões etários, destes jogos comercializados. Considera que uma rotulagem adequada constitui um bom meio para atingir este objectivo e para assegurar mais transparência, garantindo simultaneamente a livre circulação destes produtos. Além disso, o Conselho reconhece que seria útil encorajar, em todos os Estados-Membros, a promoção de sistemas de classificação claros e simples. A auto-regulação parece-lhe um meio adequado para completar as legislações nacionais e considera favoravelmente a intenção da Comissão de realizar um estudo sobre as práticas de classificação existentes. Além disso, o Conselho insiste na importância da cooperação com as partes interessadas, quer sejam institucionais, estatais ou privadas, e sugere que se intensifique esta cooperação, designadamente em matéria de intercâmbio de informações e de experiências.
[ JO C 65 de 14.3.2002 ]
Boletim UE 3-2002
Saúde e protecção dos consumidores (11/11)
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Sobre a programação televisiva:
Algumas notas de um trabalho da Dra Felisbela Lopes (no âmbito dos seus estudos de doutoramento):
· Segundo Williams, as novas tecnologias da televisão vieram alterar o conceito estático da programação tida até então como uma mera distribuição e ordenação de programas descontínuos, convertendo-a naquilo a que chamou “fluxo contínuo televisivo”. Em tempo de monopólio, os programas eram definidos em função de três grandes finalidades comunicativas: distrair, informar e educar. Consequentemente, havia “o momento do espectáculo, dedicado ao divertimento; o da informação ao longo do qual ficávamos a saber as notícias; e o de aprendizagem onde enriquecíamos a cultura” (Negri et al, s/d).
· Uma análise isolada do programas, sem ter em conta pelo menos a franja horária em que eles são transmitidos seria empobrecedora. Um texto televisivo (programa) deve ser compreendido dentro de uma estrutura global (grelha).
· Nora Rizza (1989), através de entrevistas com programadores italianos, procurou analisar os factores que subjazem à prática diária da construção de uma grelha, criando o termo “palimpsesto” para falar da programação televisiva.
· A natureza do palimpsesto televisivo está condicionada por factores tão diversos como:
a) os recursos económicos da estação;
b)a audiência prevista;
c) a imagem e identidade do canal;
d) a oferta da concorrência;
e) a possibilidade de produção ou aquisição dos conteúdos.
· Jesus Gonzalez Requena (1995) fala da programação como um “macro-discurso”, capaz de integrar no seu interior todos os sistemas semióticos, actualizados acústica e visualmente. Uma grelha televisiva seria uma unidade discursiva superior às unidades que contém, com a capacidade de submeter tudo o que alberga à sua lógica.
· A valorização de certas franjas horárias, por exemplo, não pode ser encarada apenas como uma iniciativa unidireccional do programador, mas deve ser lida à luz das modificações das formas de vida (emprego e lazer). Acompanhando a disponibilidade que as pessoas têm para ver televisão, os programadores vão tentando optimizar essas audiências disponíveis. Esse acompanhamento requer uma actualização permanente dos conteúdos na medida em que os gostos do público evoluem.
· Progressivamente foi sendo abandonado o regime pedagógico com o telespectador para se instalar uma relação de convivialidade, possível porque a relação passou a ser bidireccional. Já não há um “eu” que fala para um “tu”, mas um “nós” constituído por “duas vontades convergentes que se exprimem como vontade comum” (Negri et al). (...) Na emergência dos reality-shows nas grelhas televisivas: um sinal claro quer da mudança de encarar a relação entre a televisão e o seu público
· Advento da “TV profana” de que nos fala Dominique Mehl abre portas para a vida em directo a qual não conhece fronteiras. Misturam-se temas públicos com assuntos privados, fundem-se actores com espectadores. (...) O pequeno ecrã torna-se uma espécie de amigo do público, acompanhando-o ao longo do dia, segundo os ritmos impostos pelo quotidiano.
· Mais do que falar em apresentador, hoje o termo que começa a prevalecer é o de “mediador”. A ele pede-se, por um lado, que ligue os actores que constituem a cena televisiva; por outro, que seja um intermediário entre o ecrã e o espectador, vivendo-se, então, uma espécie de dramaturgia colectiva, colocada em palco por actores que pertencem tanto à esfera da produção como à da recepção.
· A contaminação e o sincretismo são permanentes nesta televisão da era da concorrência em que a “estrutura sintagmática tende para o fluxo contínuo” (Casetti e Odin, 1990). Fala-se mesmo de “programas omnibus”, ou seja, emissões onde cabem a informação, a ficção, o espectáculo, a publicidade.
Factores implicados numa grelha televisiva
· Identidade do canal
a) Filosofia de programação
b) Linha editorial
· Disponibilidade temporal
· Gostos da classe média
SOBRE PROGRAMAÇÃO PARA A INFÂNCIA:
- La programmation
« ... c'est une programmation qui allie intelligence et divertissement, un ensemble dont les différents éléments (des émissions dans ce cas) s'imbriquent les uns dans les autres – à la manière d’un casse-tête et non d'un patchwork – , porteur d’une vision donc, bien avant que d'être une addition, au hasard, de coups d'éclats isolés. »
Louise Dansereau
- José Ramón Pérez Ornia y Luis Núñez Ladevéze, Programación infantil en la televisión española - Inadecuada relación entre oferta y demanda
- Omar Carrasco Delgado, Programas Infantis na Televisão: o Caso Teletubies
- Mavi Dolç Gastaldo, La programació infantil i juvenil a la televisió; (em catalão)
- Stéphanie Dansereau et Jeanne Maranda, Présence et image des femmes dans les médias d'information destinés aux jeunes de 10 à 16 ans
Algumas notas de um trabalho da Dra Felisbela Lopes (no âmbito dos seus estudos de doutoramento):
· Segundo Williams, as novas tecnologias da televisão vieram alterar o conceito estático da programação tida até então como uma mera distribuição e ordenação de programas descontínuos, convertendo-a naquilo a que chamou “fluxo contínuo televisivo”. Em tempo de monopólio, os programas eram definidos em função de três grandes finalidades comunicativas: distrair, informar e educar. Consequentemente, havia “o momento do espectáculo, dedicado ao divertimento; o da informação ao longo do qual ficávamos a saber as notícias; e o de aprendizagem onde enriquecíamos a cultura” (Negri et al, s/d).
· Uma análise isolada do programas, sem ter em conta pelo menos a franja horária em que eles são transmitidos seria empobrecedora. Um texto televisivo (programa) deve ser compreendido dentro de uma estrutura global (grelha).
· Nora Rizza (1989), através de entrevistas com programadores italianos, procurou analisar os factores que subjazem à prática diária da construção de uma grelha, criando o termo “palimpsesto” para falar da programação televisiva.
· A natureza do palimpsesto televisivo está condicionada por factores tão diversos como:
a) os recursos económicos da estação;
b)a audiência prevista;
c) a imagem e identidade do canal;
d) a oferta da concorrência;
e) a possibilidade de produção ou aquisição dos conteúdos.
· Jesus Gonzalez Requena (1995) fala da programação como um “macro-discurso”, capaz de integrar no seu interior todos os sistemas semióticos, actualizados acústica e visualmente. Uma grelha televisiva seria uma unidade discursiva superior às unidades que contém, com a capacidade de submeter tudo o que alberga à sua lógica.
· A valorização de certas franjas horárias, por exemplo, não pode ser encarada apenas como uma iniciativa unidireccional do programador, mas deve ser lida à luz das modificações das formas de vida (emprego e lazer). Acompanhando a disponibilidade que as pessoas têm para ver televisão, os programadores vão tentando optimizar essas audiências disponíveis. Esse acompanhamento requer uma actualização permanente dos conteúdos na medida em que os gostos do público evoluem.
· Progressivamente foi sendo abandonado o regime pedagógico com o telespectador para se instalar uma relação de convivialidade, possível porque a relação passou a ser bidireccional. Já não há um “eu” que fala para um “tu”, mas um “nós” constituído por “duas vontades convergentes que se exprimem como vontade comum” (Negri et al). (...) Na emergência dos reality-shows nas grelhas televisivas: um sinal claro quer da mudança de encarar a relação entre a televisão e o seu público
· Advento da “TV profana” de que nos fala Dominique Mehl abre portas para a vida em directo a qual não conhece fronteiras. Misturam-se temas públicos com assuntos privados, fundem-se actores com espectadores. (...) O pequeno ecrã torna-se uma espécie de amigo do público, acompanhando-o ao longo do dia, segundo os ritmos impostos pelo quotidiano.
· Mais do que falar em apresentador, hoje o termo que começa a prevalecer é o de “mediador”. A ele pede-se, por um lado, que ligue os actores que constituem a cena televisiva; por outro, que seja um intermediário entre o ecrã e o espectador, vivendo-se, então, uma espécie de dramaturgia colectiva, colocada em palco por actores que pertencem tanto à esfera da produção como à da recepção.
· A contaminação e o sincretismo são permanentes nesta televisão da era da concorrência em que a “estrutura sintagmática tende para o fluxo contínuo” (Casetti e Odin, 1990). Fala-se mesmo de “programas omnibus”, ou seja, emissões onde cabem a informação, a ficção, o espectáculo, a publicidade.
Factores implicados numa grelha televisiva
· Identidade do canal
a) Filosofia de programação
b) Linha editorial
· Disponibilidade temporal
· Gostos da classe média
SOBRE PROGRAMAÇÃO PARA A INFÂNCIA:
- La programmation
« ... c'est une programmation qui allie intelligence et divertissement, un ensemble dont les différents éléments (des émissions dans ce cas) s'imbriquent les uns dans les autres – à la manière d’un casse-tête et non d'un patchwork – , porteur d’une vision donc, bien avant que d'être une addition, au hasard, de coups d'éclats isolés. »
Louise Dansereau
- José Ramón Pérez Ornia y Luis Núñez Ladevéze, Programación infantil en la televisión española - Inadecuada relación entre oferta y demanda
- Omar Carrasco Delgado, Programas Infantis na Televisão: o Caso Teletubies
- Mavi Dolç Gastaldo, La programació infantil i juvenil a la televisió; (em catalão)
- Stéphanie Dansereau et Jeanne Maranda, Présence et image des femmes dans les médias d'information destinés aux jeunes de 10 à 16 ans
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