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quinta-feira, setembro 23, 2010

Uso do Facebook na educação

Time to focus on Facebook literacy in our education system | The Vancouver Observe:
A sugestão refere-se ao sistema educativo em Vancouver, Canadá, mas é razoavelmente transponível:
Um potencial currículo em media digitais poderia incluir:

  • Understanding social media
  • Social media: reputation, identity, and authority
  • Privacy, security, and ethical issues
  • Critical thinking and reasoned choices
  • Anti-cyber bullying strategies
  • Guidelines for adult interaction with students
  • The educational benefits/risks of social media
  • Using social media to enhance student learning
  • Best practices

terça-feira, setembro 21, 2010

Congresso sobre competências digitais e de literacia dos media







Media &  Learning 2010 é um congresso que terá lugar em Bruxelas, nos dias 25 e 26 de Novembro. Destina-se, segundo o própio site, a todos aqueles que estão interessados nos últimos desenvolvimentos, serviços e usos dos media na educação e na formação.

Visando tanto os decisores políticos como os profissionais, o objetivo deste evento é "identificar as políticas e iniciativas que promovem as competências  digitais e mediáticas em todos os níveis de educação e formação". Por isso, os temas em discussão serão:

• a urgência de desenvolver as competências digitais e de literacia dos media nos trabalhadores europeus;

• qual a melhor forma de convencer todas partes envolvidas sobre a importância da incorporação das competências digitais e mediáticas entre profissionais e alunos em todos em todo níveis de educação e formação.

Mais informações, nomedamente sobre o programa, podem ser consultadas no website.

terça-feira, agosto 03, 2010

Presidente Barroso destaca a importância da literacia digital para a empregabilidade e para o crescimento económico sustentável

11 Mar 2009



Este vídeo já é de Março de 2009, mas vale a pena registar aquilo que o Presidente da Comissão Europeia referiu na altura em que recebe responsáveis da Fundação ECDL*:
Accepting the ECDL Skills Card, President Barroso stressed that digital literacy skills are essential for Europeans.
Prior to the presentation ceremony, in a meeting on the contribution of digital literacy to making Europe a leading knowledge-based economy, the ECDL Foundation delegation welcomed President Barrosos view that digital skills training enables society to fully reap the benefits of technology.

* ECDL é - como se lê no seu  site - "uma certificação internacional de competências nas TIC para utilizadores orientada para o mercado de trabalho, que atesta que o seu detentor possui as competências e conhecimentos que lhe permitem utilizar eficaz e produtivamente as principais aplicações informáticas para PC".

quinta-feira, julho 29, 2010

Uma corrida frenética até à totalidade do digital

Através do boletim de literacia dos media do Ofcom fico a conhecer a iniciativa Race Online 2012, lançada este mês no Reino Unido. Apresenta-se como um "manifesto para uma nação em rede" e tem como objectivo a inclusão online dos dez milhões de pessoas no país que nunca acederam à Internet.

Até ao fim desta legislatura (a decorrer até 2015) o propósito é passar a cobrir esse quinto da população que ainda está fora do digital. Segundo o site do projecto há três motivos fundamentais para uma pessoa não estar online: falta de motivação, falta de acesso e falta de capacidades. "Então precisamos de trabalhar em conjunto para inspirar mais pessoas a experimentarem a Internet; encorajar e recompensar o uso online e ajudar aqueles que precisam".

O derradeiro objectivo é que toda a população em idade activa esteja online e que ninguém se reforme sem as capacidades adequadas para aceder à Internet.

Vejamos, agora, como começa o texto do prefácio: "Os dez milhões de pessoas no Reino Unido que nunca estiveram online já estão a perder grandes poupanças em termos de consumo, acesso a informação e a educação". Esperemos que isto não seja uma ordem de prioridades, porque está construído como um anúncio publicitário a um produto aleatório.

Mais à frente encontramos isto: "Há um argumento social e moral a ser feito para nos assegurarmos que mais gente está online, mas um claro argumento económico também". A introdução do conceito de moral nesta dinâmica é, a meu ver, preocupante e repete-se ao longo dos textos. Dá-se numa mescla com o fundamental do económico e o relevo que a "literacia digital" tem enquanto "poderosa arma no combate à pobreza". Ou seja, é dado a parecer que esta iniciativa é a que vai erradicar os males socioeconómicos do país, com uma forte componente moral no desenvolvimento da mesma.

De que forma é que é imoral não ter Internet? Poder-se-á conceber que há uma escolha consciente de não a utilizar ou o futuro passa por uma obrigatoriedade nesse sentido? Caminhamos para o estabelecimento do acesso à Internet como um direito humano (lembremos que esta semana a ONU declarou, de forma não-vinculativa, o acesso a água potável um direito humano)?

sexta-feira, julho 23, 2010

Para uma teoria da literacia digital

Leitura para tempos mais favoráveis:

Towards a Theory of Digital Literacy: Three Scenarios for the Next Steps

Autores:
  • Aharon Aviram, Center of Futurism in Education, Ben-Gurion University, Israel
  • Yoram Eshet-Alkalai, Chais Research Center for the Integration of Technology in Education, The Open University, Israel.

sexta-feira, julho 09, 2010

Literacia digital e economia no Canadá

A Media Awareness Network (MNet), do Canadá, acaba de publicar um relatório que constitui o respectivo contributo para uma consulta pública sobre a economia digital aberta recentemente pelo Ministério da Indústria daquele país da América do Norte.
O texto tem, por isso, a limitação - e também o interesse - de estar bastante voltado para as necessidades do mercado, sem esquecer a perspectiva da cidadania.
Conceptualmente, o texto sublinha que, "tal como a alfabetização tradicional vai além da compreensão para incluir as capacidades mais complexas de composição e análise, a alfabetização digital inclui uma compreensão mais profunda e, em última análise, a capacidade de criar uma vasta gama de conteúdos com diversas ferramentas digitais".
A literacia digital baseia-se, segundo o relatório, em três princípios: "a capacidade de usar diferentes tipos de software e hardware, a capacidade de pensar criticamente e compreender o conteúdo dos media digitais, e a capacidade de criar conteúdo usando a tecnologia digital".
É interessante o anexo, bastante desenvolvido, no qual se apresentam oito benefícios da literacia digital
1. Uma população digitalmente alfabetizada é mais inovadora e criativa.
2. A literacia digital aumenta o desenvolvimento e o uso da infra-estrutura de TIC .
3. A literacia digital promove uma adopção inteligente das TIC e o aumento da produtividade.
4. Uma população digitalmente alfabetizada é importante do ponto de vista das organizações.
5. A literacia digital permite a participação do público.
6. A literacia digital promove a inclusão económica e social.
7. A literacia digital apoia e promove a capacitação e o envolvimento.
8. A literacia digital ajuda as crianças e os jovens reduzir os riscos on-line.
Para ler o documento: AQUI

segunda-feira, junho 21, 2010

Discussão de conceitos



"After looking over several models and definitions of digital / media literacy, including the overly complicated graphic above, it seems clear that the phrases "digital literacy" and "media literacy" have become nearly synonymous. I tend to think of digital literacy as more device oriented, like being able to operate a smart phone, and media literacy as being able to decipher the messages -- textual, audio, video, etc. -- delivered through such devices. But the literature I read recently about the concepts doesn't seem to back such simple delineation (maybe I should make my argument in this matter). In fact, I think the scholarship muddies the pool from many different directions, making any distinctions between the two terms virtually meaningless. So maybe it would be more worthwhile to spend energy envisioning different levels of digital/media literacy, starting with a base level and an advanced level. (...)".


Continuar a ler o post: AQUI


quinta-feira, junho 17, 2010

Um "tour" do Google pela literacia digital

As iniciativas do Google não páram e uma das mais recentes diz respeito à literacia digital. Intitula-se mesmo "Digital Literacy Tour" e consta de um conjunto de workshops que compreendem, cada uma, um vídeo, um manual do professor, um manual do aluno e uma proposta de apresentação na aula.
Os temas tratados são os seguintes:
  • Detecting Lies and Staying True
  • Playing and Staying Safe Online
  • Steering Clear of Cyber Tricks

terça-feira, junho 08, 2010

Segurança dos mais novos na Internet sob exame


Acaba de sair um importante relatório do Online Safety and Technical Working Group(OSTWG), uma task force constituída em 2008, no âmbito das actividades do Congresso dos Estados Unidos da América. Intitula-se Youth Safety on a Living Internet.
O documento dá conta de uma crescente re-focagem das atenções, nesta matéria, de uma perspectiva de pânico ou medo para uma perspectiva de capacitação, fazendo, ao mesmo tempo, uma vigorosa chamada de atenção das autoridades e da sociedade civil para o papel da literacia mediática e digital em todo o país.

Outras referências a este relatório:

quarta-feira, maio 26, 2010

Leituras

No nº 2 da revista Digital Culture & Education, que acaba de sair, estão acessíveis, para já, estes dois artigos:
Valerá, certamente a pena, estar atento à disponibilização dos restantes textos de um número dedicado ao tema "‘Beyond’ new literacies"

quarta-feira, maio 19, 2010

Destreza digital, alfabetização e info-inclusão

A Comissão Europeia anunciou hoje a sua Agenda Digital Europeia para 2010-2015, que define sete áreas prioritárias de acção: mercado único digital; interoperabilidade e standards;Confiança e segurança; Internet de alta velocidade; pesquisa e inovação; promoção das competências digitais; e TIC para enfrentar desafios sociais.
O penúltimo daqueles objectivos é formulado deste modo:
A era digital deve na capacitação e emancipação; o background e as competências não deveriam ser uma barreira ao acesso a esse potencial.
Quanto mais tarefas diárias são realizadas on-line, desde candidatar-se a um emprego até pagar impostos ou reservar bilhetes, o uso da internet tornou-se parte integrante do quotidiano de muitos europeus. Mais de metade deles (250 milhões) acedem à net todos os dias, mas 150 milhões - cerca de 30% - nunca utilizaram a internet. Frequentemente dizem que não têm necessidade ou que ela é demasiado cara. Este grupo é formado por pessoas com idade entre os 65 e os 74 anos, pessoas com baixos rendimentos, desempregados e e com menor nível de instrução.
Acresce que a Europa está a sofrer de uma escassez de competências profissionais em TIC, podendo a falta de profissionais competentes nessa área elevar-se a 700.000 por volta de 2015.
Estas deficiêbncias estão a excluir muitos cidadãos da sociedade e da economia digital e estão a atrasar o impacto positivo que as TIC podem ter sobre o crescimento da produtividade.

Para resolver estes problemas, a Agenda Digital procurará por exemplo:
  • Ultrapassar o défice de competências digital, promovendo uma maior coordenação das iniciativas de competências TIC a nível nacional, em especial propondo a literacia digital e competências como uma das prioridades do Fundo Social Europeu.
  • Promover a oferta e a procura de competências em TIC no mercado de trabalho, através do desenvolvimento de ferramentas que permitam até 2012 identificar as competências dos profissionais de TIC e d os utilizadores, de modo que as empresas que procuram empregados com competências específicas em TIC possam facilmente comparar suas habilidades.
A Comissão, com base numa revisão das opções, vai também apresentar propostas até 2012 para garantir que os sites que oferecem serviços públicos sejam acessíveis a todos os cidadãos, incluindo idosos e pessoas com deficiência. Esta última meta deverá estar implementada até 2015.


ACT. (em 21.5) - Microsoft Welcomes the “Digital Agenda for Europe”. Et pour cause!

sexta-feira, abril 09, 2010

sábado, abril 03, 2010

Literacia comunicacional



No post Do Media Literacy, Digital Literacy, and Social Media Literacy Intersect?, pode discutir-se o conceito de literacia dos media ou as sete abordagens que Katlen Tillman propõe para lidar com "as complexidades das comunicações modernas". Há, contudo, um ponto que, por ser raramente considerado e valorizado, merece ser referenciado aqui: a centralidade atribuída à comunicação e às competências para aprender a comunicar.

quinta-feira, março 18, 2010

Relatórios recentes que merecem consulta

quarta-feira, março 17, 2010

Exclusão e analfabetismo digital

"Las computadoras y el Internet se vuelven cada vez más importantes para el aprendizaje. Sin embargo, hay muchos que todavía no cuentan con estos medios y corren peligro de convertirse en 'analfabetos digitales'.

Los tiempos en que los medios digitales eran sólo cosa de informáticos quedaron atrás hace mucho. La transmisión y el intercambio de conocimientos se realizarán en el futuro a través del ordenador y de la red, pronostican los expertos.

Pero una cosa es poseer una computadora y otra diferente es saber y poder usarla. “Estamos frente a dos problemas: la exclusión digital y el analfabetismo digital, y ambos cobran cada vez más importancia”, dice el experto británico en e-learning Graham Attwell. Para esta problemática hay dos soluciones, advierte el pedagogo, docente invitado de la Universidad de Bremen, al norte de Alemania."
(...)

Continuar a ler: AQUI

domingo, março 14, 2010

Não basta aprender a usar a tecnologia

A literacia digital, para o presidente da Federal Comunications Commission, Genachowski, não se refere apenas a aprender a usar a tecnologia, mas a "ensinar as crianças a pensar analiticamente, de forma crítica e criativa, para que possam encontrar a informação relevante, avaliar a exactidão e a fiabilidade dessa informação, distinguir factos de opiniões, criar e compartilhar conteúdos novos". Na sua perspectiva, "temos que ensinar nossos filhos a tornarem-se alfabetizados relativamente aos media, para que possam avaliar o conteúdo dos media e reconhecer a publicidade por aquilo que ela é."

(Via: NCTE Media Blog)

Fonte: FCC Chairman Julius Genachowski (12.3.2010), “Digital Opportunity: A Broadband Plan for Children and Families

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Literacia digital e emprego

“No século XXI, o conceito de literacia e a prática de ensinar a ler às nossas crianças deve ser alargado à literacia digital”. A afirmação é de Julius Genachowski, presidente da entidade reguladora dos media dos Estados Unidos da América, numa intervenção que fez neste final de semana, na Consumer Electronics Show, em Las Vegas.
Esta ideia programática, que hoje começa a ser percebida como estratégica para o desenvolvimento das sociedades contemporâneas e para a cidadania, não se pode dizer que seja em si mesma muito inovadora, ainda que vá uma grande distância entre defendê-la e pô-la em prática.
Quando falamos em literacia digital, a nossa mente e o nosso olhar voltam-se de imediato para a escola e para os professores. Achamos que este tipo de coisas é matéria de currículo, de métodos de ensino e de aprendizagem, de educação, em suma. Mas: e se fosse também matéria de emprego, de produtividade, de economia, de bem-estar e qualidade de vida?
Na intervenção referida, Genachowski acrescentou algumas notas que apontam precisamente nesse sentido e que talvez possam (ou devessem) fazer os empresários e os responsáveis pelas políticas sociais pensar um pouco. Aludindo ao plano de universalização do acesso à banda larga, o presidente da Federal Communications Commission observou que “quanto maior for o acesso à Internet, mais oportunidade haverá de encontrar emprego, visto que a maior parte da oferta requer competências digitais básicas”. Daí que, segundo ele, sendo compreensível que os pais exprimam preocupações várias acerca da segurança dos filhos online, “o risco maior é o das crianças que não têm computadores, não tendo assim possibilidade de complementar a sua formação com a pesquisa na Internet”. E com a análise crítica das fontes que encontram, com a capacidade de gerir a informação encontrada e de produzir informação e sínteses novas – acrescento eu.
Entendo que esta alfabetização relativa às novas linguagens e às redes digitais não pode nem deve contrapor-se nem sequer sobrepor-se às restantes literacias, em particular a uma adequada aprendizagem da leitura, da escrita e do cálculo. O que talvez falte compreender é que as aprendizagens que a cidadania e o emprego cada vez mais supõem não se somam umas às outras. Combinam-se e jogam umas com as outras.

(Texto publicado na edição de hoje do diário digital da Renascença, Página 1)

COMPLEMENTO: Independent Review of ICT User Skills, UK, 2009.

sexta-feira, dezembro 11, 2009

Be Web Aware


Be Web Aware é um programa educacional que promove, junto dos mais jovens, políticas de segurança na Internet. O projecto, dinamizado pelo grupo canadiano Media Awareness Network, trabalha desde 1996 na promoção da literacia mediática e digital, procurando que as crianças possam retirar benefícios do online, bem como sensibilizar os pais para conteúdos eventualmente perigosos que circulam pela Web.

Em termos gerais, a Be Web Aware actua preferencialmente no contexto escolar, através de um conjunto de medidas que vão desde a criação de um comité tecnológico em cada escola no Canadá, até à organização de uma semana dedicada à Internet. O projecto pretende implementar ainda um site animado pelos estudantes e um workshop virtual sobre literacia digital.

As actividades da Be Web Aware não se esgotam, contudo, ao âmbito escolar, dispondo, igualmente, de parcerias nacionais e internacionais, como é o caso da Girl Guides of Canada, uma organização que procura fomentar a participação feminina na sociedade daquele país.

O Media Awarness Network (MNet), a entidade que está por trás de todo o projecto, é uma organização sem fins lucrativos que tem apostado no desenvolvimento de programas de literacia mediática e digital. A equipa, sediada em Otawa, reúne investigadores das áreas da educação, jornalismo, comunicação de massas e políticas cuturais.

quinta-feira, novembro 26, 2009

V Congresso Internacional da Educared


"Inovar na escola. Modelos, Experiências e Protagonistas da implementação das TIC" é o tema do V Congresso Internacional da Educared que se realiza desde hoje até ao próximo sábado, em Madrid. O evento discutirá, entre outros temas, a formação dos professores no contexto da educação para os media, as políticas educativas para a inovação e o papel das redes sociais na educação.

Para consultar mais informações sobre o programa, aqui.