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sábado, janeiro 02, 2010

O (jovem) espectador multi-ecrãs

Sob o título La Red desafía el reinado de la televisión , o diário espanho, El País mostra como a Internet está a suplantar a TV, especialmente entre os jovens. O texto merece ser lido na integralidade. Fica aqui o primeiro parágrafo:
"David Muñoz, de 18 años, domina las pantallas sin problemas. Tumbado el sofá, con una mano agarra el mando a distancia para ver Física o Química y de reojo echa un vistazo a la pantalla del ordenador, donde se descarga un par de canciones y actualiza su perfil en Facebook. No es ningún experto informático; estudia un módulo de Administración y trabaja en una tienda de artículos de motociclismo en Barcelona. Sencillamente, ha crecido entre pantallas; es un aborigen digital. 'Ahora, los padres ya no amenazan a sus hijos con castigarlos sin tele, sino con cerrarles el ordenador', ironiza Muñoz. Más que ser devota de una pantalla, su generación ya las simultanea todas. La del televisor, la del ordenador, la del móvil y la de la videoconsola. Pero la mayoría de adolescentes se inclina por una en especial: un 63% de los jóvenes entre 10 y 18 años prefieren Internet al televisor, según un informe del Foro de la Generación Interactiva en España, de la Fundación Telefónica."

quarta-feira, novembro 18, 2009

"As crianças e a Internet" - estudo em Portugal


Estão disponíveis online os resultados da primeira fase do estudo "Crianças e Internet: usos e representações. A família e a escola", incluindo os anexos.
O estudo foi realizado por uma equipa do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, coordenada pela investigadora Ana Nunes de Almeida, e financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. A primeira fase, já terminada, consistiu num estudo extensivo dos usos e representações, através de um inquérito junto de uma amostra 3039 crianças dos 6 aos 17 anos de todo o país. A segunda, já em curso e com resultados previstos para 2010, continuará a dar voz às crianças, "mas agora também a pais e professores", através de entrevistas compreensivas.

Algumas notas, extraídas das reflexões finais do estudo:
"Os resultados do inquérito ilustram um quase universal acesso ao computador com ligação à internet. Contudo, apesar desta notável inovação que parece atingir largas franjas de população infantil, descobrem-se alguns sinais de diferença no interior da tendência marcante.
Na perspectiva das crianças, e apesar da presença e até por vezes abundância de equipamentos na escola (ex.: nº de computadores, nº computadores ligados à internet, existência de banda larga), os usos da internet no processo de ensino-aprendizagem ficam bem aquém do retrato desenhado pelas estatísticas oficiais ou pelos testemunhos recolhidos junto dos próprios dirigentes dos estabelecimentos de ensino. No campo educativo, as crianças dizem usar pouco a internet na sala de aula, na relação com a escola ou com os professores; muito raramente é introduzida no ensino de disciplinas curriculares que não as TIC ou a Área de Projecto. A internet é utilizada sobretudo como complemento ou enriquecimento de tarefas e de trabalhos escolares que, antes, se faziam sem ela (...)".

"A casa é, assim, um lugar estratégico de aprendizagens – onde a internet constitui não só um recurso educativo, mas também informativo, lúdico e comunicacional. A partir de casa a criança entra no espaço global, exercitando-se como indivíduo activo, decisor e investigador por conta própria, tirando partido e construindo o seu lugar na cultura de pares. Os contactos on-line vêm acrescentar-se, alargar (e não destruir ou empobrecer) as redes de sociabilidade pré-existentes. Diante do ecrã, explorando o mundo virtual, a criança reforça a sua autonomia face aos adultos. É muito expressiva a parcela de inquiridos que afirma ter aprendido a navegar “sozinho”; por outro lado, a esmagadora maioria das crianças declara ser a pessoa que mais a usa a internet em casa, como também se considera auto-suficiente na gestão dos seus canais de comunicação e informação, nas modalidades de descoberta e visita de páginas Web".

"Fora da escola continua a jogar-se muita da aquisição da literacia digital, dos seus usos mais sofisticados, gratificantes e multifacetados; e também a modernidade da condição infantil. Daí o facto de as formas mais persistentes de clivagem digital continuarem a actuar a partir de casa, distinguindo crianças escolarizadas, cujos pais são eles próprios consumidores intensivos destes bens e serviços, utilizadores profissionais e competentes de novas TIC, os quais as iniciam e acompanham no seu uso, das crianças com origens sociais desfavorecidas, residentes em áreas não-urbanas do País, cujos pais mais dificilmente suportam (ou compreendem) a relevância da compra do acesso doméstico à internet (a que se somarão as deficiências de cobertura dos serviços de acesso à internet por parte dos diversos operadores comerciais). E daí a urgência de a escola repensar o lugar e o estatuto da internet no sistema de ensino-aprendizagem, de modo a proporcionar a todas as crianças, no espaço escolar, os seus diversificados níveis de domínio. Como recorrentemente se afirma na literatura e os resultados deste trabalho parecem confirmar para o contexto escolar: “The locus of inequality is shifting
from technology access (haves and have-nots) to quality use (as assessed by time use, skills and range of on-line activities)” (Livingstone et. al: 2005)."

segunda-feira, novembro 09, 2009

A Internet como “ambiente simbólico”


Clicar para ler ou aceder no original, Página 1 (2 Nov'09)

sábado, setembro 12, 2009

Digital natives: A lost tribe?

Interessante seminário sobre Jovens e Internet, agendado para o dia 24 de Novembro. Desde logo pelo título: Digital natives: A lost tribe?, mas também pelo nome que dois dos intervenientes (que por si já constituem motivo de interesse) deram às suas intervenções:
  • Enabling media literacy for ‘digital natives’ – a contradiction in terms? - Sonia Livingstone
  • Talking about their generation: constructions of the digital learner - David Buckingham
Pena ser em Londres (New Academic Building, LSE).

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Por uma internet mais segura




Hoje evoca-se o dia da Internet segura. Uma temática que se cruza, inevitavelmente, com a literacia digital.
Para quem se interessar em aprofundar o assunto, ou simplesmente reflectir sobre ele, aqui ficam algumas pistas:

  • - O boletim do projecto Público na Escola dedica o seu número mais recente a esta matéria. Nele muitos exemplos e situações são descritos e reflectidos, mostrando a pertinência e alcance de uma formação de pessoas avisadas.
  • - A Comissão Europeia tem um programa sobre Internet Segura onde se encontram tomadas de posição, relatos de iniciativas, dados úteis e mais informação sobre o próprio Safer Internet Day.
  • - O Eurobarómetro realizou um especial sobre Safer Internet for Children: qualitative study 2007, com um relatório geral e numerosos relatórios de países, entre os quais o de Portugal.
  • - Em Portugal, o projecto Internet Segura é da responsabilidade de um consórcio coordenado pela UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento e que também envolve a DGCI-CRIE, a Fundação para a Computação Científica Nacional – FCCN e a Microsoft Portugal.

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Portal SeguraNet



Segundo a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, que acaba de lançar o portal SeguraNet, o objectivo principal é "sensibilizar pais, professores, crianças e jovens para a utilização da Internet de uma forma crítica, esclarecida e segura" (DGIDC).

Trata-se de mais um espaço de informação que resulta do consórcio Internet Segura.

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Saber onde se quer ir

"El poder tiene miedo de Internet".
Assim se intitula uma entrevista a Manuel Castells, publicada pelo diário El País. Diz, a dado passo:
“Ahora bien, en la sociedad de Internet, lo complicado no es saber navegar, sino saber dónde ir, dónde buscar lo que se quiere encontrar y qué hacer con lo que se encuentra. Y esto requiere educación”.